-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Socialistas espanhóis corrigem lei contra crimes sexuais
Os socialistas espanhóis no poder conseguiram, nesta quinta-feira (20), que o Congresso dos Deputados aprovasse a reforma da lei contra os crimes sexuais promovida por seus parceiros de extrema esquerda e que levou, inesperadamente, à soltura de criminosos sexuais.
A reforma da lei teve o apoio de parte da oposição e foi aprovada com 233 deputados a favor, 59 contra e 4 abstenções, e agora seguirá para o Senado, onde quase certamente será aprovada.
"Hoje é um dia triste, certamente o dia mais difícil que vivi neste Parlamento como ministra", disse ao Congresso a ministra da Igualdade, Irene Montero, do partido radical de esquerda Podemos, observando a alteração de uma lei que chegou a ser conhecida como a "lei Montero".
"Isto não é um progresso, é um retrocesso nos direitos das mulheres", continuou Montero, que sempre defendeu que a libertação de criminosos sexuais se devia à má aplicação de sua lei por juízes sexistas.
Montero acusou seus companheiros de gabinete, os socialistas do presidente Pedro Sánchez, de se servirem dos votos da oposição.
A reforma aprovada pelos deputados nesta quinta endurece algumas penas anteriormente reduzidas.
O presidente do governo, Pedro Sánchez, chegou a pedir "perdão" pela lei: "Peço desculpas às vítimas, por esses efeitos indesejados", disse em entrevista publicada no domingo (16) no jornal El Correo.
A lei conhecida como “só sim é sim”, porque exigia que o consentimento nas relações sexuais fosse explícito, entrou em vigor em outubro de 2022. Em seis meses, levou a quase 1.000 reduções de penas para criminosos sexuais condenados, e mais de 100 deles foram soltos, segundo dados do tribunal.
Esta lei de crimes sexuais pretendia endurecer a anterior, eliminando os "abusos", mais brandos, e convertendo todos os crimes sexuais em "agressões".
Ao modificar as faixas de penalidades, diminuindo alguns mínimos e máximos, levou, no entanto, a revisões e reduções das sentenças.
Na Espanha, as novas leis podem ser aplicadas retroativamente se beneficiarem o preso, por isso a enxurrada de pedidos de revisão.
A.Malone--AMWN