-
Renault Kardian ou Duster: qual SUV usado vale mais a pena?
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
Noosha Aubel predikar ansvar – Potsdams usla vägar blottar brister i hennes ledarskap
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
Noosha Aubel káže o odpovědnosti, rozbité silnice v Postupimi však odhalují slabiny jejího vedení
-
Нуша Аубель учит ответственности, но разбитые дороги Потсдама выдают провалы управления
-
Нуша Аубель проповідує відповідальність, а розбиті дороги Потсдама викривають провали керівництва
-
نوشا أوبل تنادي بالمسؤولية، لكن طرق بوتسدام المتهالكة تكشف قصور قيادتها
-
努莎・奧貝爾大談責任,波茨坦道路破敗卻暴露其領導不力
-
ヌーシャ・アウベル、責任を説くもポツダムの道路の惨状が指導力不足を露呈
-
Νούσα Άουμπελ: Μιλά για ευθύνη, μα οι άθλιοι δρόμοι του Πότσνταμ εκθέτουν τη διοίκησή της
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
누샤 아우벨, 책임 외치지만 포츠담의 망가진 도로는 리더십 부실 드러내
-
नूशा आउबेल देती हैं जिम्मेदारी का पाठ, पॉट्सडैम की बदहाल सड़कें खोलती हैं नेतृत्व की पोल
-
Noosha Aubel poucza o odpowiedzialności, a fatalny stan dróg Poczdamu obnaża słabość jej rządów
-
Noosha Aubel sorumluluk dersi veriyor, Potsdam’ın bozuk yolları yönetim zaafını ele veriyor
-
Zverev vence Shelton e conquista seu primeiro US Open
-
PSG vence a 1ª no Francês; Lille de Davide Ancelotti é o novo líder
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça; Atlético vence Real Sociedad
-
Napoli, enfim, vence em casa; Juve sofre 1ª derrota
-
Ultradireitista Le Pen defende "prioridade nacional" na campanha para eleições na França
-
Trump critica Zelensky e promete eliminar tarifas sobre uísque ao fim de visita à Irlanda
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Napoli, enfim, vence em casa e dá respiro a Allegri
-
Kane dá vitória ao Bayern sobre o modesto Elversberg no Alemão
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Manchester City, com dez, vence clássico contra Manchester United
-
Trump critica Zelensky e a busca por desacelerar a IA durante sua visita à Irlanda
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Alison dos Santos é campeão do Mundial de Atletismo Ultimate com 3º melhor tempo da história
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça sobre o Levante
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Lille de Davide Ancelotti vence Troyes e é o novo líder do Francês
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Espanha afirma que mais de 5.300 migrantes deixaram Ceuta neste mês
-
Kimi Antonelli vence GP da Espanha de F1
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
Trump encerra visita à Irlanda após seu controverso apoio à reunificação do país
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
Cúpula do Brics defendeu a cooperação econômica e o crescimento global 'inclusivo'
-
張國榮70歲誕辰音樂會西九舉行 唐鶴德錄音致意
-
鏈球選手周柏言身形被質疑 教練指出其香港青年紀錄成績
-
ONU alerta que mais de 2.000 pessoas já fugiram do Iêmen para Djibuti
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
《浪花男女》辦特別謝票場 馮志強談票房與導演客串拍攝
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
Casa Branca afirma que Biden 'não negociará' aumento do teto da dívida
O presidente americano, Joe Biden, os republicanos e a economia dos Estados Unidos entraram em rota de colisão nesta terça-feira (2), depois que a Casa Branca reforçou que não vai negociar o aumento do limite de endividamento do governo.
A secretária do Tesouro, Janet Yellen, advertiu que o governo americano vai ficar sem dinheiro e deixar de pagar suas dívidas já em 1º de junho se não houver autorização de novos empréstimos.
Isso impediria o governo de pagar tudo, de programas sociais ao exército e, no que seria um golpe catastrófico para os mercados financeiros mundiais, a dívida nacional.
Os líderes do Congresso foram convidados a se reunir com Biden na próxima terça.
Os republicanos, que controlam a Câmara de Representantes (baixa), insistem em que vão ampliar o limite da dívida desde que Biden aceite primeiro realizar cortes no orçamento federal. A Casa Branca tem dito reiteradamente que não o fará.
"Este não é um assunto que vamos negociar", disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jeane-Pierre.
Ela assegurou que Biden está disposto a discutir "um processo separado para abordar os cortes orçamentários", mas afirmou que o tema do teto da dívida deveria ser totalmente deixado de lado.
"É um dever constitucional do Congresso evitar o default", afirmou. "Dado o pouco tempo que o Congresso tem agora, está claro que o único caminho prático para evitar o default é que o Congresso suspenda incondicionalmente o limite de endividamento", avaliou.
A queda de braço ocorre logo depois de Biden anunciar que tentará a reeleição em 2024.
O fracasso das negociações impediria os Estados Unidos de honrar seus compromissos da dívida, causaria um possível caos econômico e levaria as eleições a um território novo e perigoso para o presidente de 80 anos, que aposta na reconstrução da economia após a pandemia de covid-19.
- "O que mudou?" -
O aumento do limite de endividamento costuma ser uma manobra contábil anual não controversa que permite ao governo pagar despesas adicionais já geradas.
No entanto, os republicanos, que caíram sob a influência de uma facção de extrema direita na Câmara, optaram por usar o tema como uma alavanca para reduzir as despesas públicas e diminuir o déficit.
Na Câmara de Representantes, onde têm uma maioria apertada, os republicanos aprovaram um projeto de lei que permitiria um endividamento maior em troca de duros cortes nos gastos. Esse projeto não tem nenhuma chance de ser aprovado no Senado, onde os democratas são maioria.
Biden considera "insensatos" e "perigosos" os cortes de gastos propostos, disse a porta-voz.
Quando perguntada se Biden eventualmente cederia às demandas republicanas para evitar o default da maior economia do mundo, Jean-Pierre insistiu em que a responsabilidade é do Congresso.
"É dever do Congresso fazer isso", disse.
Jean-Pierre destacou que os republicanos apoiaram no Congresso três extensões anuais do limite da dívida com pouca oposição quando Donald Trump esteve no poder, antes de Biden. "O que mudou?", questionou-se.
P.M.Smith--AMWN