-
Vítimas de pedofilia se deparam com muro de silêncio e impunidade na Áustria
-
Griezmann assina com Orlando City e jogará na MLS a partir de julho
-
Mercedes VLE elétrico: Preço e desempenho?
-
Israel assumirá controle de vasta área no sul do Líbano
-
Flotilha de ajuda humanitária chega a Cuba, mergulhada em crise
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista o Globo de Cristal do slalom gigante
-
Muito velho? Juiz que preside julgamento contra Nicolás Maduro tem 92 anos
-
Maduro volta a tribunal de Nova York na quinta-feira
-
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
-
Bertha Navarro, a produtora que revelou Guillermo del Toro
-
Ataques russos matam cinco pessoas na Ucrânia
-
Austrália e UE fecham grande acordo comercial
-
Argentina recorda doloroso legado da ditadura, que Milei deseja revisar
-
Torcedores denunciam a Fifa à Comissão Europeia por preços elevados dos ingressos da Copa do Mundo
-
Dinamarca tem eleição legislativa acirrada; premiê é favorita para permanecer no poder
-
Pentágono endurece restrições à imprensa após sentença judicial
-
EUA vão poder deportar para a Costa Rica até 25 imigrantes por semana
-
Senado dos EUA confirma novo secretário de Segurança Interna
-
Barril do Brent volta a superar os US$ 100 e WTI sobe mais de 3%
-
Polícia de Londres investiga ataque a ambulâncias da comunidade judaica
-
Sinner vence Moutet e vai às oitavas do Masters 1000 de Miami; Zverev também avança
-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Acidente com avião militar deixa oito mortos na Colômbia
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
-
Aeroporto LaGuardia de Nova York reabre após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Mundo deu a Israel 'licença para torturar' palestinos, diz especialista da ONU
-
Dacia Striker: Bonito e robusto?
-
Governo Trump pede calma ante alta do petróleo, mas empresários são céticos
-
Canobbio e Muslera são convocados por Bielsa para amistosos do Uruguai
-
Skoda Peaq: Novo SUV elétrico de 7 lugares
-
Cerúndolo vence Medvedev e avança às oitavas de final do Masters 1000 de Miami
-
Inglaterra será um termômetro para o Uruguai, diz Muslera
-
Aeropuerto LaGuardia de Nova York fecha após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Exploração nas bombas de gasolina
-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
S&P eleva nota da dívida brasileira após aprovação da reforma tributária
A agência de classificação de risco S&P Global elevou, nesta terça-feira (19), a dívida soberana do Brasil de BB- para BB, após a aprovação, no Congresso, da reforma tributária apresentada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
"Elevamos a classificação do Brasil em escala global de longo prazo depois da aprovação recente da reforma tributária", informou a S&P Global em um comunicado.
Em 2018, a agência tinha rebaixado a nota do Brasil a BB- devido a preocupações sobre o cenário fiscal.
A reforma tributária, que modifica o complexo sistema de impostos sobre o consumo do Brasil pela primeira vez em 58 anos, foi aprovada na sexta-feira na Câmara dos Deputados, após o aval do Senado. Agora, aguarda promulgação.
"A reforma se soma a um já amplo histórico de reformas estruturais e microeconômicas desde 2016, que na nossa opinião reflete um marco institucional cada vez mais pragmático, que ajuda a ancorar a estabilidade macroeconômica", acrescentou a agência.
E, embora seja gradual, o novo sistema tributário "provavelmente se traduzirá em aumentos de produtividade no longo prazo", pontou.
Em junho, a agência tinha dado uma classificação "positiva" à nota da dívida soberana brasileira, indicando uma possível elevação. Agora, situou o nível em perspectiva "estável", sem previsão de mudanças próximas.
Segundo o critério das agências de classificação de risco, um grau maior no rating indica menor risco de inadimplência nas dívidas financeiras do país emissor, e o resultado desta análise serve como ferramenta para os investidores.
No nível atual, BB, o Brasil ainda permanece em estágio especulativo, abaixo do grau de investimento, que representa maior confiança no devedor.
A notícia repercutiu nesta terça-feira na bolsa de São Paulo, que atingiu um máximo histórico, com alta de 0,59% a 131.851 pontos.
A decisão da S&P se segue à melhora da nota soberana do Brasil pela agência Fitch, também de BB– para BB, em julho passado, quando a reforma tributária já transitava no Legislativo.
Por outro lado, a S&P também pondera o problema fiscal que a economia brasileira enfrenta, ao reconhecer uma "falta de progresso para abordar o grande gasto, rígido e ineficiente, do governo brasileiro".
"Com o tempo, resultou em déficits fiscais consistentes, espremendo recursos do setor financeiro e explicando parcialmente o fraco crescimento do Brasil", ressaltou.
A agência prevê uma expansão da economia brasileira de quase 3% em 2023 e à metade a expectativa de crescimento para o próximo ano.
A nota do Brasil poderia cair nos próximos dois anos "se uma implementação ruim das políticas levar a uma maior deterioração fiscal e a uma carga da dívida maior do que a esperada", alertou a S&P.
Ch.Kahalev--AMWN