-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca para CNN, MS NOW e Politico
-
Barcelona encaminha renovação de Raphinha até 2030
-
Atacante argentino Taty Castellanos é acusado de cuspir em adversário na 2ª divisão inglesa
-
Canais CNN e MS NOW têm acesso negado à Casa Branca
-
Organização dos Jogos Asiáticos se desculpa por execução do hino da Coreia do Norte em jogo da Coreia do Sul
-
Pedro Porro é cortado da seleção espanhola por lesão
-
Morre Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão nos anos 1960
-
EUA aprova venda de US$ 2,7 bilhões em sistemas de defesa para Ucrânia
-
Trump cita 25 'grandes conquistas' antes das eleições de meio de mandato
-
Capital saudita em alerta de ataque aéreo; incêndio perto do aeroporto
-
Homenageada em San Sebastián, Naomi Watts mantém a fome de papéis arriscados
-
Rússia denuncia ciberataques no segundo dia das eleições legislativas
-
Manifestantes protestam no Kennedy Center após ameaça de demolição anunciada por Trump
-
Bolívia elimina subsídio ao diesel
-
Capital saudita emite primeiro alerta aéreo desde a retomada dos combates no Iêmen
-
Dinamarca celebra acordo 'vinculante' com Trump sobre a Groenlândia
-
Anthropic escolhe consultoria para avaliar segurança de sua IA
-
Trump anuncia acordo de segurança 'permanente' sobre Groenlândia
-
CEOs da Nvidia e da OpenAI estão entre convidados para jantar com Xi na Casa Branca
-
CEO da OpenAI fará apresentação ao Conselho de Segurança da ONU
-
Trump veta acesso dos veículos CNN, MSNOW e Politico à Casa Branca
-
Cuba sofre novo apagão geral em meio a crise econômica
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca de CNN, MSNOW e Politico
-
Trump anuncia acordo que garante 'controle permanente' da segurança na Groenlândia
-
Com gol de Igor Thiago, Brentford vence Chelsea no Campeonato Inglês
-
Monaco vence Lens e volta à liderança do Campeonato Francês
-
Com direito a recorde de Kane, Bayern atropela Union Berlin na abertura da 4ª rodada do Alemão
-
Mostra de San Sebastián homenageia Werner Herzog, o cineasta dos extremos
Causas e consequências da Índia se tornar o país mais populoso do mundo
A Índia provavelmente será o país mais populoso do mundo em meados de 2023, superando a China, segundo as últimas projeções da ONU publicadas nesta quarta-feira (19); uma posição que poderia perdurar por séculos. Entretanto, a que se deve e quais serão as consequências?
- Quais são os dados demográficos? -
Segundo estimativas da ONU, a Índia terá 1,429 bilhão de habitantes até meados deste ano, quase três milhões de habitantes a mais que a China.
O Escritório Nacional de Estatísticas da China publicou em janeiro que no final de 2022 o país tinha 1,412 bilhão de habitantes. Assim, foi a primeira queda registrada desde 1960-1961, quando a fome causou milhões de mortes devido a vários erros na economia política do "Grande Salto para Frente".
Enquanto a China publica anualmente esses números, a Índia não realiza um censo populacional desde 2011. Na época, o país contava 1,21 bilhão de habitantes.
As certidões de nascimento não eram obrigatórias até 1969 na Índia, e o censo que deveria ter sido feito em 2021 foi adiado por conta da pandemia da covid-19. Além disso, vários problemas logísticos afetaram a pesquisa.
A Índia realiza o censo uma vez a cada dez anos. O trabalho detalhado vai em todas as portas e reúne informações sobre religião, língua materna e nível de alfabetização.
O governo do primeiro-ministro nacionalista hindu, Narendra Modi, foi acusado pela oposição de adiar deliberadamente o censo para não ter que publicar dados sobre questões delicadas - como o desemprego - antes das eleições nacionais do próximo ano.
- E quanto ao planejamento familiar? -
A China adotou medidas decisivas para frear o crescimento demográfico em 1980, impondo a polícia do filho único. Desde 2021, os chineses podem ter até três filhos.
A Índia organizou em 1970 suas próprias campanhas de esterilização e planejamento familiar, incluindo uma especialmente polêmica contra homens.
Apesar dos riscos à saúde, a esterilização feminina é o método anticoncepcional mais popular na Índia.
E, ainda assim, as taxas de fertilidade deste país continuam superiores às do vizinho do norte, resultando em uma população muito mais jovem e, agora, maior: 650 milhões de indianos têm menos de 25 anos.
- Quais desafios isso acarreta? -
Nova Délhi e Pequim competem por influência na Ásia e no panorama internacional. O status de país "mais populoso do mundo" poderia reforçar a Índia como potência em ascensão, cortejada pelo Ocidente para conter a influência da China.
Esse domínio demográfico poderia servir de argumento para Nova Délhi conquistar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, almejado pela Índia há muito tempo.
Entretanto, responder às necessidades de uma população tão grande apresenta grandes desafios, especialmente no âmbito do meio-ambiental e da infraestrutura.
Uma força de trabalho abundante e jovem traz, no entanto, vantagens econômicas.
A Índia é a grande economia que mais cresce no mundo e já ultrapassou o Reino Unido como o quinto país mais rico em termos de Produto Interno Bruto (PIB).
F.Pedersen--AMWN