-
Nasa suspende seu projeto de estação orbital e vai criar base na Lua
-
Seis países apostam tudo em minitorneio de repescagem no México para Copa do Mundo de 2026
-
Mohamed Salah deixará o Liverpool ao final da temporada
-
Irã e Israel mantêm ataques mútuos, apesar dos esforços para encerrar a guerra
-
Moraes autoriza prisão domiciliar temporária para Jair Bolsonaro
-
Cada vez mais apagada no cenário mundial, Itália busca soluções para seu futebol
-
Algoz de Alcaraz, Sebastian Korda cai nas oitavas do Masters 1000 de Miami
-
Ucrânia é alvo de um dos maiores ataques da Rússia em plena luz do dia
-
Americano libertado no Afeganistão após mais de um ano de detenção chega aos Emirados
-
Lukaku está fora dos amistosos da Bélgica contra Estados Unidos e o México
-
Ministro da Defesa diz que combate a gangues na Guatemala ocorre sem 'abusos'
-
Giay, do Palmeiras, é convocado para substituir Montiel nos amistosos da Argentina
-
Governo Kast retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da ONU
-
Irã e Israel continuam se atacando apesar das declarações de Trump sobre negociações
-
Vítimas de pedofilia se deparam com muro de silêncio e impunidade na Áustria
-
Griezmann assina com Orlando City e jogará na MLS a partir de julho
-
Mercedes VLE elétrico: Preço e desempenho?
-
Israel assumirá controle de vasta área no sul do Líbano
-
Flotilha de ajuda humanitária chega a Cuba, mergulhada em crise
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista o Globo de Cristal do slalom gigante
-
Muito velho? Juiz que preside julgamento contra Nicolás Maduro tem 92 anos
-
Maduro volta a tribunal de Nova York na quinta-feira
-
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
-
Bertha Navarro, a produtora que revelou Guillermo del Toro
-
Ataques russos matam cinco pessoas na Ucrânia
-
Austrália e UE fecham grande acordo comercial
-
Argentina recorda doloroso legado da ditadura, que Milei deseja revisar
-
Torcedores denunciam a Fifa à Comissão Europeia por preços elevados dos ingressos da Copa do Mundo
-
Dinamarca tem eleição legislativa acirrada; premiê é favorita para permanecer no poder
-
Pentágono endurece restrições à imprensa após sentença judicial
-
EUA vão poder deportar para a Costa Rica até 25 imigrantes por semana
-
Senado dos EUA confirma novo secretário de Segurança Interna
-
Barril do Brent volta a superar os US$ 100 e WTI sobe mais de 3%
-
Polícia de Londres investiga ataque a ambulâncias da comunidade judaica
-
Sinner vence Moutet e vai às oitavas do Masters 1000 de Miami; Zverev também avança
-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Acidente com avião militar deixa oito mortos na Colômbia
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
Energias renováveis e nuclear em primeiro plano na COP28
Um grupo de 116 países se comprometeu neste sábado(2) durante a COP28 a triplicar suas capacidades para energias renováveis até 2030, e outros vinte prometeram também triplicar a geração nuclear até 2050, um gesto histórico.
Os países se comprometeram a "trabalhar juntos" para aumentar as capacidades renováveis globais (energia eólica, solar, hidroelétrica, etc.) até os 11.000 gigawatts (GW), em comparação com os cerca de 3.400 GW atuais.
Esse objetivo, sem força vinculante, considera "os diferentes pontos de partida e circunstâncias nacionais" de cada país signatário, afirmou o comunicado da presidência da conferência (Emirados Árabes Unidos).
- 'Distrações perigosas' -
Segundo os especialistas, para alcançar a neutralidade de carbono em meados do século é imprescindível reduzir o mais rápido possível a dependência dos combustíveis fósseis.
O debate em torno de energias renováveis e a opção nuclear está vigente há décadas, embora organismos como a Agência Internacional de Energia (AIE) insistam que ambas as opções são totalmente compatíveis.
Os acidentes nucleares de Chernobyl (1986) e Fukushima (2011) jogaram a favor dos críticos ao átomo, a começar pelas organizações ambientalistas.
Países como a Alemanha desistiram de suas centrais nucleares, mas crises como a guerra na Ucrânia lançaram dúvidas sobre medidas drásticas como estas.
Estados Unidos, França e Japão fazem parte do grupo de vinte países dispostos a triplicar a sua produção de energia nuclear até meados do século.
"A realidade dos fatos e as provas dizem que não é possível chegar a emissões líquidas zero em 2050 sem alguma energia nuclear", nas palavras do enviado especial dos EUA para o clima, John Kerry.
"Não estamos argumentando que esta será absolutamente uma alternativa radical a qualquer outra fonte de energia", disse Kerry.
"Não temos tempo a perder com distrações perigosas como a energia nuclear", reagiu Jeff Ordower, diretor para América do Norte do grupo ambientalista 350.org.
"Para que a energia nuclear avançada possa estar à altura de suas promessas, os responsáveis políticos deverão comprometer-se seriamente", explicou em um recente artigo o Instituto Breakthrough, com sede na Califórnia.
A última vez que o Banco Mundial financiou um projeto nuclear foi em 1959, recordou o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, em entrevista à AFP.
A lista de signatários da declaração pró-nuclear da COP28 inclui países em desenvolvimento como a Mongólia e Marrocos, países em guerra como a Ucrânia, cujas usinas elétricas estão ameaçadas por forças russas, e grandes produtores de combustíveis fósseis, como os Emirados Árabes Unidos.
Segundo cálculos da AIEA, 412 reatores nucleares em 31 países fornecem atualmente quase 10% da produção total de eletricidade do mundo. Isso representou o equivalente a 2.545 terawatts (TWh) em 2022. Um terawatt equivale a 1.000 gigawatts.
Comparativamente, a energia nuclear é a mais rentável em termos de investimento por gigawatt gerado de qualquer fonte renovável, segundo um relatório conjunto da AIE e da AIEA de 2020.
- Colômbia contra os combustíveis fósseis -
Outro anúncio sem força legal, mas simbólico, foi feito pelo presidente colombiano Gustavo Petro de que seu país se unia ao Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis.
É o primeiro país não insular que se une ao tratado, um chamado que surgiu em 2019 de um grupo de ilhas do Pacífico, Ásia e Caribe.
A Colômbia é a quarta potência petrolífera latino-americana com cerca de um milhão de barris diários e seu governo reconheceu recentemente que pretende continuar exportando essa riqueza.
Já os Estados Unidos anunciaram uma contribuição de 3 bilhões de dólares (quase 15 bilhões de reais na cotação atual) ao Fundo Verde para o Clima, seu primeiro compromisso desde 2014.
Ch.Kahalev--AMWN