-
Costa Rica votou para presidente com uma favorita linha-dura contra a violência do narcotráfico
-
Ativista libertado diz que 1.675 dias de prisão são 'dor demais para um ser humano'
-
Inter vence Cremonese e segue líder do Italiano; Juventus goleia Parma
-
PSG vence Strasbourg e se mantém na liderança do Campeonato Francês
-
Arsenal vence Corinthians (3-2) e é o primeiro campeão mundial feminino de clubes
-
Atlético de Madrid chega a acordo com Atalanta para contratar Ademola Lookman
-
Costa Rica vota para presidente com uma favorita linha dura contra narcotráfico
-
Inter vence Cremonese e segue firme na liderança do Italiano
-
Trump se diz otimista sobre acordo com Irã após advertências de Khamenei sobre guerra regional
-
City e Aston Villa deixam Arsenal escapar na liderança, United vence 3ª seguida
-
Com 2 de Guirassy, Dortmund vira sobre Heidenheim e fica a 6 pontos do líder Bayern
-
Israel reabre parcialmente a passagem de Rafah para moradores de Gaza
-
Menino de cinco anos detido pelo ICE em Minneapolis volta para casa
-
Paris FC anuncia contratação do atacante italiano Ciro Immobile
-
Lyon vence Lille e segue embalado no Campeonato Francês
-
United vence terceira seguida e se mantém no G4 do Campeonato Inglês
-
Com golaço de Vini, Real Madrid sofre, mas vence Rayo Vallecano no Espanhol
-
Família mexicana permanece trancada em sua casa em Minneapolis por medo do ICE
-
Negociações sobre a guerra na Ucrânia são adiadas para quarta-feira
-
Paquistão procura autores de ataques separatistas que deixaram quase 200 mortos
-
Costa Rica elege presidente com candidata de direita como favorita
-
Irã compara protestos a 'golpe' e faz alerta contra guerra regional
-
Alcaraz bate Djokovic e é campeão do Aberto da Austrália
-
Israel reabre a passagem de Rafah de maneira limitada
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam ao menos 125 mortos no Paquistão
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Baarcelona vence Elche e se mantén na liderança do Espanhol
-
Líder Arsenal goleia Leeds United; Chelsea vira sobre West Ham
-
Bayern empata com Hamburgo e volta a tropeçar no Campeonato Alemão
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô
-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Irã adverte que seu Exército está 'em alerta máximo' e vê 'avanços' para negociar
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Marcha silenciosa na Dinamarca contra críticas de Trump à Otan no Afeganistão
-
Chefe da missão diplomática americana quer retomar relação com a Venezuela
-
Helicoide, símbolo da 'tortura' na Venezuela
-
Restauração de afresco em Roma gera polêmica por suposta semelhança com Meloni
-
Apagão deixa Kiev sem metrô e água
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam quase 90 mortos no Paquistão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 28 mortos
-
Comandante militar iraniano alerta EUA e Israel contra ataque
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam mais de 70 mortos no Paquistão
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Rybakina supera Sabalenka e é campeã do Aberto da Austrália
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que Epstein ofereceu ao ex-príncipe Andrew encontro com uma mulher russa
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
China registra uma das menores taxas de crescimento econômico em décadas
A economia da China cresceu 5% em 2024, um dos crescimentos mais baixos em décadas, em uma economia sobrecarregada pelo fraco consumo e por uma prolongada crise imobiliária.
O Gabinete Nacional de Estatísticas anunciou, nesta sexta-feira (17), um crescimento do Produto Interno Bruto de 5% no ano passado, ligeiramente abaixo dos 5,2% em 2023.
Embora atinja a meta de crescimento de "cerca de 5%" definida pelas autoridades, é o pior desempenho da economia chinesa desde 1990, se deixar de lado os anos de pandemia.
Segundo analistas consultados pela AFP, essa desaceleração continuará nos próximos dois anos, com crescimento de 4,4% em 2025 e uma queda abaixo de 4% no ano seguinte.
Esse desenvolvimento ocorre "em uma situação séria e complicada, na qual as pressões externas e as dificuldades internas aumentam", disse a agência estatística.
"Os efeitos adversos causados pela conjuntura externa estão aumentando, a demanda interna é insuficiente, algumas empresas têm problemas de produção e operação, e a economia ainda enfrenta dificuldades e desafios", disse.
A segunda maior economia do mundo não conseguiu se recuperar da pandemia, apesar do levantamento das medidas restritivas contra a covid-19 que prejudicaram a atividade durante anos.
O consumo interno não se recupera, a crise no crucial setor imobiliário continua e os governos locais se afundam em dívidas.
Em uma rara notícia positiva, os dados oficiais desta semana mostraram que as exportações da China atingiram um recorde no ano passado.
No entanto, a sombra das tarifas prometidas por Donald Trump quando tomar posse como presidente dos EUA na semana que vem ameaça esse pilar da economia chinesa.
- "Crise de confiança" -
As autoridades introduziram uma série de medidas nos últimos meses para impulsionar a economia, incluindo cortes de taxas, flexibilização da dívida para governos locais e subsídios para a moradia.
O banco central do país indicou recentemente que os cortes nas taxas de juros continuarão até 2025 sob uma nova política monetária "moderadamente flexível".
Mas analistas alertam que mais esforços são necessários para impulsionar o consumo interno, especialmente devido às nuvens escuras que pairam em Washington sobre o comércio exterior.
"É improvável que o apoio da política monetária por si só consiga consertar a economia", disse Harry Murphy Cruise, da Moody's Analytics, à AFP.
"A China sofre uma crise de confiança, não de crédito. Famílias e empresas não confiam na economia o suficiente para pegar empréstimos, não importa o quão barato seja", disse ele.
Dados publicados pelo Gabinete Nacional de Estatística confirmam o problema do consumo interno.
As vendas no varejo, um indicador-chave do sentimento do consumidor, cresceram 3,5% em 2024, um declínio significativo em relação aos 7,2% do ano anterior.
A produção industrial, por outro lado, melhorou de 4,6% em 2023 para 5,8% no ano passado.
D.Moore--AMWN