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Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
Rússia vai considerar possíveis alvos embarcações que se aproximarem da Ucrânia
A Rússia alertou nesta quarta-feira (19) que considerará como possíveis alvos militares os navios que se dirigirem à Ucrânia, após se retirar do acordo que garantia a exportação de grãos ucranianos pelo Mar Negro.
O fim deste acordo foi sucedido por duas noites de ataques russos contra a província de Odessa (sul), de onde partiam as exportações de grãos ucranianos essenciais para o abastecimento mundial.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, acusou a Rússia de visar deliberadamente as infraestruturas de exportação de cereais e colocar em risco os países vulneráveis.
O Ministério da Defesa russo declarou que, a partir desta quinta-feira, "todos os navios que navegarem em águas do Mar Negro com destino a portos ucranianos serão considerados navios potencialmente portadores de carga militar".
"Os países da bandeira desses navios serão considerados parte do conflito", acrescentou.
Nos Estados Unidos, o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Adam Hodge, apontou a possibilidade de que a Rússia amplie seus alvos "para incluir ataques a navios civis" e, em seguida, "culpar" a Ucrânia por eles.
O início da ofensiva russa em fevereiro de 2022 provocou o bloqueio dos portos ucranianos no Mar Negro até a assinatura deste acordo em julho, patrocinado pela Turquia e pela Otan e prorrogado várias vezes.
No entanto, o Kremlin anunciou na segunda-feira que estava se retirando do pacto após meses de queixas sobre o descumprimento da disposição do acordo que permite a exportação de seus produtos agrícolas e fertilizantes.
A recusa de Moscou em estender o acordo reaviva os temores de uma crise alimentar. Em resposta a essas incertezas, o preço do trigo aumentou 8,2% durante o dia nos mercados europeus.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o acordo só será reativado se todas as suas exigências forem respeitadas.
- 'Patrulhas militares' -
O Exército russo afirmou que os ataques em Odessa tinham como alvo locais militares ucranianos, incluindo "infraestrutura para combustível e depósitos de munição".
Kiev, por outro lado, indicou que 60.000 toneladas de grãos prontos para exportação foram destruídas.
"O mundo todo se vê afetado pelo terror russo", disse Zelensky em seu discurso diário. "Interessa ao mundo todo que a Rússia seja levada perante a justiça por este terror", acrescentou.
O Kremlin acusa a Ucrânia de usar o corredor marítimo do Mar Negro, aberto no âmbito do acordo, "para fins militares" e culpa os países do Ocidente por usarem o acordo como uma arma de "chantagem".
"Em vez de ajudar os países que realmente precisam, o Ocidente usa o acordo de cereais com fins de chantagem política e como ferramenta de enriquecimento de multinacionais e especuladores no mercado mundial", afirmou Putin.
O pacto permitiu a exportação de 33 milhões de toneladas de grãos, aliviando a situação em países que sofrem com escassez de alimentos, como Afeganistão, Sudão e Iêmen.
A Ucrânia assegurou que estava disposta a continuar com as exportações, apesar da suspensão do acordo, e pediu ajuda a outros países.
"Deveríamos adicionar um mandato da ONU para criar patrulhas militares" com a participação dos países costeiros do Mar Negro, disse à AFP o assessor da Presidência ucraniana Mikhailo Podoliak.
- Remoção de civis -
Na linha de frente, os combates se concentram no leste da Ucrânia, onde a contraofensiva iniciada em junho por Kiev encontra dificuldades para romper as linhas russas, apesar do fornecimento de armas ocidentais.
Kiev pede o envio de novos tanques e caças F16, mas, por enquanto, terá que se contentar com um novo pacote de US$ 1,3 bilhão (R$ 6,2 bilhões) dos EUA, que inclui sistemas de defesa aérea, mísseis antitanque e drones explosivos.
O Exército russo declarou que suas forças avançaram mais de um quilômetro durante várias "operações ofensivas" ao norte da cidade de Kupiansk, no nordeste da Ucrânia.
Ao sul, na península anexada da Crimeia, as autoridades designadas por Moscou ordenaram a evacuação de 2.000 civis após um incêndio em uma instalação militar.
As autoridades não informaram sobre a origem do fogo, mas alguns veículos de comunicação russos indicaram que explosões foram ouvidas na região.
Kiev não se pronunciou sobre o fogo. No entanto, nos últimos meses, as forças ucranianas têm atacado repetidamente alvos militares na Crimeia, uma região crucial para o abastecimento das tropas russas.
O.Norris--AMWN