-
Philippe Coutinho diz que espera reencontrar "paixão" pelo futebol no Santos
-
Trump chama de "farsa" alertas sobre ameaça da IA à humanidade
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Grêmio anuncia retorno do técnico Renato Gaúcho
-
Ataques russos à rede ferroviária da Ucrânia 'se intensificam', diz diretor à AFP
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Ministro israelense pede investigação das fontes do documentário 'NAZA'
-
Houthis atacam base saudita e Irã nega envolvimento na guerra no Iêmen
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Tottenham não relaciona Richarlison para Copa da Liga Inglesa
-
Rússia intensifica ataques contra Ucrânia e aumenta pressão sobre a Europa
-
Oasis anuncia nova turnê mundial para 2027
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Trump denuncia suposta 'conspiração doentia' contra a inteligência artificial
-
Líderes de Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
A inteligência artificial pode aniquilar a humanidade?
-
Cantos ofensivos a Diogo Jota geram críticas no futebol saudita
-
Atletas dos Jogos Asiáticos criticam condições de alojamentos no Japão
-
ONU pede 'ação urgente' para conter IA por riscos sem precedentes
-
Para Laura Linney, filme sobre a doença de Parkinson marcou um ponto de virada
-
Rússia minimiza ataque perto da Polônia e afirma que visa toda a Ucrânia
-
Bebês prematuros compartilham incubadora em hospital de Gaza
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
EUA impede presença de chefe do setor nuclear do Irã em reunião em Viena
-
Irã nega envolvimento na guerra do Iêmen
-
Líderes da Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
Suécia enfrenta incerteza política após eleições acirradas
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Governantes europeus discutem situação do Ártico
-
Líder de extrema direita australiana provoca indignação ao chamar indígenas de 'primitivos'
-
Houthis anunciam ataques contra alvos militares na Arábia Saudita
-
Rússia quer 'intimidar' aliados da Ucrânia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Renault Kardian ou Duster: qual SUV usado vale mais a pena?
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
Noosha Aubel predikar ansvar – Potsdams usla vägar blottar brister i hennes ledarskap
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
ヌーシャ・アウベル、責任を説くもポツダムの道路の惨状が指導力不足を露呈
-
Noosha Aubel poucza o odpowiedzialności, a fatalny stan dróg Poczdamu obnaża słabość jej rządów
-
Noosha Aubel sorumluluk dersi veriyor, Potsdam’ın bozuk yolları yönetim zaafını ele veriyor
-
नूशा आउबेल देती हैं जिम्मेदारी का पाठ, पॉट्सडैम की बदहाल सड़कें खोलती हैं नेतृत्व की पोल
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Νούσα Άουμπελ: Μιλά για ευθύνη, μα οι άθλιοι δρόμοι του Πότσνταμ εκθέτουν τη διοίκησή της
-
Нуша Аубель проповідує відповідальність, а розбиті дороги Потсдама викривають провали керівництва
-
努莎・奧貝爾大談責任,波茨坦道路破敗卻暴露其領導不力
-
نوشا أوبل تنادي بالمسؤولية، لكن طرق بوتسدام المتهالكة تكشف قصور قيادتها
-
Noosha Aubel káže o odpovědnosti, rozbité silnice v Postupimi však odhalují slabiny jejího vedení
Geórgia tem nova manifestação contra lei de 'influência estrangeira'
Dezenas de milhares de pessoas voltaram a se manifestar na Geórgia nesta quarta-feira (1º), após a adoção parlamentar, em segunda leitura, de uma lei contra a "influência estrangeira", que, segundo os opositores, segue o modelo de uma lei russa para silenciar a dissidência.
Os manifestantes se reuniram, agitando bandeiras da Geórgia e da União Europeia, do lado de fora do parlamento em Tbilíssi.
Na terça-feira, a polícia dispersou com gás lacrimogêneo e balas de borracha e prendeu 63 pessoas em um protesto semelhante na capital dessa pequena ex-república soviética na região do Cáucaso.
As manifestações estão ocorrendo desde 9 de abril, quando o governo apresentou o projeto de lei sobre "influência estrangeira", comparado pelos opositores à lei sobre "agentes estrangeiros" usada pelo governo do presidente russo Vladimir Putin para silenciar a dissidência.
O partido governista, Sonho Georgiano, tentou aprovar essa legislação no início de 2023, mas não conseguiu, justamente por causa dos protestos em massa.
Mas o governo reapresentou o projeto de lei no mês passado e, nesta quarta-feira, ele foi aprovado em segunda leitura por 83 votos a favor e 23 contra, e pretende promulgá-lo até meados de maio.
A União Europeia considerou que sua aprovação seria incompatível com as aspirações de adesão da Geórgia ao bloco.
"Estou acompanhando a situação da Geórgia com grande preocupação e condeno a violência nas ruas de Tiblíssi", publicou na rede X a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
"O povo da Geórgia quer um futuro europeu para seu país. A Geórgia está em uma encruzilhada. Deve manter o rumo na direção da Europa", acrescentou.
Dezenas de milhares de manifestantes se reuniram em frente ao Parlamento, onde entoaram o hino nacional da Geórgia e a ode à Alegria, segundo um jornalista da AFP no local.
À noite, a polícia usou gás de pimenta e lacrimogêneo, assim como jatos d'água de dentro do pátio do Parlamento contra os manifestantes que tentavam bloquear o acesso à sede.
"Sua violência sem sentido é inútil, o protesto só aumentará porque cresce a revolta popular contra o nosso governo", disse à AFP o educador Tato Gachechiladze, de 20 anos.
Em nota, o Parlamento informou que "ativou o nível de segurança vermelho pelo ataque à sua sede, que representa uma ameaça à vida e à saúde" de quem está em seu interior.
Mas um jornalista da AFP no local constatou que não houve tentativas de atacar o prédio, exceto por um episódio quando um grupo de jovens balançou o portão da sede.
O primeiro-ministro Irakli Kobakhidze criticou os políticos e diplomatas pró-ocidentais, que "caluniam" o projeto de lei, que em sua opinião só "aumenta a transparência do financiamento estrangeiro das ONGs, de acordo com os valores europeus".
Ele acusou grupos civis da Geórgia de tentarem fazer revoluções "ao menos duas vezes nos últimos três anos" com financiamento europeu.
P.Stevenson--AMWN