-
De Minaur avança à final do ATP 250 de 's-Hertogenbosch; Medvedev cai nas semis
-
Raducanu lutará pelo título em casa contra Vekic na final do torneio de Queen's
-
Shelton e Fritz farão final 100% americana em Stuttgart
-
Astro da NBA James Harden é preso em Houston por porte ilegal de arma
-
Trump afirma que acordo com Irã será assinado no domingo e Ormuz permanecerá aberto
-
Curaçao estreia na Copa do Mundo desafiando dois gigantes: Alemanha e Neuer
-
Roubo de material de treino da Inglaterra em Kansas City está sob investigação oficial
-
Serena Williams disputará as duplas com Karolina Muchova no Aberto de Berlim
-
Remoção do nome de Trump da fachada do Kennedy Center é concluída
-
Reis da Suécia celebram bodas de ouro
-
George Russell faz a pole do GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Luka Modric, o rosto eterno da Croácia
-
Anthropic suspende acesso à sua IA mais poderosa por ordem do governo dos EUA
-
Harry Kane, artilheiro e capitão insubstituível da Inglaterra
-
Governo de Gana protesta contra visto canadense negado a Thomas Partey
-
Paquistão afirma que Irã e EUA estão próximos de acordo de paz
-
Russell lidera treinos livres no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Brasil entra em campo na Copa do Mundo em meio a dúvidas
-
Acordo de paz EUA-Irã provavelmente será finalizado em 24 horas, diz Paquistão
-
Juiz nega recurso para impedir retirada do nome 'Trump' do Kennedy Center
-
Argentino Martín Anselmi é o novo técnico do Elche
-
Polícia dos EUA investiga roubo de material de treino da Inglaterra
-
Pulisic descarta lesão grave após ser substituído na vitória sobre o Paraguai
-
EUA estreia na Copa do Mundo com goleada (4-1) sobre o Paraguai
-
Chefe da gangue venezuelana Tren de Aragua morre em ataque dos EUA
-
Mboko ficará de fora de Wimbledon, mas espera voltar a jogar duplas com Serena
-
Fifa renomeia estádios da Copa do Mundo para ocultar marcas comerciais de terceiros
-
Pressão sobre chefe de gabinete argentino aumenta após dinheiro não declarado
-
Irã e EUA preveem acordo de paz iminente
-
Cadáver é encontrado em frente ao estádio onde a seleção iraniana treina no México
-
França treina diante de 400 torcedores a quatro dias da estreia na Copa
-
McTominay está 'pronto' para estreia da Escócia na Copa contra o Haiti, garante técnico
-
Canadá vive estreia histórica como anfitrião de uma Copa do Mundo
-
Ancelotti avisa que Brasil pode competir "com qualquer seleção do mundo"
-
Canadá estreia na Copa do Mundo em casa com empate (1-1) contra Bósnia
-
Rua em Haia se cobre de laranja para torcer pela 'Oranje' na Copa
-
Nova Jersey homenageia Bruce Springsteen com museu
-
'Ninguém tem medo', diz técnico do Marrocos antes da estreia na Copa contra o Brasil
-
Copa do Mundo de 2026 luta para despertar entusiasmo nos EUA
-
Pouco aproveitado no Atlético de Madrid, Almada é cotado para ser titular da Argentina
-
'Talvez a Itália se classifique' com 64 seleções na Copa do Mundo, brinca Infantino
-
Canadá nega visto ao jogador ganês Thomas Partey, acusado de estupro na Inglaterra
-
Norris é o mais rápido na segunda sessão de treinos livres do GP de Barcelona-Catalunha
-
Barcelona abre ação judicial contra Florentino Pérez por 'calúnia'
-
UE proibirá companhias aéreas de cobrar de pais para sentarem ao lado dos filhos
-
Medalha de Pelé da Copa de 1958 será leiloada na Inglaterra
-
Seleção da Inglaterra deve se sentir 'amada' na Copa do Mundo, diz Bellingham
-
Tenistas comemoram aumento da premiação de Wimbledon
-
Cidades e minas fantasmas na Venezuela após operação militar contra máfias
-
Jogadores com dupla nacionalidade: um trunfo para o Marrocos
Alexandre de Moraes manda investigar Google e Telegram por críticas a PL das Fake News
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou, nesta sexta-feira (12), a abertura de um inquérito contra os diretores do Google e do Telegram no país pela campanha "abusiva" das empresas tecnológicas contra o Projeto de Lei 2.630/2020, conhecido como PL das Fake News.
"Determino a instauração de inquérito em face dos diretores e demais responsáveis da Google Brasil e do Telegram Brasil, que tenham participado da campanha abusiva contra o projeto de lei", escreveu o ministro em sua decisão.
Moraes determinou à Polícia Federal que convoque para depor, em um prazo inicial de 60 dias, os encarregados das duas empresas no Brasil, que se posicionam contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva nos debates sobre o projeto de lei.
Inspirada na Lei de Serviços Digitais (DSA), aprovada recentemente na União Europeia (UE), o PL foi apresentado em 2020 para fazer frente à avalanche de desinformação on-line e atualmente aguarda votação na Câmara dos Deputados.
A iniciativa ganhou notoriedade recentemente, depois que apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro.
Eles teriam agido supostamente incentivados pela desinformação que circula nas redes sociais, segundo a qual Lula teria vencido as eleições de outubro de 2022 de forma fraudulenta.
O texto do projeto obriga as plataformas a aumentar a transparência, combater o conteúdo violento e que atente contra a democracia e as eleições, as crianças, os adolescentes e a saúde pública.
Bolsonaro, entre outros opositores, critica o projeto, que afirmou em entrevista recente ser "o começo do fim da liberdade".
As empresas de tecnologia também são contra a iniciativa que imporia multas de até 10% sobre seu faturamento ou a suspensão temporária de seus serviços.
O Google afirmou que a medida levaria a uma "moderação excessiva", enquanto o Telegram enviou uma mensagem a seus milhões de usuários no Brasil, advertindo que a "democracia está sob ataque" e que o PL "dá ao governo poderes de censura".
Moraes já tinha agido contra as plataformas por sua campanha contra o PL.
Na quarta-feira, determinou que o Telegram apague a mensagem contra a lei sob pena de suspender suas operações, acusando a empresa de difundir "desinformação flagrante e ilícita".
O aplicativo de mensagens já tinha sido suspenso por três dias no Brasil por causa de outra investigação relacionada com a violência nas escolas.
Já o Google foi acusado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, de "manipular" os resultados da busca destacando conteúdo contrário ao projeto de lei, o que a empresa nega.
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) determinou que a companhia equilibre suas mensagens contra a iniciativa com "contrapropaganda" sob pena de pagar multa de um milhão de reais por hora.
T.Ward--AMWN