-
Ataques de rebeldes separatistas deixam ao menos 125 mortos no Paquistão
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Baarcelona vence Elche e se mantén na liderança do Espanhol
-
Líder Arsenal goleia Leeds United; Chelsea vira sobre West Ham
-
Bayern empata com Hamburgo e volta a tropeçar no Campeonato Alemão
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô
-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Irã adverte que seu Exército está 'em alerta máximo' e vê 'avanços' para negociar
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Marcha silenciosa na Dinamarca contra críticas de Trump à Otan no Afeganistão
-
Chefe da missão diplomática americana quer retomar relação com a Venezuela
-
Helicoide, símbolo da 'tortura' na Venezuela
-
Restauração de afresco em Roma gera polêmica por suposta semelhança com Meloni
-
Apagão deixa Kiev sem metrô e água
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam quase 90 mortos no Paquistão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 28 mortos
-
Comandante militar iraniano alerta EUA e Israel contra ataque
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam mais de 70 mortos no Paquistão
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Rybakina supera Sabalenka e é campeã do Aberto da Austrália
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que Epstein ofereceu ao ex-príncipe Andrew encontro com uma mulher russa
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Presidente da Venezuela anuncia anistia geral e fechamento de temida prisão política
-
Kast pede 'colaboração' a Bukele após visita à megaprisão de El Salvador
-
Tribunal da Espanha ordena que freiras desocupem convento
-
Senado dos EUA aprova projeto de lei que deve encurtar 'shutdown'
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Milhares de pessoas marcham em Minneapolis contra operações anti-imigração nos EUA
-
Lens vence Le Havre (1-0) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
-
Trump diz que Irã 'quer chegar a um acordo' para evitar ataque de EUA
-
Morreu Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de Mim'
-
Cubanos exaustos pela crise apostam no diálogo diante das ameaças de Trump
-
Número de mortos em catástrofe ferroviária na Espanha sobe para 46
-
Primeiros atletas se instalam na vila olímpica em Milão a uma semana dos Jogos de Inverno
-
Fela Kuti será primeiro africano a receber Grammy pelo conjunto da obra
-
Presidente eleito do Chile visita megaprisão de El Salvador para 'estudar' modelo
-
Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, vão começar uma semana depois do previsto
-
Inter Miami contrata atacante Germán Berterame, da seleção mexicana
-
Dinamarquesa Maersk vai operar portos no canal do Panamá
-
Morre Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de mim'
-
Espanhol Albert Riera é o novo técnico do Eintracht Frankfurt
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Fermín López renova com Barcelona até 2031
Novas tarifas de Trump entram em vigor e provocam outro dia de queda nas Bolsas
As novas tarifas dos Estados Unidos contra quase 60 países, incluindo uma sobretaxa de 104% aos produtos da China, entraram em vigor nesta quarta-feira (9) e provocaram o temor de um novo dia de queda expressiva nas Bolsas.
As tarifas entraram em vigor às 0h00 de Washington (1h00 de Brasília) e afetam, entre outros, os 27 membros da União Europeia (UE), neste caso, com uma taxa de 20%.
Para a China, o principal rival econômico dos Estados Unidos, a Casa Branca anunciou novas tarifas que, somadas às já existentes, totalizam 104%, medida que o país asiático declarou que combaterá "até o fim".
"Vamos continuar adotando medidas firmes e contundentes para salvaguardar nossos direitos e interesses legítimos", reiterou nesta quarta-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian.
De modo paralelo, Pequim não descarta negociar com os Estados Unidos "por meio do diálogo em pé de igualdade e com uma cooperação mutuamente benéfica", segundo um documento oficial publicado pela imprensa chinesa.
Após uma leve recuperação na terça-feira, as Bolsas voltaram a despencar nesta quarta-feira diante do temor das consequências da guerra comercial para o consumo e o crescimento econômico.
No Japão, o índice Nikkei encerrou o dia em queda de 3,93%, enquanto o iene, moeda japonesa considerada um valor refúgio, registrou valorização de 0,7% em relação ao dólar.
Outros mercados da Ásia também fecharam em queda livre, como Taipé (-5,8%) e Seul (-1,73%).
Na Europa, as Bolsas iniciaram a quarta-feira em queda expressiva. Nos primeiros minutos de operações, Paris perdia 2,84%, Frankfurt 2,37%, Londres 2,31%, Madri 2,79% e Milão 2,78%.
Em uma demonstração do pânico nos mercados internacionais, o petróleo registra as menores cotações em quatro anos, cerca de 60 dólares o barril.
A Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que tem 10 membros, incluindo o Vietnã, afetado por uma tarifa de 46%, pediu nesta quarta-feira que os países "atuem com coragem" para responder ao risco de uma guerra comercial.
- "Acordos sob medida" -
Diante do pânico, Washington afirma estar aberto a negociações e Trump declarou que está disposto a alcançar acordos "sob medida" com os países afetados pelas tarifas.
Durante um jantar com representantes do Partido Republicano, o presidente celebrou que dezenas de países - incluindo a China, segundo ele - "estejam fazendo todo o possível" para buscar um acordo.
Na Europa, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu ações para "evitar uma escalada" durante uma conversa telefônica com o primeiro-ministro chinês, Li Qiang.
Segundo um porta-voz europeu, o bloco poderia apresentar sua resposta "no início da próxima semana".
A UE estuda aplicar tarifas de 25% a uma série de produtos americanos. O bloco decidiu, no entanto, excluir o bourbon para evitar represálias contra os vinhos e licores europeus, segundo uma lista à qual a AFP teve acesso.
"O objetivo é chegar a uma situação na qual o presidente Trump reverta sua decisão", afirmou na terça-feira o presidente francês Emmanuel Macron.
Analistas e economistas temem que a guerra comercial iniciada por Trump prejudique a economia mundial, com riscos de inflação, desemprego e queda no crescimento.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse estar "particularmente preocupado com os países em desenvolvimento mais vulneráveis", onde os impactos serão "mais devastadores".
burs-vab/pc/zm/fp
P.M.Smith--AMWN