-
Alcaraz perde para Medvedev nas semis de Indian Wells, sua 1ª derrota do ano
-
Real Madrid vence Elche (4-1) e coloca pressão sobre líder Barça
-
Arsenal vence Everton (1-0) e acelera rumo ao título; City não consegue seguir ritmo
-
Sinner vence Zverev e vai disputar sua 1ª final de Indian Wells
-
Atlético de Madrid vence Getafe (1-0) e reassume 3º lugar no Espanhol
-
Arsenal derrota Everton (1-0) e acelera rumo ao título; Newcastle vence Chelsea
-
Trump diz que outros países 'devem se ocupar' da segurança do Estreito de Ormuz
-
Lens é derrotado na visita ao Lorient (2-1) e perde chance de tomar liderança do PSG
-
Inter de Milão tropeça em casa contra Atalanta (1-1)
-
Perdas humanas na guerra do Oriente Médio
-
Bolsonaro segue estável, mas sua função renal piorou
-
Embaixada dos EUA é atacada e bombardeios a grupo pró-Irã matam três no Iraque
-
Bayern de Munique arranca empate (1-1) contra Leverkusen; Dortmund vence, mas continua distante
-
Trump quer envolvimento internacional para garantir tráfego no Estreito de Ormuz
-
Ministro do Esporte da Rússia defende reintegração de atletas, hino e bandeira nos Jogos Paralímpicos
-
Israel afirma que guerra contra Irã entra em 'fase decisiva'
-
Defesa Civil de Gaza reporta seis mortos em ataques israelenses
-
'Branca de Neve' e 'Guerra dos Mundos' levam Framboesa de Ouro
-
Morre, aos 96 anos, o filósofo alemão Jürgen Habermas
-
Trump pede que outros países enviem forças navais ao Estreito de Ormuz
-
Quem vai levar o Oscar de Melhor Filme? Confira os dez indicados
-
Coreia do Sul acusa Pyongyang de lançar cerca de 10 mísseis balísticos não identificados
-
Ataque à embaixada dos EUA e três mortos em bombardeios contra grupo pró-Irã no Iraque
-
Antonelli se torna, no GP da China, o mais jovem da história a conquistar pole position
-
Brasil e Paraguai impulsionam relações após tensão diplomática
-
Presidente da Venezuela pede fim de sanções dos EUA em reunião com missão colombiana
-
EUA bombardeia principal centro petrolífero do Irã no Golfo
-
Homem que atacou sinagoga nos EUA deu um tiro na cabeça (FBI)
-
Olympique de Marselha vence Auxerre e se consolida em 3º no Francês
-
Cuba confirma 'negociações' com EUA e inicia libertação de presos
-
Bolívia captura um dos narcotraficantes mais procurados do Cone Sul
-
Roma recebe sinal verde para construir novo estádio que pode ser usado na Euro 2032
-
Lula revoga visto de assessor dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Fornecimento de gás é retomado no Peru após semanas de racionamento
-
Cássio sofre grave lesão no joelho esquerdo e terá que fazer cirurgia
-
Ucrânia inaugura embaixada no Panamá, um parceiro fundamental
-
GPs de F1 do Bahrein e da Arábia Saudita devem ser 'cancelados ou adiados'
-
Em ano eleitoral, Lula revoga visto de assessor dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Fortes explosões abalam o Irã durante manifestação com autoridades
-
Marset, um dos narcotraficantes mais procurados do Cone Sul, é capturado na Bolívia
-
Ministra das Relações Exteriores da Groenlândia renuncia
-
Martín Anselmi vive momento de pressão máxima no Botafogo
-
Canadá constrói novo quebra-gelo para reforçar presença no Ártico
-
Diretores de elenco finalmente serão reconhecidos no Oscar
-
Lula revoga visto de diplomata dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Com semana livre para treinar, Manchester United quer voltar a vencer no Inglês
-
Ex-presidente Bolsonaro dá entrada na UTI com broncopneumonia
-
EUA faz forte revisão para baixo do PIB nos últimos meses de 2025
-
Russell lidera dobradinha da Mercedes na classificação sprint do GP da China
-
Petróleo recua levemente, mas se mantém perto dos 100 dólares
Rússia rejeita acusações de que Navalny foi envenenado
O Kremlin qualificou, nesta segunda-feira (16), como “infundadas” as acusações de cinco países europeus segundo as quais o opositor Alexei Navalny morreu por envenenamento com uma “toxina rara” enquanto estava em uma prisão russa, exatamente dois anos atrás.
O ativista anticorrupção, que por anos se opôs firmemente ao presidente russo Vladimir Putin e à ofensiva contra a Ucrânia lançada em 2022, morreu na prisão em 16 de fevereiro de 2024, aos 47 anos.
Reino Unido, Suécia, França, Alemanha e Países Baixos acusaram Moscou de tê-lo “envenenado”, segundo as conclusões de uma investigação publicadas no sábado.
“Naturalmente, não aceitamos tais acusações. Não concordamos com elas. As consideramos tendenciosas e infundadas”, disse a jornalistas, entre eles da AFP, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, durante uma coletiva de imprensa diária por telefone.
Nesta segunda, a mãe do opositor esteve no cemitério de Borisov, em Moscou, onde está enterrado seu filho, e exigiu “justiça”. Dezenas de pessoas a acompanharam, apesar dos riscos, para lembrar Navalny no segundo aniversário de sua morte.
“Isso confirma o que já sabíamos desde o início. Sabíamos que nosso filho não morreu na prisão simplesmente, foi assassinado”, declarou Liudmila Navalnaia.
“Acho que vai levar algum tempo, mas descobriremos quem fez isso. Claro, queremos que isso ocorra em nosso país e que a justiça prevaleça”, disse a jornalistas.
Nesta segunda-feira, o túmulo do opositor estava coberto de flores e também foi celebrada uma cerimônia religiosa. Alguns dos que foram prestar homenagem cobriram o rosto com máscaras cirúrgicas.
Várias pessoas contaram à AFP, sem revelar seus sobrenomes, por que decidiram se arriscar e ir ao cemitério.
"Queremos honrar a memória de uma pessoa que morreu injustamente por causa das repressões políticas", disse Olga, uma designer de 27 anos que levou rosas amarelas. Para Liudmila, uma aposentada de 67 anos, Navalny era uma pessoa "luminosa" que despertava o desejo de "seguir" em frente.
Na Rússia, as autoridades proibiram as organizações criadas por Navalny por “extremismo” e “terrorismo”, e qualquer apoio público a seu movimento de oposição é passível de perseguição judicial.
- Toxina de rã -
Reino Unido, Suécia, França, Alemanha e Países Baixos divulgaram no sábado os resultados de uma investigação realizada com amostras retiradas clandestinamente da Rússia após seu falecimento.
Essa investigação concluiu que Navalny foi “envenenado” com uma “toxina rara” presente na pele das rãs-dardo do Equador, a epibatidina, segundo uma declaração conjunta emitida durante a Conferência de Segurança de Munique.
“Apenas o Estado russo tinha os meios, um motivo e a oportunidade de utilizar essa toxina letal”, afirmaram os autores do relatório, que responsabilizam Moscou por sua morte durante seu encarceramento em uma prisão na Sibéria.
Sua viúva, Yulia Navalnaia, agora no exílio, disse no sábado que “o assassinato” do marido agora está “comprovado pela ciência”.
Moscou sempre rejeitou essas acusações, sem fornecer uma explicação completa para sua morte, indicando apenas que ele sucumbiu de forma repentina após um passeio em sua colônia penitenciária.
Navalny cumpria uma pena de 19 anos em uma prisão no Ártico. Em 2020, tinha sobrevivido por pouco a um grave envenenamento e, à beira da morte, acabou sendo tratado na Alemanha.
Ao retornar à Rússia em janeiro de 2021, foi detido de imediato e posteriormente condenado a várias penas severas que ele denunciava como políticas.
A oposição liberal russa, enfraquecida pelas perseguições do Kremlin, não se recuperou da sua morte.
F.Pedersen--AMWN