-
EUA vão poder deportar para a Costa Rica até 25 imigrantes por semana
-
Senado dos EUA confirma novo secretário de Segurança Interna
-
Barril do Brent volta a superar os US$ 100 e WTI sobe mais de 3%
-
Polícia de Londres investiga ataque a ambulâncias da comunidade judaica
-
Sinner vence Moutet e vai às oitavas do Masters 1000 de Miami; Zverev também avança
-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Acidente com avião militar deixa oito mortos na Colômbia
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
-
Aeroporto LaGuardia de Nova York reabre após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Mundo deu a Israel 'licença para torturar' palestinos, diz especialista da ONU
-
Dacia Striker: Bonito e robusto?
-
Governo Trump pede calma ante alta do petróleo, mas empresários são céticos
-
Canobbio e Muslera são convocados por Bielsa para amistosos do Uruguai
-
Skoda Peaq: Novo SUV elétrico de 7 lugares
-
Cerúndolo vence Medvedev e avança às oitavas de final do Masters 1000 de Miami
-
Inglaterra será um termômetro para o Uruguai, diz Muslera
-
Aeropuerto LaGuardia de Nova York fecha após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Exploração nas bombas de gasolina
-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
-
Alex Sandro e Gabriel Magalhães são cortados da Seleção por lesão
-
Trump afirma negociar o fim da guerra com alto cargo iraniano
-
Preço do petróleo cai após declarações de Trump sobre o Irã
-
Após eleições municipais, França se prepara para presidencial de 2027
-
Griezmann avança em negociação para deixar Atlético de Madrid rumo à MLS no meio do ano
-
Chiesa é cortado e vai desfalcar Itália na repescagem para Copa do Mundo
-
EUA e Irã encontraram 'pontos de acordo importantes', diz Trump
-
Último latino-americano campeão de Grand Slam, Del Potro elogia João Fonseca: 'Tem muito potencial'
-
Alex Sandro é cortado da Seleção por lesão e Ancelotti convoca Kaiki, do Cruzeiro
-
Trump adia ataques contra o Irã após conversas 'muito boas' com Teerã, que nega negociações
-
Sobreviventes da ditadura argentina recordam o horror após 50 anos do golpe
-
Guerra no Oriente Médio e Venezuela dominam fórum sobre petróleo em Houston
-
Antes da Copa do Mundo, pioneiras do futebol no México buscam driblar o esquecimento
-
Dois mortos em colisão de avião e veículo no aeroporto LaGuardia de Nova York
-
Ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin morre aos 88 anos
-
Petróleo opera em alta e Bolsas em queda após ultimato de Trump ao Irã
Chanceleres de Venezuela e Guiana se reúnem sobre Essequibo sem mudar posições
Os ministros das Relações Exteriores da Venezuela e Guiana iniciaram uma reunião, nesta quinta-feira(25) em Brasília, para tratar da crise sobre Essequibo, sem que nenhum dos governos tenha mudado de posição sobre a disputa deste território rico em petróleo.
O encontro entre o venezuelano Yván Gil e o guianense Hugh Hilton Todd é parte de um compromisso assumido em dezembro pelos presidentes Nicolás Maduro e Irfaan Ali para evitar o uso da força em meio a tensões que despertaram temores de um conflito armado na região.
Nenhum dos dois fez declarações ao chegarem à sede do Itamaraty. O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, também participa do encontro, observou a AFP.
O Brasil afirmou, em nota, que a reunião servirá para "consolidar a região como uma zona de paz, cooperação e solidariedade".
Gil chegou a Brasília na quarta-feira para "uma nova etapa de diálogo direto".
"Acredito que retomar este diálogo direto (...) seja um sucesso para a diplomacia (...) porque afasta qualquer possibilidade de conflito além da controvérsia territorial que temos", disse à televisão estatal VTV.
Na cúpula de São Vicente e Granadinas, em dezembro, foi estabelecido um novo encontro presidencial no Brasil em três meses.
"A reunião é um passo muito importante para o cumprimento do que estabelecemos em São Vicente", disse Ali à AFP em Georgetown.
Poucos dias após a cúpula de dezembro, as tensões se agravaram com a chegada de um navio de guerra britânico às águas da Guiana, o que a Venezuela viu como uma provocação e respondeu mobilizando mais de 5.600 homens em exercícios militares perto da fronteira em disputa. A situação, no entanto, não escalou, mas ambos mantêm suas posições.
- A agenda -
Para a Venezuela, Essequibo, com 160.000 km2 rico em recursos naturais, faz parte de seu território desde que era colônia da Espanha. Caracas recorre ao Acordo de Genebra, assinado em 1966, antes da independência da Guiana do Reino Unido, que fixou as bases para uma solução negociada e anulou uma decisão de 1899, que determinava as fronteiras, sobre as quais Georgetown pede a ratificação da Corte Internacional de Justiça (CIJ).
A disputa centenária se acirrou em 2015, quando a petroleira americana ExxonMobil descobriu grandes reservas de petróleo na região.
As tensões se acentuaram após a celebração de um referendo sobre a soberania de Essequibo em 3 de dezembro na Venezuela, que impulsionou a criação de um estado formal neste território, visto por Georgetown -que o administra- como uma tentativa de anexação. Maduro criou ainda uma zona militar para esta área de 125.000 habitantes.
Para Iván Rojas, internacionalista venezuelano, o encontro serve para manter o "diálogo aberto", mas sem negociações a este respeito.
"É provável que concentre-se simplesmente na garantia mútua da manutenção da paz. Em outras palavras, este acordo existe para que haja comunicação constante entre as partes durante um momento de tensão. Nada mais, nada menos do que isso", explicou à AFP o diretor do Conselho Venezuelano de Relações Internacionais.
Gil assegurou que a agenda de trabalho passa por "canalizar todas as conversas no âmbito deste acordo" de Genebra e "rever tudo o que está relacionado a este acordo internacional, especialmente nos espaços marítimos que não foram delimitados".
"Revisar e trabalhar para evitar que terceiras potências ou potências imperialistas e militares de grande escala se envolvam na controvérsia", acrescentou.
Georgetown insistiu que estas reuniões não abordarão a disputa territorial, que deixam para a CIJ. Ali disse antes que a reunião serviria para delinear uma agenda com questões relacionadas ao "comércio, clima, segurança energética... melhorar a nossa relação de vizinhança".
"Todas essas coisas são cruciais para um ambiente estável e pacífico."
T.Ward--AMWN