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A queda do ex-príncipe Andrew em datas marcantes
A queda do ex-príncipe Andrew, irmão mais novo do rei Charles III, foi progressiva, com várias datas importantes. Começou há anos e culminou em sua prisão nesta quinta-feira (19) pela polícia britânica, como suspeito de ter transmitido informações confidenciais ao criminoso sexual americano Jeffrey Epstein.
1999: Andrew conhece Jeffrey Epstein através da companheira e cúmplice do financista, Ghislaine Maxwell, que estudou na cidade inglesa de Oxford.
Julho de 2011: Andrew renuncia a seu cargo de enviado especial do Reino Unido para o Comércio Internacional, meses após a imprensa britânica ter publicado uma foto que o mostrava ao lado de Virginia Giuffre, a principal acusadora de Epstein.
Há suspeitas de que ele possa ter transmitido informações confidenciais ao financista quando ocupava o cargo.
Novembro de 2019: Andrew se retira de suas funções públicas devido às fortes críticas após uma entrevista considerada desastrosa na BBC, na qual negou, sem convencer, as acusações de ter mantido relações sexuais com Giuffre quando ela ainda era menor de idade, enquanto era explorada por Epstein. O ex-príncipe afirmou não se lembrar de tê-la conhecido.
Agosto de 2021: Giuffre apresenta uma ação civil nos Estados Unidos contra o então príncipe por agressão sexual.
Janeiro de 2022: a ação movida pela jovem é considerada admissível pela Justiça. No dia seguinte, a rainha Elizabeth II retira de seu filho seus títulos militares e seus patronatos reais.
Fevereiro de 2022: Andrew chega a um acordo extrajudicial com Giuffre para encerrar as ações. O valor permanece confidencial, mas, segundo a imprensa britânica, é estimado em mais de 12 milhões de dólares (R$ 61,7 milhões, na cotação da época).
Dezembro de 2024: Andrew se vê envolvido em um novo escândalo relacionado aos seus vínculos com um empresário chinês acusado de espionagem.
Janeiro de 2025: documentos judiciais revelam uma troca de e‑mails entre Andrew e Epstein em 2011, embora o irmão do rei tivesse assegurado que rompeu os laços com o americano em 2010.
17 de outubro de 2025: Andrew renuncia ao seu título real de duque de York após novas acusações publicadas nas memórias póstumas de Virginia Giuffre, que se suicidou em abril de 2025, aos 41 anos.
30 de outubro de 2025: Charles III retira de seu irmão mais novo todos os seus títulos, incluindo o de príncipe, e o obriga a deixar sua residência histórica em Windsor.
Final de janeiro/início de fevereiro de 2026: milhões de novos documentos relacionados ao caso Epstein são divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, alguns dos quais são comprometedores para Andrew.
Entre eles, fotos sem data que mostram o ex-príncipe ajoelhado e inclinado sobre uma jovem com o rosto coberto, e-mails convidando Epstein ao Palácio de Buckingham para conversar em "privado", assim como uma acusação de agressão sexual por parte de uma segunda mulher que afirma, por meio de seu advogado, que o financista a enviou à Inglaterra em 2010 para manter relações sexuais com Andrew na residência de Windsor.
2 de fevereiro: sob pressão, Andrew deixa Windsor para se instalar oficialmente em Sandringham, residência privada do rei em Norfolk, no leste da Inglaterra.
9 de fevereiro: a polícia de Windsor indica que está "examinando" informações de que Andrew teria transmitido dados confidenciais a Jeffrey Epstein em 2010, quando era enviado especial para o Comércio Internacional.
11 de fevereiro: o ex-primeiro-ministro trabalhista Gordon Brown insta a polícia a "examinar" as acusações de que mulheres teriam sido enviadas ao Reino Unido em aviões privados do criminoso sexual americano. Segundo a imprensa britânica, ao menos uma delas teria visitado Andrew no Palácio de Buckingham.
19 de fevereiro: Andrew é detido pela polícia e colocado sob custódia, um fato sem precedentes na história recente da monarquia britânica.
O.Karlsson--AMWN