
-
Vini Jr e Rodrygo: duas questões que Xabi Alonso precisa solucionar no Real Madrid
-
Ataque russo deixa 23 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz
-
'Não há como entrarem na Venezuela', afirma Maduro frente a 'ameaças' dos EUA
-
Lyon-Olympique de Marselha é destaque da 3ª rodada da Ligue 1
-
Jovem que lançou sanduíche em policial em Washington é acusado de infração
-
Ataque russo deixa 22 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz
-
EUA aprova venda de mísseis para a Ucrânia por US$ 825 milhões
-
Escultura de sapos da civilização mais antiga da América é encontrada no Peru
-
Besiktas anuncia demissão do técnico norueguês Solskjaer
-
Venus Williams e Leylah Fernández vencem na estreia nas duplas do US Open
-
Atirador de Minneapolis estava "obcecado com a ideia de matar crianças", segundo autoridades
-
Cientistas descobrem 'estranho' dinossauro coberto por armadura de espinhos
-
Sinner vence Popyrin e avança à terceira rodada do US Open
-
Milei culpa 'grupelho violento' por pedradas e nega corrupção
-
Kai Havertz, do Arsenal, passa por cirurgia no joelho
-
Ataque russo deixa 21 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz
-
F1 retorna no GP dos Países Baixos com aguardado duelo entre McLarens
-
Pequenos pacotes no limbo antes de entrada em vigor de tarifas nos EUA
-
Robert Kennedy Jr. critica agência de saúde dos EUA após demitir sua diretora
-
Jessica Fox, campeã olímpica de canoagem, se recupera após remoção de tumor
-
Unesco alerta para escassez mundial de professores
-
Chefe da ONU lamenta 'catálogo de horrores sem fim' em Gaza, onde Israel amplia ofensiva
-
Messi, Mastantuono e duas novidades na lista de convocados da Argentina
-
Goleiro Arnau Tenas troca PSG pelo Villarreal
-
Plataforma Kick afirma que França 'se aproveita' da morte de usuário em live
-
Meio-campista dominicano Pablo Rosario deixa Nice e assina com Porto
-
Medvedev é multado em US$ 42.500 por conduta antidesportiva no US Open
-
ONU aprova retirada das forças de paz do Líbano em 2027
-
Força-tarefa mira esquema de lavagem de ativos do crime no setor de combustíveis
-
Caminho difícil para PSG e Real Madrid na Liga dos Campeões, Barça tem mais sorte
-
Swiatek perde um set mas se classifica para 3ª rodada do US Open
-
Bia Haddad vence e avança à 3ª rodada do US Open
-
Lisa Cook, governadora do Fed, processa Trump por tentar demiti-la
-
Extrema direita e esquerda radical rejeitam acordo para salvar primeiro-ministro da França
-
Megaoperação contra lavagem de dinheiro do crime organizado no setor de combustíveis
-
Sheinbaum classifica como 'lamentável' briga entre senadores no México
-
França, Reino Unido e Alemanha ativam mecanismo para reimpor sanções da ONU ao Irã
-
Ataque russo em larga escala contra Kiev deixa 19 mortos
-
Por que os países aceitam receber os deportados dos EUA?
-
Governadora do Fed, Lisa Cook, processa Trump por tentar demiti-la
-
Vítima do tarifaço de Trump, café brasileiro quer minimizar prejuízo
-
Cartel de los Soles: existe um suposto grupo narcotraficante de Maduro?
-
Três pontos do escândalo de corrupção que atinge irmã de Milei na Argentina
-
Ataque russo em larga escala contra Kiev deixa 15 mortos
-
Festival de Veneza recebe George Clooney e Emma Stone
-
Ataque russo em larga escala contra Kiev deixa 14 mortos
-
China fortalecerá alianças não ocidentais com reunião e desfile militar
-
Trump quer limitar período de permanência de estudantes e jornalistas
-
Coreia do Sul proibirá telefones celulares nas salas de aula
-
Casa Branca demite diretora de agência de saúde que se recusou a renunciar

Nova vitória judicial para Trump com anulação do caso dos documentos confidenciais
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, obteve nesta segunda-feira (15) uma nova vitória legal com a rejeição do caso aberto contra ele por má gestão de documentos sigilosos após deixar a Casa Branca em janeiro de 2021.
O candidato republicano às eleições presidenciais de novembro, que será oficialmente nomeado na convenção de seu partido esta semana, havia sido acusado junto com dois assistentes pessoais por guardar arquivos confidenciais sem as precauções necessárias em sua mansão de Mar-a-Lago, na Flórida.
Trump, que escapou de uma tentativa de assassinato no sábado na Pensilvânia, comemorou a decisão judicial em sua rede social Truth e pediu que os outros três processos criminais abertos contra ele também sejam rejeitados.
A juíza Aileen Cannon aceitou um pedido de seus advogados e anulou o processo por considerar ilegal a nomeação do promotor especial Jack Smith, que investiga o caso.
Sem se pronunciar sobre o mérito do caso, a juíza disse que a nomeação e o financiamento do promotor violavam as seções da Constituição que tratam das nomeações e dos gastos.
"O tribunal está convencido de que as ações do promotor especial Smith neste caso violam dois pilares da nossa ordem constitucional, o papel do Congresso na nomeação de funcionários em virtude da Constituição e o papel do Congresso na autorização legal de despesas", escreveu Cannon.
Consequentemente, todas as audiências previstas no caso foram canceladas, embora a Promotoria possa recorrer da decisão.
- Imunidade penal parcial -
A acusação afirmava que Trump havia colocado em risco a segurança dos Estados Unidos ao conservar em sua casa documentos confidenciais, incluindo planos militares e informações sobre armas nucleares, após o fim de seu mandato, em vez de entregá-los aos arquivos nacionais como exige a lei.
Outra lei, sobre espionagem, proíbe guardar segredos de Estado em locais não autorizados.
O magnata, de 78 anos, também estava acusado de tentar destruir provas neste caso, cujas acusações mais graves poderiam levar a uma pena de 10 anos de prisão.
A juíza Cannon já havia adiado indefinidamente este julgamento, que deveria ter começado em 20 de maio.
Trump tenta adiar o máximo possível os outros três casos nos quais está acusado, pelo menos até depois das eleições contra o presidente democrata Joe Biden.
Em 30 de maio, um tribunal de Nova York o declarou culpado de "falsificação contábil agravada com o intuito de ocultar uma conspiração para alterar as eleições de 2016". Sua sentença será conhecida em setembro.
Mas Trump marcou uma vitória inesperada com a decisão da Suprema Corte, em 1º de julho, de conceder ao presidente dos Estados Unidos uma ampla imunidade penal.
Nesta decisão sem precedentes, o alto tribunal de maioria conservadora considerou que, do ponto de vista penal, um presidente "tem direito, no mínimo, a uma presunção de imunidade processual por todos os seus atos oficiais".
Por isso, encaminhou um dos casos mais importantes contra Trump - o de suas supostas tentativas de reverter ilegalmente os resultados das eleições de 2020 - a um tribunal de primeira instância para que determine quais atos do ex-presidente poderiam gozar dessa imunidade.
A acusação, por sua vez, buscará demonstrar que Trump pode sim ser julgado por esses fatos.
Se vencer as eleições de novembro, o republicano poderá ordenar a suspensão dos processos federais contra ele, uma vez empossado em janeiro de 2025.
B.Finley--AMWN