-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em plena crise diplomática
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
-
Hansi Flick diz que Barcelona será seu último clube
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por assassinato na França
-
Irã anuncia negociação com a Fifa para fazer seus jogos da Copa no México
-
Auge do uso de drones em guerras gera interesse por sistemas de defesa a laser
-
'Posso morrer presa', diz Cristina Kirchner em megajulgamento por corrupção na Argentina
-
IA não consegue competir com criatividade em Hollywood, diz executivo
-
Dois mortos em epidemia de meningite 'sem precedentes' na Inglaterra
-
Colômbia aposta em asfixiar o narcotráfico com apoio de Equador e Venezuela, diz ministro
-
Gregory Bovino, rosto das batidas migratórias de Trump, anuncia aposentadoria
-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
-
Políticos dinamarqueses procuram eleitores até na sauna
-
Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima abraçado por Obama morre aos 88 anos
-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
-
Israel afirma que matou chefe do Conselho de Segurança do Irã
-
Afeganistão acusa Paquistão por bombardeio que matou quase 400 em centro médico de Cabul
-
Petro denuncia possível bombardeio do Equador em território colombiano
-
Israel bombardeia Teerã e Beirute; Bagdá é alvo de ataques
-
Mísseis lançados contra casa deixam quatro mortos em Bagdá
-
Adolescentes processam xAI nos EUA por imagens sexualizadas geradas por chatbot
-
Jogadoras iranianas treinam com clube australiano e enviam mensagem: "Tudo vai ficar bem"
-
Brentford cede empate contra lanterna Wolves no encerramento da 30ª rodada da Premier
-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
-
Bayer Leverkusen, espelho e obstáculo para o Arsenal na Champions
-
Presidente de Israel diz que Europa deveria apoiar esforços para 'erradicar' o Hezbollah
-
Corvos necrófagos memorizam vastas áreas dos territórios de caça dos lobos, diz estudo
-
Em grande fase, João Pedro tem missão de liderar virada do Chelsea contra PSG na Champions
-
Trump critica falta de 'entusiasmo' de aliados para reabrir Estreito de Ormuz
-
Cuba abre economia a emigrados e permite investimentos de residentes nos EUA
-
João Fonseca poderá enfrentar Alcaraz na 2ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Afeganistão acusa Paquistão de matar civis em ataque a Cabul
-
'O melhor jogador do mundo', diz Arbeloa sobre Mbappé
-
Aliados da Otan rejeitam proposta de Trump de intervir no Estreito de Ormuz
Charles III elogia 'espírito de unidade' no 20º aniversário dos atentados de Londres
O rei Charles III elogiou o "espírito de unidade" do povo britânico após os atentados de Londres de 7 de julho de 2005, que deixaram 52 mortos, e que completam 20 anos nesta segunda-feira (7).
A homenagem nacional às vítimas começou às 8h50, horário local (4h50 no horário de Brasília), com duas coroas de flores depositadas no memorial de 7 de julho, no Hyde Park, em Londres, carregadas, respectivamente, pelo primeiro-ministro, Keir Starmer, e pelo prefeito de Londres, Sadiq Khan.
Na manhã de 7 de julho de 2005, nos primeiros ataques suicidas cometidos no Reino Unido, quatro islamistas britânicos inspirados pela Al-Qaeda detonaram explosivos presos aos seus corpos em três vagões de metrô e um ônibus durante o horário de pico no centro de Londres, matando 52 pessoas e ferindo centenas.
Uma cerimônia de homenagem às vítimas está programada para a Catedral de São Paulo. Entre os presentes estarão o primeiro-ministro e os duques de Edimburgo, príncipe Edward e sua esposa Sophie, representando o rei Charles III.
- "Profunda tristeza" -
"Lembramos com profunda tristeza das 52 pessoas inocentes mortas nesses atos de maldade sem sentido e a dor contínua de seus entes queridos", disse o soberano britânico em um comunicado no domingo.
Ele também destacou "o espírito de unidade que ajudou Londres e a nação a se recuperar" e enfatizou a importância de "construir uma sociedade na qual pessoas de todas as crenças e origens possam conviver".
"Aqueles que tentaram nos dividir falharam", disse Keir Starmer em uma mensagem divulgada nesta segunda-feira. "Estávamos unidos naquela época e permanecemos unidos hoje, contra o ódio e pelos valores que nos definem: liberdade, democracia e Estado de direito", acrescentou.
- Depoimento de sobrevivente -
Vinte anos após os eventos, Daniel Biddle ainda está marcado por eles, como ele mesmo disse à BBC. Ele tinha 26 anos quando perdeu as duas pernas e o olho esquerdo em uma das explosões.
Além da "dor" que o atormenta até hoje, ele não consegue apagar da memória o momento em que viu um dos homens-bomba detonando seu artefato explosivo em um trem. "Aquele rosto está gravado na minha mente", confessou.
"Sinto como se estivesse vivendo a prisão perpétua dos homens que deveriam estar cumprindo pena", acrescentou.
Desde 2005, vários ataques abalaram o país, mas nenhum de tamanha magnitude.
Entre os mais significativos estão o atentado suicida na Manchester Arena, em maio de 2017, que deixou 22 mortos, e o ataque com uma van na London Bridge, em junho do mesmo ano, que deixou oito mortos.
"Estamos muito mais protegidos contra o terrorismo porque os serviços de segurança implementaram um sistema muito eficaz", disse Tony Blair, que era primeiro-ministro na época dos ataques de 2005, à BBC nesta segunda-feira.
Vários eventos foram organizados em Londres para marcar o aniversário do que os britânicos chamam de "7/7" e que faz parte de uma série de ataques de grande escala na década de 2000, como os de 11 de setembro de 2001, em Nova York, e 11 de março de 2004, em Madri.
M.Fischer--AMWN