-
Palmeiras empata com Cerro Porteño (1-1) em Assunção e é 2º do Grupo F da Libertadores
-
Flamengo cede empate na visita ao Estudiantes (1-1) mas lidera Grupo A da Libertadores
-
Cantor D4vd esquartejou adolescente com uma serra, afirma promotoria de Los Angeles
-
Rei Charles III expressa 'solidariedade' com EUA no memorial de 11 de Setembro em NY
-
Alphabet dispara e seus rivais cambaleiam diante dos custos da IA
-
Sinner vence Jódar e vai enfrentar Fils nas semis do Masters 1000 de Madri
-
Atlético de Madrid e Arsenal empatam (1-1) na ida das semifinais da Champions
-
OpenAI enfrenta 'onda' de processos por ataque a tiros no Canadá
-
Suspeito de tentativa de assassinato contra Trump tirou selfie antes do ataque
-
Chefe do Pentágono entra em choque com legisladores democratas por guerra com Irã
-
Lesionado, Jack Draper anuncia que não vai disputar Roland Garros este ano
-
Trump crê que EUA vai voltar a pisar na Lua antes do fim de seu mandato
-
Charles III visita o memorial de 11 de setembro, em Nova York
-
Lesionado, Hakimi vai desfalcar PSG na volta da semifinal da Champions contra o Bayern
-
Suprema Corte dos EUA limita redistribuição eleitoral destinada a favorecer minorias
-
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas pela terceira reunião consecutiva
-
Chefe de gabinete de Milei se defende no Congresso de suspeitas de corrupção
-
Suprema Corte dos EUA limita redesenho eleitoral destinado a favorecer minorias
-
Senado decide sobre Messias, candidato de Lula ao STF
-
Sinner vence Jódar e vai às semifinais do Masters 1000 de Madri
-
Trump diz ao Irã que 'é melhor ficarem espertos logo' e aceitarem acordo nuclear
-
Dois judeus ficam feridos em ataque 'terrorista' com faca em Londres
-
Medo e ressentimento: a violência contra figuras da IA
-
Guerra no Irã ameaça levar mais de 30 milhões de pessoas à pobreza
-
Guerrilheiros reivindicam atentado que matou 21 pessoas na Colômbia
-
Estocolmo faz experimento com cafeteria totalmente gerida por IA
-
MBDA e Safran lançam primeiro teste de foguete de longo alcance Thundart
-
Goleiro argentino do Zaragoza é suspenso por 13 jogos após dar soco em adversário
-
Potapova vence Pliskova e vai às semifinais do WTA 1000 de Madri
-
Dois judeus feridos em ataque com faca em Londres
-
Chefe do Pentágono prestará esclarecimentos ao Congresso sobre a guerra no Irã
-
Powell é foco de reunião do Fed, que deve manter juros
-
Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias'
-
UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos ao Facebook e Instagram
-
Empresário espanhol acusado em esquema de corrupção aponta diretamente para Pedro Sánchez
-
Influente ex-primeiro-ministro tailandês deixará prisão em maio
-
Ouro perde brilho na guerra no Oriente Médio
-
Prêmio Princesa de Astúrias premia a 'madrinha do punk' Patti Smith
-
Ator Sam Neill, de 'Jurassic Park', diz que superou câncer
-
'É melhor ficarem espertos!', adverte Trump ao Irã diante de impasse nas negociações
-
A destruição de florestas tropicais desacelerou em 2025, mas continua preocupante
-
Justiça suspende direitos de voto da Eagle na SAF do Botafogo
-
Fifa aumenta premiações para a Copa do Mundo de 2026
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
Licença de emissora de TV passará por revisão após críticas de Trump a apresentador
-
Enviada de Trump na Ucrânia deixará cargo após um ano
-
Fifa afirma que Infantino desconhecia pedido de escolta policial no Canadá
-
Ex-diretor do FBI é acusado de ameaçar a vida de Donald Trump
-
'Independência': países em Santa Marta pedem fim do uso de combustíveis fósseis
"Two prosecutors": o comunismo stalinista como alerta em Cannes
O totalitarismo comunista no pior período do governo de Stalin foi o alerta que o ucraniano Sergei Loznitsa levou ao Festival de Cannes, com a exibição de um dos primeiros filmes da mostra competitiva.
Baseado em um conto de Georgy Demidov, "Two Prosecutors" - exibido na quarta-feira - narra o ingênuo pedido de uma investigação por maus-tratos apresentado por um jovem promotor recém-nomeado na Rússia soviética de 1937.
O jovem idealista (interpretado por Aleksandr Kuznetsov), membro do Partido Comunista, tenta abrir a investigação sobre um centro de detenção distante de Moscou, onde ele conseguiu visitar outro promotor encarcerado e torturado.
A máquina totalitária rapidamente entra em ação para calar a voz dissidente.
"Não seja ingênuo, essa é a mensagem para os espectadores e para mim mesmo", disse Loznitsa em uma entrevista à AFP sobre a trama do primeiro filme que rodou em quase uma década.
A Rússia, depois de 25 anos de governo de Vladimir Putin, se parece com a União Soviética, afirma Loznitsa. Mas sua mensagem também ressoa em uma época de retrocessos em muitas democracias.
"A sociedade russa de hoje é diferente da sociedade soviética do século XX, mas a essência é a mesma", acrescenta o diretor de 60 anos.
"Poderia acontecer em qualquer sociedade", destaca, ao ser questionado se os Estados Unidos correm o perigo de cair no despotismo.
Enquanto na Rússia de Putin, que invadiu a Ucrânia, os dissidentes são detidos, nos Estados Unidos a divisão política é particularmente aguda.
A oposição democrata e a esquerda denunciam Donald Trump como um autoritário.
O presidente republicano responde, por sua vez, que foi durante o governo anterior, do democrata Joe Biden, que investigações contra ele foram abertas.
"Há pessoas que têm um verdadeiro talento para fazer com que a sociedade se dobre aos seus desejos mais profundos", reflete Loznitsa. "Stalin era extremamente talentoso nisso".
Stalin foi, entre 1924 e 1952, o principal governante da União Soviética e um líder louvado durante anos pela esquerda política e pelos intelectuais no Ocidente.
Responsável por um genocídio contra camponeses proprietários de terras na Ucrânia na década de 1930, Stalin também determinou a detenção de centenas de milhares de opositores.
- Olhar feminino sobre o passado -
Outro filme exibido no início da mostra competitiva foi "Sound of falling", o segundo longa-metragem da alemã Mascha Schilinski, uma diretora que confessou que "uivou de alegria" ao saber que estava no grupo de 22 cineastas selecionados para a disputa da Palma de Ouro este ano.
O filme narra, em episódios curtos, a relação especial entre um grupo de meninas e mulheres em uma fazenda isolada no norte da Alemanha, ao longo de décadas.
Um drama intergeracional, o filme aborda morte, sexo, crueldade e a inocência das crianças.
"Muitas mulheres neste filme não escolhem a morte, mas muitas vezes é a única possibilidade em que pensam para se libertar radicalmente", explicou à AFP Schilinski, cujo filme estreia no início de setembro na Alemanha.
P.Costa--AMWN