-
Mais de 170 migrantes são resgatados ao tentar cruzar o Canal da Mancha
-
Iraque exportou 30 milhões de barris de petróleo através de Ormuz em um mês
-
Nicolas, lateral do São Paulo, é detido após atropelar e matar idoso
-
Ex-guerrilheiros colombianos temem por seu futuro ante chegada ao poder de De la Espriella
-
Em Cuba, "dar um jeito" na crise dia após dia tem um custo
-
Rúben Amorim promete dar continuidade ao legado de Baresi no Milan
-
'Nenhuma decisão', diz Xabi Alonso sobre retorno de Mudryk após suspensão
-
Erupção de vulcão na Guatemala deixa centenas de deslocados
-
Francês Hervé Renard é o novo técnico da Costa do Marfim
-
Democratas votam em primárias no Michigan, estado crucial nas legislativas
-
Cuba restabelece rede elétrica após apagão nacional
-
Milhares de pessoas dão último adeus a Franco Baresi
-
Ex-advogado pessoal de Trump avança em sua confirmação como procurador-geral dos EUA
-
Marco Rubio espera que transição na Venezuela leve 'meses, não anos'
-
Banco Mundial insta países em desenvolvimento a adotarem IA para melhorar sua governança
-
Barcelona empresta goleiro Ter Stegen ao Ajax
-
Bubista, técnico de Cabo Verde na Copa, é anunciado por clube do Marrocos
-
Japão considera necessário reforçar suas forças armadas com 'urgência'
-
Erupção do Vulcão de Fogo força deslocamento de centenas de pessoas na Guatemala
-
Dirigentes da Fifa aumentam pressão sobre Infantino
-
Suspeito relacionado a incêndios no noroeste dos EUA é preso
-
Polícia Civil investiga suspeitos de planejar ataques durante eleições no Brasil
-
EUA espera acordo sobre Estreito de Ormuz antes de quarta-feira
-
Após crise em Ceuta, UE busca reconstruir consensos
-
Reino Unido recupera ouro de resíduos eletrônicos para fabricar joias
-
Secretário do Tesouro dos EUA diz que há chances de acordo com Irã para reabrir Ormuz
-
Salvadorenho morreu em centro de detenção migratória em Nova Jersey
-
Neymar evita pensar em 2027, mas pai do jogador descarta aposentadoria
-
Rabat diz que alertou Madri sobre risco representado por decisão judicial espanhola
-
Projétil atinge navio e tensão aumenta em Ormuz
-
UE se reúne para discutir crise migratória em Ceuta
-
Ataques entre Rússia e Ucrânia deixam oito mortos
-
Bombeiros lutam para conter incêndio ao noroeste de Atenas
-
Guatemala declara alerta de 'perigo' após erupção de vulcão
-
Mais de 65 mil pessoas fogem dos incêndios que devastam cidade no noroeste dos EUA
-
Petro diz temer 'guerra civil' na Colômbia após suposta fraude eleitoral
-
Trump afirma que EUA e Irã negociam e alerta para 'última oportunidade'
-
Incêndio na França revela obuses da Segunda Guerra Mundial
-
Mau tempo em cuba dificulta reconexão elétrica após apagão
-
Conselho de Paz tranquiliza Israel após objeções a retirada de Gaza
-
Tarifas de Trump voltam à mira da Justiça nos EUA
-
Crise em Ceuta abre nova frente para premier da Espanha
-
Ex-presidente hondurenho indultado pelos EUA vai se defender em liberdade
-
MLS escolhe Larry Berg como comissário para suceder Don Garber
-
Vladimir Petkovic deixa cargo de técnico da Argélia
-
Vinte e cinco estados democratas processam governo Trump por 'tarifaço'
-
737 MAX 7 da Boeing obtém certificação após vários anos de atrasos
-
Trump diz que EUA e Irã estão negociando e alerta para 'última oportunidade'
-
Real Madrid acerta transferência do atacante Gonzalo García para o Fulham
-
Zelensky demite embaixadora ucraniana nos Estados Unidos
Espanha e Mauritânia se comprometem a combater imigração irregular
Espanha e Mauritânia concordaram, nesta quarta-feira (28), em colaborar no combate à imigração ilegal, durante uma visita do presidente do governo espanhol Pedro Sánchez a três países africanos para conter as chegadas irregulares no país europeu.
Em declaração conjunta, ambos os governos se comprometeram a "trabalhar juntos para promover uma migração segura, ordenada e regular" e garantir "um tratamento justo e humano aos migrantes".
O líder socialista, que foi recebido em Nouakchott na terça-feira pelo presidente Mohamed Ould Cheikh El Ghazouani, defendeu uma atitude firme contra as redes de tráfico de pessoas e o tratamento humanitário dos migrantes.
"A imigração não é um problema, mas uma necessidade que vem acompanhada de certos problemas. Devemos lutar contra as máfias que traficam seres humanos e brincam com vidas humanas" e que se aproveitam "das péssimas condições e do desespero de quem recorre à migração irregular", declarou Sánchez.
Pressionado internamente pela crise migratória, com um aumento acentuado do número de migrantes chegando à Espanha, o presidente do governo espanhol visita a Gâmbia nesta quarta-feira e o Senegal, na dia seguinte.
As três nações africanas, localizadas na costa atlântica, são pontos de partida de milhares de africanos que tentam chegar à Europa em busca de um futuro melhor, cruzando o oceano, sobretudo através das Ilhas Canárias espanholas. Milhares de pessoas morreram nesta travessia nos últimos anos.
- Migração circular -
Em declaração conjunta, os dois governos "insistem na necessidade de combater o racismo e a xenofobia".
Também assinaram um "memorando de entendimento" sobre "migração circular": a Espanha informará a Mauritânia de suas necessidades de mão de obra, selecionando os candidatos em um "projeto piloto" com duração inicial de um ano e com especial atenção aos jovens e às mulheres.
Aqueles que se candidatarem serão entrevistados e, se necessário, testados. Também será solicitado que obtenham um visto e assinem um contrato, além de concordarem em retornar ao seu país no final da vigência do mesmo.
A Espanha já aplicou esta fórmula "com sucesso" em outros países, disse Sánchez, anunciando que seu governo vai atribuir meio milhão de euros (R$ 3 milhões na cotação atual) a uma iniciativa de formação na Mauritânia.
Segundo uma fonte da Presidência espanhola, este país africano acolhe atualmente cerca de 200.000 refugiados vítimas da instabilidade na região do Sahel, entre eles muitos malianos, que poderiam migrar para as Ilhas Canárias.
Ainda não se sabe o valor total dos acordos que serão assinados com estes países — principalmente a Mauritânia, para onde Sánchez já viajou em fevereiro — para ajudá-los e incentivá-los a intensificar os esforços para prevenir esta migração ilegal.
Entre 1º de janeiro e 15 de agosto deste ano, 22.304 migrantes chegaram às Ilhas Canárias, em comparação aos 9.864 no mesmo período de 2023, um aumento de 126%.
S.Gregor--AMWN