-
Νούσα Άουμπελ: Μιλά για ευθύνη, μα οι άθλιοι δρόμοι του Πότσνταμ εκθέτουν τη διοίκησή της
-
ヌーシャ・アウベル、責任を説くもポツダムの道路の惨状が指導力不足を露呈
-
누샤 아우벨, 책임 외치지만 포츠담의 망가진 도로는 리더십 부실 드러내
-
努莎・奧貝爾大談責任,波茨坦道路破敗卻暴露其領導不力
-
نوشا أوبل تنادي بالمسؤولية، لكن طرق بوتسدام المتهالكة تكشف قصور قيادتها
-
Нуша Аубель проповідує відповідальність, а розбиті дороги Потсдама викривають провали керівництва
-
Нуша Аубель учит ответственности, но разбитые дороги Потсдама выдают провалы управления
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Zverev vence Shelton e conquista seu primeiro US Open
-
PSG vence a 1ª no Francês; Lille de Davide Ancelotti é o novo líder
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça; Atlético vence Real Sociedad
-
Napoli, enfim, vence em casa; Juve sofre 1ª derrota
-
Ultradireitista Le Pen defende "prioridade nacional" na campanha para eleições na França
-
Trump critica Zelensky e promete eliminar tarifas sobre uísque ao fim de visita à Irlanda
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Napoli, enfim, vence em casa e dá respiro a Allegri
-
Kane dá vitória ao Bayern sobre o modesto Elversberg no Alemão
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Manchester City, com dez, vence clássico contra Manchester United
-
Trump critica Zelensky e a busca por desacelerar a IA durante sua visita à Irlanda
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Alison dos Santos é campeão do Mundial de Atletismo Ultimate com 3º melhor tempo da história
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça sobre o Levante
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Lille de Davide Ancelotti vence Troyes e é o novo líder do Francês
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Espanha afirma que mais de 5.300 migrantes deixaram Ceuta neste mês
-
Kimi Antonelli vence GP da Espanha de F1
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
Trump encerra visita à Irlanda após seu controverso apoio à reunificação do país
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
Cúpula do Brics defendeu a cooperação econômica e o crescimento global 'inclusivo'
-
張國榮70歲誕辰音樂會西九舉行 唐鶴德錄音致意
-
鏈球選手周柏言身形被質疑 教練指出其香港青年紀錄成績
-
ONU alerta que mais de 2.000 pessoas já fugiram do Iêmen para Djibuti
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
《浪花男女》辦特別謝票場 馮志強談票房與導演客串拍攝
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
-
Mãe de Daniel Vorcaro busca doações para pagar contas com recursos bloqueados
-
Viés estético: como a beleza das borboletas europeias determina o seu destino na conservação
-
حمزة قورقماز يناقش العلاقة بين وضوح المبادئ واحترام الاختلاف
-
بزشكيان يؤكد رفض الاستسلام وسلطات إيران تعلن مقتل شخص في استهداف سفينة
-
فليك يضم حمزة عبد الكريم إلى قائمة برشلونة بعد أربعة أهداف في الإعداد
-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
Batalha legal, protestos, pressão internacional: principais pontos da crise na Venezuela
A controversa reeleição de Nicolás Maduro mergulhou a Venezuela em mais incertezas: o presidente, favorecido por todos os poderes, iniciou uma batalha legal para resolver as denúncias de fraude que geraram protestos e pressão internacional para verificar as atas.
Maduro, líder do movimento chavista que começou há mais de 25 anos, afirma que ganhou de forma limpa no domingo (28), mas a oposição alega o contrário. A líder María Corina Machado diz ter provas da vitória de seu representante na cédula eleitoral, Edmundo González Urrutia, e convocou mais mobilizações.
- O caminho "legal" -
Proclamado reeleito com 51% dos votos, Maduro decidiu remeter a controvérsia ao Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), após a pressão e críticas por parte da oposição e da comunidade internacional diante da falta de publicação das atas pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).
O presidente denuncia um "golpe de Estado" e aponta que a oposição tentou hackear o sistema eleitoral para impedir que ele fosse declarado vencedor.
"Felizmente, o CNE conseguiu resguardar as atas e proclamar o vencedor", disse à AFP o ministro das Comunicações, Freddy Ñáñez.
Mas há dúvidas sobre essa batalha judicial. "Todas as instituições do Estado estão nas mãos do governo", adverte o cientista político Luis Angarita.
- Repressão -
Maduro prometeu agir com firmeza contra os "fascistas" nas manifestações e ordenou uma mobilização das forças de segurança, especialmente nos bairros onde ocorreram a maioria dos protestos.
"Desta vez não haverá perdão", garantiu Maduro, que pediu prisão para Machado e González Urrutia e a pena máxima para os "violentos" e manifestantes.
Já há mais de 1.000 detidos pelas manifestações, segundo o Ministério Público, que promete acusá-los de "terrorismo". Também reportou a morte de um militar.
Organizações de defesa dos direitos humanos indicaram 11 civis mortos em protestos, embora a oposição aponte 16.
- A "fraude" -
A oposição assegura ter reunido mais de 80% das atas, que dariam a González Urrutia a vitória com 67% dos votos, graças a testemunhas espalhadas nos 30 mil colégios eleitorais.
O especialista eleitoral Eugenio Martínez não acredita na teoria do hackeamento: teriam "que hackear 15 mil linhas de transmissão criptografadas".
Um observador informado acredita que os que estão no poder provavelmente sabotaram o sistema para fraudar.
- Pressão internacional -
Apoiada pelos Estados Unidos, a União Europeia e também mais moderadamente por vizinhos de esquerda latino-americanos como a Colômbia, a oposição exige uma auditoria independente das eleições com revisão das atas.
No entanto, Maduro parece seguro e ordenou a expulsão de diplomatas de sete países da região: Argentina, Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, República Dominicana e Uruguai. E comemora o "grande apoio" da Rússia, Irã, Belarus, Cuba, Nicarágua e Bolívia.
Também lembrou que seu país está acostumado a "resistir" e ressaltou que os EUA, como outros países latino-americanos, sofrem por não poder receber mais petróleo da Venezuela.
- Protestos -
As manifestações contra Maduro começaram de forma espontânea na segunda-feira. Primeiro com um panelaço em várias zonas populares e diversas regiões do país e depois com mobilizações nas ruas.
Elas foram reprimidas pelas forças de segurança, que agora se desdobram em massa ao final da tarde como parte das ordens de Maduro. Machado, porém, convocou ainda mais protestos.
Duas perguntas persistem: a oposição consegue se mobilizar e tirar Maduro com pressão nas ruas? O Exército será leal?
Após cerca de sete milhões de venezuelanos abandonarem o país, muitos acreditam que a oposição já não é capaz de reunir multidões.
Alguns esperam que as Forças Armadas, pilar do poder privilegiado pelo ex-presidente Hugo Chávez e depois por Maduro, estejam se fragmentando.
T.Ward--AMWN