-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Acidente com avião militar deixa oito mortos na Colômbia
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
-
Aeroporto LaGuardia de Nova York reabre após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Mundo deu a Israel 'licença para torturar' palestinos, diz especialista da ONU
-
Dacia Striker: Bonito e robusto?
-
Governo Trump pede calma ante alta do petróleo, mas empresários são céticos
-
Canobbio e Muslera são convocados por Bielsa para amistosos do Uruguai
-
Skoda Peaq: Novo SUV elétrico de 7 lugares
-
Cerúndolo vence Medvedev e avança às oitavas de final do Masters 1000 de Miami
-
Inglaterra será um termômetro para o Uruguai, diz Muslera
-
Aeropuerto LaGuardia de Nova York fecha após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Exploração nas bombas de gasolina
-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
-
Alex Sandro e Gabriel Magalhães são cortados da Seleção por lesão
-
Trump afirma negociar o fim da guerra com alto cargo iraniano
-
Preço do petróleo cai após declarações de Trump sobre o Irã
-
Após eleições municipais, França se prepara para presidencial de 2027
-
Griezmann avança em negociação para deixar Atlético de Madrid rumo à MLS no meio do ano
-
Chiesa é cortado e vai desfalcar Itália na repescagem para Copa do Mundo
-
EUA e Irã encontraram 'pontos de acordo importantes', diz Trump
-
Último latino-americano campeão de Grand Slam, Del Potro elogia João Fonseca: 'Tem muito potencial'
-
Alex Sandro é cortado da Seleção por lesão e Ancelotti convoca Kaiki, do Cruzeiro
-
Trump adia ataques contra o Irã após conversas 'muito boas' com Teerã, que nega negociações
-
Sobreviventes da ditadura argentina recordam o horror após 50 anos do golpe
-
Guerra no Oriente Médio e Venezuela dominam fórum sobre petróleo em Houston
-
Antes da Copa do Mundo, pioneiras do futebol no México buscam driblar o esquecimento
-
Dois mortos em colisão de avião e veículo no aeroporto LaGuardia de Nova York
-
Ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin morre aos 88 anos
-
Petróleo opera em alta e Bolsas em queda após ultimato de Trump ao Irã
-
Cuba restabelece serviço de energia elétrica após segundo apagão em uma semana
-
Israel lança ataques contra Teerã; Irã ameaça instalações de energia do Golfo
-
Com 2 de Vini, Real Madrid vence clássico contra o Atlético; Barça segue líder isolado
-
Líder Inter cede empate com Fiorentina; Como emenda 5ª vitória seguida
-
Carlos Alcaraz é eliminado na 3ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Esquerda mantém Paris e Marselha em eleições municipais acirradas a um ano das presidenciais
-
Israel prevê 'várias semanas de combates' contra Irã e Hezbollah
Separatista Puigdemont saiu da Espanha para a Bélgica, segundo seu entorno
Um dia depois de seu breve reaparecimento em Barcelona, o separatista Carles Puigdemont já havia partido da Espanha nesta sexta-feira(9) com destino à Bélgica, segundo seu entorno, uma fuga que suscita críticas ao dispositivo mobilizado para prendê-lo.
"Está voltando para Waterloo", disse Jordi Turull, secretário-geral do partido Juntos pela Catalunha (JxCAT), de Puigdemont, à rádio catalã Rac1, referindo-se à cidade belga perto de Bruxelas onde o separatista passou a maior parte de seus sete anos no exterior, fugindo da Justiça.
"Não descarto que ainda esteja em Barcelona", disse Eduard Sallent, delegado-chefe dos Mossos d'Esquadra, a polícia catalã, "até que tenhamos provas de que está fora de nossa jurisdição(...), continuaremos procurando", afirmou.
O advogado de Puigdemont, Gonzalo Boye, disse ao Rac1 que seu cliente "está fora do Estado espanhol" e que "hoje ou amanhã" deverá prestar declarações.
O ex-presidente catalão é procurado pela fracassada tentativa de secessão da região espanhola em 2017. A Justiça determinou sua prisão, apesar da lei de anistia promovida pelo presidente do Governo, Pedro Sánchez, em troca do apoio do JxCAT a seu Executivo.
Figura-chave do separatismo catalão, Puigdemont reapareceu na quinta-feira perante milhares de apoiadores em Barcelona, em um palco montado perto do Parlamento regional, prestes a eleger o novo presidente catalão, o socialista Salvador Illa.
Segundo Turull, Puigdemont estava na capital catalã desde terça-feira.
Depois de um breve discurso, Puigdemont desapareceu, apesar do amplo esquema de segurança mobilizado para prendê-lo.
- A Justiça pede explicações -
A nova fuga provocou uma avalanche de críticas ao dispositivo para prender Puigdemont, que havia anunciado antecipadamente seu retorno.
Na mira está sobretudo a polícia catalã, cujas ações já foram questionadas durante a crise de 2017. Dois agentes foram presos na quinta-feira sob suspeita de terem colaborado com a fuga de Puigdemont.
Na sexta-feira, o juiz do Tribunal Supremo espanhol, encarregado do caso contra Puigdemont, pediu ao Ministério do Interior e aos Mossos explicações para o "fracasso".
A polícia catalã se defendeu nesta sexta-feira. "Quero deixar bem claro que em nenhum momento foi negociada a detenção do senhor Carles Puigdemont, não negociamos nem acordamos nada", disse Eduard Sallent, que garantiu que estava tudo preparado para prender o separatista quando se aproximasse Parlamento, o que não aconteceu.
"Os fatos aconteceram muito rapidamente", disse o delegado-chefe, que lembrou que Puigdemont esteve sempre "acompanhado por uma massa de pessoas e autoridades catalãs" para "dificultar a intervenção" da polícia.
- "Indescritível" -
Puigdemont fugiu em um carro que os Mossos rapidamente perderam de vista. Imediatamente depois, a polícia montou uma série de postos de controle em Barcelona e outras partes da Catalunha, sem sucesso.
"Planejamos um dispositivo no qual o senhor Puigdemont teria a vontade de participar da sessão plenária de posse" no Parlamento, "o que, tanto à luz da investigação como dos fatos, está claramente descartado", acrescentou.
Os Mossos "não estavam preparados ou não previram tal comportamento inesperado" por parte de Puigdemont, criticou o ministro do Interior do governo catalão, Joan Ignasi Elena.
A nível nacional, a fuga de Puigdemont provocou a ira da oposição de direita e de extrema direita, que criticou o governo do socialista Pedro Sánchez.
"O que aconteceu ontem é indescritível e não pode ficar impune. (...) Diante desta farsa, o Governo não pode continuar de férias rindo dos espanhóis", escreveu no X Alberto Núñez Feijóo, líder do conservador Partido Popular, principal partido da oposição, que apelou à demissão, entre outros, do ministro do Interior.
D.Moore--AMWN