-
Influente ex-primeiro-ministro tailandês deixará prisão em maio
-
Ouro perde brilho na guerra no Oriente Médio
-
Prêmio Princesa de Astúrias premia a 'madrinha do punk' Patti Smith
-
Ator Sam Neill, de 'Jurassic Park', diz que superou câncer
-
'É melhor ficarem espertos!', adverte Trump ao Irã diante de impasse nas negociações
-
A destruição de florestas tropicais desacelerou em 2025, mas continua preocupante
-
Justiça suspende direitos de voto da Eagle na SAF do Botafogo
-
Fifa aumenta premiações para a Copa do Mundo de 2026
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
Licença de emissora de TV passará por revisão após críticas de Trump a apresentador
-
Enviada de Trump na Ucrânia deixará cargo após um ano
-
Fifa afirma que Infantino desconhecia pedido de escolta policial no Canadá
-
Ex-diretor do FBI é acusado de ameaçar a vida de Donald Trump
-
'Independência': países em Santa Marta pedem fim do uso de combustíveis fósseis
-
PSG vence Bayern (5-4) no jogo de ida da semifinal da Champions
-
Trump terá sua foto impressa nos passaportes americanos
-
Sabalenka é eliminada por Haley Baptiste nas quartas de final do WTA 1000 de Madri
-
Artista francês se tranca em jaula para denunciar domínio das 'big techs'
-
Charles III pede que EUA se mantenha fiel aos aliados ocidentais
-
Ex-diretor do FBI e desafeto de Trump é alvo de nova acusação judicial
-
"Terei minhas chances", diz Jódar, antes do duelo contra Sinner em Madri
-
Jogadores que taparem a boca em discussões na Copa de 2026 poderão ser expulsos
-
Militares mataram quase 7.900 civis entre 1990 e 2016 na Colômbia
-
Blockx vence Francisco Cerúndolo e vai às quartas do Masters 1000 de Madri
-
Atlético de Madrid aposta no 'faz-tudo' Llorente para conquistar vaga na final da Champions
-
Musk e Altman se enfrentam em julgamento sobre a OpenAI
-
'The White Lotus' escala Laura Dern para quarta temporada
-
Luca Zidane sofre fratura na mandíbula a um mês e meio da Copa do Mundo
-
Chefe da junta militar do Mali recebe embaixador da Rússia
-
Jódar vence Kopriva e vai enfrentar Sinner nas quartas do Masters 1000 de Madri
-
John Stones vai deixar o Manchester City após dez anos como 'Citizen'
-
Trump diz ao rei Charles III que EUA 'não tem amigos mais próximos que os britânicos'
-
Banco JPMorgan Chase é o novo patrocinador do COI
-
EUA analisa recente proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Musk e Altman, frente à frente em ação judicial sobre a OpenAI
-
Ruud sofre para vencer Tsitsipas e vai às quartas de final em Madri
-
Londres, em pé de guerra contra a praga do roubo de celulares
-
Bombardeios deixam 6 mortos na Rússia e na Ucrânia; Kiev registra explosões
-
Emirados Árabes Unidos deixarão Opep em maio para proteger 'interesse nacional'
-
Lucro líquido da montadora chinesa BYD cai 55% no 1º trimestre
-
Emirados Árabes Unidos vão deixar Opep a partir de maio
-
Preços das commodities sobem com guerra e outros fatores, diz Banco Mundial
-
Parlamento Europeu pede definição de estupro que inclua a noção de consentimento
-
Museu nas Filipinas resgata história da mortal e lucrativa rota dos galeões espanhóis
-
Jimmy Kimmel rebate críticas por piada sobre Melania Trump
-
Alta do combustível derruba voos de companhias aéreas de baixo custo
-
Batalha judicial entre Elon Musk e OpenAI começa na Califórnia
-
Militão passa por cirurgia e está praticamente fora da Copa do Mundo
-
Tribunal sul-coreano aumenta para 4 anos a pena de prisão contra ex-primeira-dama
-
Parlamento Europeu aprova normas para proteger gatos e cães no bloco
Presidente da BBC pede desculpas por edição enganosa do discurso de Trump
O presidente da BBC, Samir Shah, pediu desculpas nesta segunda-feira (10) em nome da emissora pública por um "erro de julgamento" na edição tendenciosa de um discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O pedido de desculpas ocorreu um dia após a demissão do diretor da BBC e da chefe de seu canal de notícias, a BBC News, em decorrência deste caso.
A emissora está sendo criticada por editar diferentes trechos de um discurso do presidente americano em 6 de janeiro de 2021, dia do ataque ao Capitólio em Washington, de forma a parecer que ele incitou seus apoiadores a marcharem ao Congresso para "lutar como demônios".
No entanto, na declaração original, Trump disse: "Vamos marchar até o Capitólio e vamos encorajar nossos bravos senadores e representantes no Congresso".
A frase "lutar como demônios" correspondia a outro trecho do discurso.
A edição enganosa do discurso de Trump foi incluída em um documentário exibido em outubro de 2024, uma semana antes das eleições presidenciais dos EUA.
- Duas demissões -
"Reconhecemos que a forma como o discurso foi editado deu a impressão de um apelo direto à violência. A BBC deseja pedir desculpas por este erro de julgamento", escreveu o presidente do grupo audiovisual em uma carta para Caroline Dinenage, presidente da Comissão Parlamentar de Cultura, Mídia e Esporte.
Em sua carta, Shah prometeu "reforçar" a supervisão das diretrizes editoriais do grupo.
A presidente da comissão parlamentar havia declarado que a BBC "deve dar o exemplo" diante do aumento da desinformação.
Após a controvérsia, o diretor-geral da emissora pública, Tim Davie, e a chefe da BBC News, Deborah Turness, pediram demissão no domingo.
O governo britânico, por meio de um de seus porta-vozes, declarou nesta segunda-feira que "apoia uma BBC forte e independente", que desempenha "um papel vital na era da desinformação", mas exigiu que ela "mantenha a alta qualidade" e "corrija seus erros rapidamente".
No domingo, Trump denunciou os "jornalistas corruptos" e "imorais" da BBC em sua rede social Truth Social.
Nesta segunda-feira, em resposta a Trump, a agora ex-diretora da BBC News, Deborah Turness, negou a existência de um viés institucional na emissora pública.
"Quero deixar algo bem claro: a BBC News não tem viés institucional. É por isso que é a fonte de notícias mais confiável do mundo", declarou Turness.
Em uma mensagem aos colegas anunciando sua saída, Davie afirmou que "a BBC funciona bem", mas reconheceu que "foram cometidos erros" pelos quais ele deveria assumir a responsabilidade.
O caso do discurso de Trump soma-se a outras acusações de parcialidade.
Em outubro, o órgão regulador da mídia havia repreendido a BBC por "violar as regras de transmissão" em uma reportagem sobre Gaza, na qual o narrador principal, uma criança, era filho de um funcionário de alto escalão do movimento islamista palestino Hamas.
- Críticas da classe política -
A líder da oposição, Kemi Badenoch, do Partido Conservador, lamentou "uma série de falhas graves". O líder do partido de extrema direita Reform UK, Nigel Farage, pediu "uma reforma completa e radical" da emissora pública.
A BBC obtém grande parte de seus recursos da taxa anual (174,50 libras, cerca de 1.230 reais), paga por 22,8 milhões de famílias, totalizando 3,8 bilhões de libras (cerca de 26 bilhões de reais).
A reputação da BBC por sua honestidade, que é "sua marca registrada em todo o mundo, agora está manchada", disse Karen Fowler-Watt, chefe do departamento de jornalismo da Universidade City St. George's, em Londres, à AFP.
A controvérsia em torno do discurso de Trump surgiu depois que o jornal The Telegraph obteve uma nota interna escrita por Michael Prescott, ex-consultor independente do comitê de diretrizes editoriais da BBC.
Na nota, Prescott sugeriu que erros foram cometidos na edição do discurso de Trump.
P.M.Smith--AMWN