-
Irã e inteligência artificial na agenda da Assembleia Geral da ONU
-
Rebeldes do norte da Etiópia tomam controle de aeroporto e enfrentam militares
-
Muralha encontrada em Paris pode lançar luz sobre origens da cidade
-
Fenômeno literário na França sofre acusações de uso de IA
-
Para o Brasil 'nunca existem jogos amistosos', diz Ancelotti antes da partida contra a Índia
-
Departamento de Justiça afirma que Trump pode vetar acesso de jornalistas à Casa Branca
-
Economia mundial resiste em 2026 mas a incerteza persiste, alerta OCDE
-
Trump se reuniu com a presidente interina da Venezuela em Nova York
-
Líder opositora é impedida de retornar à Venezuela
-
Vale do Silício cria sua própria escola para substituir universidade
-
Trump e Delcy se reuniram em Nova York (Casa Branca)
-
EUA e Guatemala anunciam aliança de promotores para enfrentar 'narcopolíticos'
-
Presidente da Colômbia ordena militarização de Santa Marta
-
Fãs de 'Star Wars' prestigiam novo museu de George Lucas
-
Israel critica declaração da França na ONU
-
Escudo das Américas propõe 'medidas coletivas' contra grupos criminosos
-
Maradona teve morte súbita e covid-19 pode ter sido causa, diz testemunha em julgamento
-
Trump se mostra favorável a proibição da exportação de diesel americano
-
Houthis acusam Arábia Saudita de ataques e rei os chama de 'milícia terrorista'
-
Mbappé não participa de treino da seleção francesa devido a gripe
-
Colômbia e Peru agradecem na ONU criação do Escudo das Américas
-
Kast critica ONU por não estar "à altura dos desafios dos nossos tempos"
-
Frente à 'lei da selva', Macron pede que mundo se mantenha 'firme junto à ONU'
-
Senador pede investigação de casamento de Trump Jr., financiado por oligarca russo
-
Irã endureceu condições apresentadas aos EUA para encerrar a guerra, diz Guarda Revolucionária
-
Tufão Dujuan deixa sete mortos e 58.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
Anthropic lança nova versão de Claude em meio a debate sobre a IA
-
Na ONU, Trump ameaça Irã e relembra América Latina do poderio militar dos EUA
-
Atriz Hayden Panettiere morreu por mistura de fentanil e outras substâncias, segundo autoridades
-
UE renova sanções contra Moscou, mas concorda em isentar dois oligarcas russos
-
Presidente da LaLiga responde a críticas do Real Madrid contra arbitragem
-
Cuba critica Trump após ele afirmar na ONU que a ilha 'cairá'
-
Trump rejeita regulamentação internacional da IA
-
Valverde sofre entorse no tornozelo e está fora dos amistosos do Uruguai
-
Flávio Bolsonaro cresce nas pesquisas, apesar de investigado no escândalo do Banco Master
-
Deserto do Atacama floresce após chuvas intensas provocadas pelo El Niño
-
Lula promete na ONU combater 'inimigos da democracia' a duas semanas das eleições
-
Irã endureceu condições para fim da guerra com EUA, diz porta-voz da Guarda Revolucionária
-
'Fui artilheiro nas grandes competições', diz Mbappé em 'campanha' pela Bola de Ouro
-
Houthis acusam Riade de ataques e são chamados de 'milícia terrorista' por rei saudita
-
Isack Hadjar voltará a correr no GP do Azerbaijão de F1
-
Gonzalo Plata, do Flamengo, é cortado da seleção do Equador por lesão
-
Gucci, Fendi e nova Moschino protagonizam a Semana de Moda de Milão
-
Furacão Polo atinge categoria máxima no Pacífico mexicano
-
Rodeo I, a prisão venezuelana 'para te deixar louco'
-
China e EUA buscam 'telefone vermelho' diante dos riscos da IA
-
Trump chega à Assembleia Geral da ONU atolado na guerra com o Irã
-
As acusações chocantes no livro do irmão da princesa Diana
-
Apesar da força militar, Arábia Saudita não consegue derrotar os houthis
-
UE prossegue sem acordo sobre retirada de dois oligarcas russos da lista de sanções
Banco Central voltará a reduzir Selic, para 11,75%, segundo mercado
O Banco Central do Brasil (BCB) voltará a reduzir sua taxa Selic em 0,5 ponto percentual, chegando a 11,75%, de acordo com previsões do mercado e da própria instituição, em meio a um processo contínuo de "desinflação".
A decisão será divulgada na quarta-feira ao término da última reunião do ano do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que se inicia nesta terça (12).
O Comitê havia antecipado para esta reunião uma redução "da mesma magnitude" que a queda de 0,5 ponto percentual implementada em novembro.
De acordo com estimativas de mais de 100 consultorias e instituições financeiras coletadas pela pesquisa Focus do BCB, a taxa de referência encerraria o ano em 11,75%, após quatro reduções consecutivas desde o início do ciclo de baixa em agosto passado.
Na época, a taxa Selic estava em 13,75%, um nível atingido um ano antes após várias altas desde março de 2020 para combater a inflação.
Aumentos nas taxas encarecem o crédito, o que desestimula o consumo e o investimento, reduzindo assim a pressão sobre os preços.
As autoridades mantiveram os cortes em um contexto de inflação mais "benigna", de acordo com as atas da última reunião do Copom.
Até novembro, os preços ao consumidor acumularam um aumento de 4,68% em 12 meses, de acordo com dados oficiais divulgados nesta terça-feira, colocando-os dentro da meta de 1,75%-4,75% ao ano.
E o mercado projeta que a inflação encerrará o ano em 4,51%.
As ações do Copom também consideraram um cenário externo "adverso", com taxas altas nos Estados Unidos e tensões geopolíticas.
- Crescimento "fraco" -
Desde que chegou ao poder há quase um ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem pressionado pela redução das taxas para impulsionar a economia com crédito mais barato para consumidores e empresas.
Contra todas as expectativas, dadas as altas taxas que geralmente esfriam a economia, o Brasil cresceu mais do que o esperado ao longo deste ano: a expansão do PIB nos nove meses encerrados em setembro foi de 3,2% em comparação com o mesmo período de 2022.
Mesmo assim, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou o crescimento entre julho e setembro como "fraco" - 2% em relação ao mesmo período do ano anterior e apenas 0,1% em relação ao trimestre anterior - e criticou o BCB.
"Com o corte no juro, esperamos fechar este ano com crescimento superior a 3% e crescer 2,5% no ano que vem. Mas o Banco Central deve fazer seu trabalho”, disse Haddad, pedindo ainda mais flexibilização da política monetária.
Já o Copom mantém o foco na política fiscal, identificando-a como um potencial risco para a economia.
Recentemente, Lula tentou sem sucesso modificar a meta de déficit zero para 2024, gerando dúvidas sobre esse compromisso.
"A atividade econômica mais forte do que o esperado e a incerteza relacionada ao alcance das metas fiscais impedem qualquer mudança de ritmo" na redução das taxas, afirmou o Bank of America em um relatório.
- Ritmo suave -
Os especialistas acreditam que a política monetária continuará se flexibilizando no próximo ano, ainda que de forma gradual: a taxa de juros projetada é de 9,25% até o final de 2024, de acordo com a pesquisa Focus.
Enquanto isso, a perspectiva para o PIB indica uma expansão de 1,5%, uma taxa consideravelmente menor do que a esperada para 2023.
Essa projeção contradiz os desejos de Lula, que busca impulsionar o crescimento como motor da geração de empregos para aliviar a pobreza.
O presidente do BCB, Roberto Campos Neto, nomeado por Jair Bolsonaro (2019-2022) e com mandato até 2025, continua defendendo a autonomia e o caráter "técnico" das decisões da entidade, diante das críticas do governo atual.
S.Gregor--AMWN