-
Bertha Navarro, a produtora que revelou Guillermo del Toro
-
Ataques russos matam cinco pessoas na Ucrânia
-
Austrália e UE fecham grande acordo comercial
-
Argentina recorda doloroso legado da ditadura, que Milei deseja revisar
-
Torcedores denunciam a Fifa à Comissão Europeia por preços elevados dos ingressos da Copa do Mundo
-
Dinamarca tem eleição legislativa acirrada; premiê é favorita para permanecer no poder
-
Pentágono endurece restrições à imprensa após sentença judicial
-
EUA vão poder deportar para a Costa Rica até 25 imigrantes por semana
-
Senado dos EUA confirma novo secretário de Segurança Interna
-
Barril do Brent volta a superar os US$ 100 e WTI sobe mais de 3%
-
Polícia de Londres investiga ataque a ambulâncias da comunidade judaica
-
Sinner vence Moutet e vai às oitavas do Masters 1000 de Miami; Zverev também avança
-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Acidente com avião militar deixa oito mortos na Colômbia
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
-
Aeroporto LaGuardia de Nova York reabre após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Mundo deu a Israel 'licença para torturar' palestinos, diz especialista da ONU
-
Dacia Striker: Bonito e robusto?
-
Governo Trump pede calma ante alta do petróleo, mas empresários são céticos
-
Canobbio e Muslera são convocados por Bielsa para amistosos do Uruguai
-
Skoda Peaq: Novo SUV elétrico de 7 lugares
-
Cerúndolo vence Medvedev e avança às oitavas de final do Masters 1000 de Miami
-
Inglaterra será um termômetro para o Uruguai, diz Muslera
-
Aeropuerto LaGuardia de Nova York fecha após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Exploração nas bombas de gasolina
-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
-
Alex Sandro e Gabriel Magalhães são cortados da Seleção por lesão
-
Trump afirma negociar o fim da guerra com alto cargo iraniano
-
Preço do petróleo cai após declarações de Trump sobre o Irã
-
Após eleições municipais, França se prepara para presidencial de 2027
-
Griezmann avança em negociação para deixar Atlético de Madrid rumo à MLS no meio do ano
-
Chiesa é cortado e vai desfalcar Itália na repescagem para Copa do Mundo
-
EUA e Irã encontraram 'pontos de acordo importantes', diz Trump
-
Último latino-americano campeão de Grand Slam, Del Potro elogia João Fonseca: 'Tem muito potencial'
-
Alex Sandro é cortado da Seleção por lesão e Ancelotti convoca Kaiki, do Cruzeiro
Presidente da China enaltece 'resistência' de sua economia
A economia da China está "mais resistente e dinâmica do que nunca", afirmou, neste domingo (31), o presidente Xi Jinping em seu discurso de Ano Novo, e acrescentou que a China "seguramente se reunificará".
Em pronunciamento transmitido pela emissora estatal CCTV, Xi disse que a economia havia "resistido à tempestade" e elogiou a promoção do "desenvolvimento de alta qualidade" e de indústrias emergentes como os veículos elétricos, as baterias de lítio e os painéis solares.
O líder chinês fez um chamado para "consolidar e melhorar" a recuperação econômica em 2024 e para "conseguir uma estabilização econômica no longo prazo".
"Algumas empresas enfrentam pressão em suas atividades e algumas pessoas experimentam dificuldades em termos de emprego e condições de vida", reconheceu.
"Nosso objetivo é ambicioso e muito simples. Trata-se simplesmente de ajudar as pessoas a viverem melhor", frisou.
Sobrecarregada por uma gestão muito dispendiosa da crise da covid-19, a segunda maior economia mundial mal conseguiu se recuperar em 2023.
A taxa recorde de desemprego juvenil, a falta de confiança entre os consumidores e a persistente crise de endividamento no setor imobiliário frearam o crescimento. Além disso, os números da atividade industrial caíram pelo terceiro mês consecutivo em dezembro, segundo dados oficiais publicados neste domingo.
Nos últimos meses, a China anunciou uma série de medidas e uma importante emissão de títulos soberanos para estimular o gasto em infraestrutura e impulsionar a atividade econômica, com resultados díspares até o momento.
Apesar de alguns sinais alentadores, como o crescimento de 4,9% do PIB no terceiro trimestre, melhor do que o previsto, espera-se que Pequim tenha dificuldades para alcançar sua meta de crescimento anual, próxima de 5%, a mais modesta em anos.
- China 'seguramente se reunificará' -
A 15 dias das eleições presidenciais em Taiwan, Xi Jinping declarou também que a China "seguramente se reunificará".
"Todos os chineses de ambas as costas do estreito de Taiwan deveriam estar unidos por um objetivo comum e compartilhar a glória do rejuvenescimento da nação chinesa", disse Xi em seu discurso.
Durante uma reunião em meados de novembro com o presidente dos Estados Unidos Joe Biden, o líder chinês já tinha assinalado que a reunificação de Taiwan era "inevitável".
A China considera Taiwan como uma província que ainda não conseguiu unificar ao restante de seu território desde o fim da guerra civil em 1949.
Pequim, que não exclui a possibilidade de conquistar a ilha pela força, exerce forte pressão militar e econômica sobre Taiwan desde 2016, quando chegou ao poder Tsai Ing-wen, do Partido Democrático Progressista (PDP) que, segundo o governo chinês, empenha-se em defender a independência.
Para Taipei, Pequim aumentou a pressão militar nos últimos meses em torno da ilha, às vésperas das eleições presidenciais de 13 de janeiro.
- Cumprimentos a Putin -
O presidente chinês também aproveitou o último dia do ano para enaltecer as relações com seu colega russo Vladimir Putin.
"Diante das mudanças sem precedentes em um século e de uma situação regional e internacional turbulenta, as relações entre China e Rússia seguiram um desenvolvimento sadio e estável, e evoluíram de forma constante na direção correta", afirmou Xi.
Ao refletir sobre os laços entre Pequim e Moscou no ano de 2023, Xi garantiu que "as bases materiais e públicas de nossa relação se fortaleceram [...] Sob nossa liderança conjunta, a confiança política mútua entre ambas as partes se aprofundou, nossa coordenação estratégica se estreitou e a cooperação mutuamente benéfica continuou produzindo novos resultados."
No início de dezembro, durante uma visita a Pequim do primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, Xi afirmou que manter relações próximas com Moscou era uma "decisão estratégica".
Os dois aliados aproximaram seus laços quando os países ocidentais deram as costas a Moscou depois da invasão russa da Ucrânia. Além disso, os laços refletem a importância da relação pessoal entre ambos os líderes, e Xi descreve Putin como um "bom amigo".
L.Davis--AMWN