-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Confirmada pena de oito anos de prisão para opositor russo Ilya Yashin
Um Tribunal de Apelações russo confirmou, nesta quarta-feira (19), a sentença de oito anos e meio de prisão, imposta ao opositor Ilya Yashin em dezembro por criticar a ofensiva de Moscou na Ucrânia.
O veredito de dezembro "se mantém", declarou um juiz em uma audiência em uma corte de Moscou.
Na audiência, Yashin disse estar preso por "dizer a verdade" sobre as ações de Moscou na Ucrânia.
"A sentença ditada contra mim é inacreditável: oito anos e meio por um discurso de 20 minutos na Internet", afirmou.
"Na prisão, conheci assassinos, estupradores e ladrões que receberam penas menores por seus crimes", acrescentou.
No ano passado, Yashin, de 39 anos, chamou de "massacre" a morte de civis ucranianos em Bucha (um subúrbio da capital ucraniana, Kiev), cujos corpos foram encontrados após a retirada das tropas russas.
Ele foi condenado a oito anos e meio de prisão por espalhar "informações falsas" sobre a ofensiva russa na Ucrânia. É um dos poucos opositores russos de destaque que não estava no exílio, nem havia sido preso.
As autoridades russas fortaleceram seu arsenal legislativo para silenciar as vozes críticas. Várias pessoas já foram condenadas pelas acusações de publicarem informações falsas, ou desacreditarem os militares.
Yashin disse que, mais cedo ou mais tarde, os "ladrões e assassinos" serão expulsos do poder e ele fará parte daqueles que construirão uma nova Rússia.
"Tenho consciência de que, uma vez livre, serei um dos que terão que limpar esse maldito desastre", declarou ao tribunal.
Na segunda-feira, um tribunal russo condenou outro crítico do Kremlin, Vladimir Kara-Murza, a passar 25 anos em uma prisão de alta segurança por "alta traição" e por difusão de "informações falsas" sobre o Exército russo.
A sentença proferida contra Kara-Murza é a mais dura imposta a um opositor do Kremlin na história recente do país.
D.Moore--AMWN