-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em plena crise diplomática
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
-
Hansi Flick diz que Barcelona será seu último clube
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por assassinato na França
-
Irã anuncia negociação com a Fifa para fazer seus jogos da Copa no México
-
Auge do uso de drones em guerras gera interesse por sistemas de defesa a laser
-
'Posso morrer presa', diz Cristina Kirchner em megajulgamento por corrupção na Argentina
-
IA não consegue competir com criatividade em Hollywood, diz executivo
-
Dois mortos em epidemia de meningite 'sem precedentes' na Inglaterra
-
Colômbia aposta em asfixiar o narcotráfico com apoio de Equador e Venezuela, diz ministro
-
Gregory Bovino, rosto das batidas migratórias de Trump, anuncia aposentadoria
-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
-
Políticos dinamarqueses procuram eleitores até na sauna
-
Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima abraçado por Obama morre aos 88 anos
-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
-
Israel afirma que matou chefe do Conselho de Segurança do Irã
-
Afeganistão acusa Paquistão por bombardeio que matou quase 400 em centro médico de Cabul
-
Petro denuncia possível bombardeio do Equador em território colombiano
-
Israel bombardeia Teerã e Beirute; Bagdá é alvo de ataques
-
Mísseis lançados contra casa deixam quatro mortos em Bagdá
-
Adolescentes processam xAI nos EUA por imagens sexualizadas geradas por chatbot
-
Jogadoras iranianas treinam com clube australiano e enviam mensagem: "Tudo vai ficar bem"
-
Brentford cede empate contra lanterna Wolves no encerramento da 30ª rodada da Premier
-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
-
Bayer Leverkusen, espelho e obstáculo para o Arsenal na Champions
-
Presidente de Israel diz que Europa deveria apoiar esforços para 'erradicar' o Hezbollah
-
Corvos necrófagos memorizam vastas áreas dos territórios de caça dos lobos, diz estudo
Chefe da ONU denuncia 'castigo coletivo' aos palestinos
A violência do Hamas "não justifica a punição coletiva" dos palestinos, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta sexta-feira (8), pressionando o Conselho de Segurança, que deve decidir sobre seu apelo a um "cessar-fogo" e a uma resposta humanitária imediata.
"Condeno sem reservas" os ataques do Hamas de 7 de outubro, mas "a violência cometida pelo Hamas não pode, de forma alguma, justificar o castigo coletivo do povo palestino", declarou o chefe da ONU.
Ele invocou, pela primeira vez, o Artigo 99 da Carta da ONU para provocar essa reunião extraordinária do Conselho, sobre um assunto que "pode pôr em perigo a manutenção da paz e da segurança internacionais".
"Se o lançamento indiscriminado de foguetes na direção de Israel por parte do Hamas e o uso de civis como escudos humanos são violações das leis da guerra, tal comportamento não absolve Israel de suas próprias violações", insistiu Guterres, descrevendo mais uma vez uma situação humanitária "à beira do colapso" e o risco de um "colapso total da ordem pública" na Faixa de Gaza.
"O mundo e a História estão nos observando. É hora de agir", acrescentou, ao se dirigir aos membros do Conselho, pedindo-lhes que "pressionem por um cessar-fogo humanitário imediato".
Desde o ataque sem precedentes a Israel, em 7 de outubro, lançado pelo movimento islamista palestino Hamas, que segundo as autoridades israelenses deixou cerca de 1.200 mortos, principalmente civis, Israel impôs um "cerco total" e bombardeou maciçamente a Faixa de Gaza, reduzindo grandes áreas da região a ruínas.
Alimentos, água, combustível e medicamentos chegam a conta-gotas, enquanto cerca de 1,9 milhão de pessoas, ou 85% da população, tiveram de abandonar suas casas desde o início das hostilidades, segundo a ONU.
De acordo com o Ministério da Saúde do Hamas, no poder em Gaza, mais de 17 mil pessoas morreram na ofensiva israelense, a maioria mulheres e menores.
Após a invocação do Artigo 99 por Guterres, os Emirados Árabes Unidos prepararam um projeto de resolução que seria submetido a voto na manhã desta sexta-feira. Mas a votação foi adiada para o final do dia.
- "Obrigação de impedir as atrocidades" -
A última versão desse breve texto, ao qual a AFP teve acesso, destaca a "situação catastrófica na Faixa de Gaza" e "exige um cessar-fogo humanitário imediato". Apela também à proteção dos civis, à libertação "imediata e incondicional" de todos os reféns e à "garantia do acesso humanitário" ao enclave palestino.
Mas o resultado da votação é incerto, uma vez que o Conselho rejeitou quatro projetos de resolução nas primeiras semanas após o início da guerra.
O órgão finalmente quebrou o silêncio em meados de novembro e conseguiu adotar uma resolução que pedia "pausas e corredores humanitários" na Faixa de Gaza, e não um "cessar-fogo", nem mesmo uma "trégua".
Os Estados Unidos, principal aliado de Israel, que vetaram um dos projetos anteriores e rejeitaram a ideia de um cessar-fogo, insistem em que um novo texto do Conselho "não seria útil nesta fase" do conflito.
"Nossa posição não mudou", reafirmou na quinta-feira o embaixador adjunto dos EUA, Robert Wood.
"Os Estados Unidos e todos os outros Estados-membros do Conselho de Segurança da ONU têm uma obrigação clara, segundo o direito internacional, de prevenir atrocidades", afirmou a secretária-geral da Anistia Internacional, Agnès Callamard, em um comunicado.
"Esperamos que hoje (...) o Conselho possa finalmente pedir um cessar-fogo imediato", disse o embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour. "Chegou a hora da coragem (…) Devemos agir agora".
A.Jones--AMWN