-
Suprema Corte dos EUA limita redistribuição eleitoral destinada a favorecer minorias
-
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas pela terceira reunião consecutiva
-
Chefe de gabinete de Milei se defende no Congresso de suspeitas de corrupção
-
Suprema Corte dos EUA limita redesenho eleitoral destinado a favorecer minorias
-
Senado decide sobre Messias, candidato de Lula ao STF
-
Sinner vence Jódar e vai às semifinais do Masters 1000 de Madri
-
Trump diz ao Irã que 'é melhor ficarem espertos logo' e aceitarem acordo nuclear
-
Dois judeus ficam feridos em ataque 'terrorista' com faca em Londres
-
Medo e ressentimento: a violência contra figuras da IA
-
Guerra no Irã ameaça levar mais de 30 milhões de pessoas à pobreza
-
Guerrilheiros reivindicam atentado que matou 21 pessoas na Colômbia
-
Estocolmo faz experimento com cafeteria totalmente gerida por IA
-
MBDA e Safran lançam primeiro teste de foguete de longo alcance Thundart
-
Goleiro argentino do Zaragoza é suspenso por 13 jogos após dar soco em adversário
-
Potapova vence Pliskova e vai às semifinais do WTA 1000 de Madri
-
Dois judeus feridos em ataque com faca em Londres
-
Chefe do Pentágono prestará esclarecimentos ao Congresso sobre a guerra no Irã
-
Powell é foco de reunião do Fed, que deve manter juros
-
Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias'
-
UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos ao Facebook e Instagram
-
Empresário espanhol acusado em esquema de corrupção aponta diretamente para Pedro Sánchez
-
Influente ex-primeiro-ministro tailandês deixará prisão em maio
-
Ouro perde brilho na guerra no Oriente Médio
-
Prêmio Princesa de Astúrias premia a 'madrinha do punk' Patti Smith
-
Ator Sam Neill, de 'Jurassic Park', diz que superou câncer
-
'É melhor ficarem espertos!', adverte Trump ao Irã diante de impasse nas negociações
-
A destruição de florestas tropicais desacelerou em 2025, mas continua preocupante
-
Justiça suspende direitos de voto da Eagle na SAF do Botafogo
-
Fifa aumenta premiações para a Copa do Mundo de 2026
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
Licença de emissora de TV passará por revisão após críticas de Trump a apresentador
-
Enviada de Trump na Ucrânia deixará cargo após um ano
-
Fifa afirma que Infantino desconhecia pedido de escolta policial no Canadá
-
Ex-diretor do FBI é acusado de ameaçar a vida de Donald Trump
-
'Independência': países em Santa Marta pedem fim do uso de combustíveis fósseis
-
PSG vence Bayern (5-4) no jogo de ida da semifinal da Champions
-
Trump terá sua foto impressa nos passaportes americanos
-
Sabalenka é eliminada por Haley Baptiste nas quartas de final do WTA 1000 de Madri
-
Artista francês se tranca em jaula para denunciar domínio das 'big techs'
-
Charles III pede que EUA se mantenha fiel aos aliados ocidentais
-
Ex-diretor do FBI e desafeto de Trump é alvo de nova acusação judicial
-
"Terei minhas chances", diz Jódar, antes do duelo contra Sinner em Madri
-
Jogadores que taparem a boca em discussões na Copa de 2026 poderão ser expulsos
-
Militares mataram quase 7.900 civis entre 1990 e 2016 na Colômbia
-
Blockx vence Francisco Cerúndolo e vai às quartas do Masters 1000 de Madri
-
Atlético de Madrid aposta no 'faz-tudo' Llorente para conquistar vaga na final da Champions
-
Musk e Altman se enfrentam em julgamento sobre a OpenAI
-
'The White Lotus' escala Laura Dern para quarta temporada
-
Luca Zidane sofre fratura na mandíbula a um mês e meio da Copa do Mundo
Os grandes dramaturgos premiados com o Nobel
A Academia Sueca não premia apenas romancistas ou poetas, mas também grandes dramaturgos, desde Bernard Shaw, nos anos 1920, até o norueguês Jon Fosse, que ganhou, nesta quinta-feira (05), o Nobel de Literatura.
- Bernard Shaw, pai de 'Pigmalião' (1925) -
Em 1925, a Academia premiou o irlandês Bernard Shaw, por sua obra repleta de "idealismo e humanidade" e sua "sátira estimulante" permeada por uma "beleza poética singular".
O autor socialista, que fracassou como romancista, escreveu cerca de 60 obras em que denuncia abusos sociais. A mais famosa delas, "Pigmalião" (1912), foi adaptada para o cinema e inspirou a comédia musical "My Fair Lady", que fez sucesso na Broadway.
- Pirandello, o teatro como parêntese (1934) -
Para o dramaturgo italiano Luigi Pirandello, o teatro foi, inicialmente, um parêntese. Mas foram as suas obras que lhe valeram o reconhecimento da crítica, e não seus romances, poemas e contos.
Pirandello foi premiado com o Nobel em 1934, dois anos antes da sua morte, por sua "renovação ousada e engenhosa da arte dramática e teatral". Sua obra mais famosa, "Seis Personagens em Busca de um Autor", apresenta personagens que rejeitam a forma como seu drama é representado.
- Eugene O'Neill, pioneiro do teatro nos EUA (1936) -
Antes de Eugene O'Neill, o teatro americano era dominado por representações moralistas, dramáticas ou humorísticas. O nova-iorquino de origem irlandesa mudou isso com criações que representavam sua visão trágica da vida.
A obra de O'Neill dominou o teatro americano, como o fizeram Shakespeare, no Reino Unido, e Strindberg, na Suécia. No entanto, a maioria de suas obras foi publicada sem a sua autorização, entre elas "Longa Jornada Noite a Dentro" (1956).
Quando recebeu o Nobel, em 1936, considerou o prêmio "um símbolo do reconhecimento pela Europa do advento do teatro americano".
- Samuel Beckett e o teatro do absurdo (1969) -
O irlandês Samuel Beckett foi premiado em 1969 por sua "obra, que, por meio da renovação, alça voo na destituição do homem moderno".
"Esperando Godot", escrita em francês em 1948, é considerada o ápice do teatro do absurdo. Nela, dois personagens esperam por alguém que nunca virá, chamado Godot.
Beckett escreveu outras peças teatrais importantes, como "Fim de Jogo" (1957). Sua obra, refinada e minimalista, expressa um pessimismo envolvendo a condição humana, com tons burlescos.
- Dario Fo, o bufão militante (1997) -
Dramaturgo de extrema esquerda, diretor e ator, o italiano Dario Fo era "um homem teatral".
Em 1997, foi reconhecido pelo Nobel, segundo o qual o personagem que ele construiu "imita os bufões medievais, flagelando a autoridade e fazendo a dignidade dos oprimidos ser respeitada".
O júri citou duas de suas peças mais políticas: "Mistero Buffo" (1969) e "Morte Acidental de um Anarquista" (1970). Atualmente, ele é um dos autores mais representados do mundo.
- Harold Pinter, monumento do teatro britânico (2005) -
Militante anti-imperialista, Harold Pinter, que recebeu o Nobel em 2005, é considerado "o representante mais proeminente do teatro dramático inglês da segunda metade do século XX", segundo a Academia.
Autor de cerca de 30 obras, o dramaturgo, que morreu em 2008, também escreveu obras radiofônicas e roteiros.
Pinter, que começou como ator, fez sucesso com "A Festa de Aniversário" (1958), uma de suas primeiras obras e uma das mais representadas. A consagração veio com "O Zelador" (1959).
Inspiradas em seu amigo Beckett, as obras de Pinter possuem uma atmosfera particular, com situações aparentemente inocentes que se voltam para o absurdo.
S.F.Warren--AMWN