-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
-
Pegula e Eala farão a final do WTA 500 de Washington
-
Atentado guerrilheiro deixa 14 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Jessica Pegula avança à final do WTA 500 de Washington
-
Sobe para sete o número de mortos após bombardeios em Gaza
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
O que se sabe sobre entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta em meio à crise diplomática
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Federação Alemã pede 'investigação completa' sobre plano abortado pela Fifa
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Bombardeios em Gaza deixam dois mortos e provocam danos em hospital
-
Richarlison dá vitória ao Tottenham sobre o Chelsea em amistoso na Austrália
-
Atentado deixa 11 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Empresa confirma morte do alpinista Nirmal Purja em avalanche no Paquistão
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta e pede reunião urgente sobre migração
-
Bombeiros lutam para salvar complexo turístico na Grécia
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam 10 mortos em Kiev
-
Japão encerra busca por vítimas em shopping destruído após terremoto
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam nove mortos em Kiev
-
Espanha reforça fronteira com Marrocos e destaca situação 'quase' normal
-
Humala é solto após anulação de sentença no Peru
-
Fifa retira plano de investimento privado após reação mundial negativa
-
Incêndio é controlado na Catedral de São Basílio, em Moscou
-
Presidente da Costa Rica acusa magistrados da Suprema Corte de serem "golpistas"
-
Venezuela retoma resgate de corpos em prédio demolido após terremotos
-
Os números por trás da corrida por alternativas à exportação de petróleo via Ormuz
-
Conmebol solicita à Fifa 'informações adicionais' sobre projeto de investimento privado
-
CEO da Hugging Face pede que OpenAI assuma responsabilidade por ciberataque
-
Wall Street fecha impulsionada pela Amazon após um mês de altos e baixos
-
Atual campeão, De Minaur é eliminado por Nakashima nas quartas do ATP 500 de Washington
-
Argentina e Coreia do Sul assinam memorando para cooperação em minerais críticos
-
Peru anuncia 'incorporação' próxima ao Escudo das Américas, promovido pelos EUA
-
Wembanyama renova com a Nike e terá tênis com sua assinatura
-
Explosões israelenses perto de castelo ameaçam acordo-quadro, diz Líbano
-
Com gol de Douglas Luiz, Juventus vence Nice (2-0) em amistoso em Turim
-
Grécia evacua parte do subúrbio de Atenas devido a incêndio
-
Avalanche de migrantes paralisa vida cotidiana em Ceuta
-
Itália suspende livre circulação com Espanha após onda migratória em Ceuta
-
Vozinha adia chegada ao futebol chileno 'por motivos pessoais'
-
Rubio considera "feito extraordinário" a crescente influência dos EUA na América Latina
-
Emerse Faé deixa cargo de técnico da Costa do Marfim
-
Paraguai manifesta rejeição a declarações de Lula sobre guerra no século XIX
-
Messi é dúvida do Inter Miami contra Columbus Crew; rodada da MLS tem duelo Son-Thomas Müller
-
OpenAI anuncia que tem mais de um bilhão de usuários ativos
-
Mudryk, suspenso por doping, é liberado para voltar a jogar pelo Chelsea
-
Eddie Howe deixa cargo de técnico do Newcastle
Duelo comercial se transforma em guerra de trincheiras entre EUA e China
A China respondeu ao último golpe tarifário do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que continua convencido de que sua ofensiva comercial funciona "realmente bem", ideia cada vez mais questionada por investidores e consumidores.
Os mercados evitam o dólar americano, a dívida e as ações, em uma onda generalizada de desconfiança que tende a ocorrer com os países emergentes, mas não com a principal potência do mundo.
O Federal Reserve (Fed, banco central americano) afirma estar "absolutamente preparado" para agir e estabilizar os mercado caso seja necessário.
Jamie Dimon, diretor da JP Morgan, reconheceu nesta sexta-feira (11) que a economia enfrenta "uma turbulência considerável".
Além disso, os rendimentos dos títulos do governo dos Estados Unidos com vencimento em dez anos subiram, o que significa que os Estados Unidos precisam pagar mais para se endividar.
E a confiança do consumidor nos Estados Unidos caiu drasticamente em abril "independentemente da idade, renda, nível de escolaridade, local de residência ou filiação política", segundo um barômetro publicado pela Universidade de Michigan.
Mas Trump considera que sua política tarifária está funcionando "realmente bem", conforme afirmou em sua rede Truth Social, onde evitou comentar o anúncio de Pequim de que aumentará para 125% suas tarifas alfandegárias sobre produtos provenientes dos Estados Unidos.
- "Otimista" -
"O presidente deixou muito claro que está aberto a um acordo com a China", declarou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, à imprensa. "Está otimista", acrescentou.
O bilionário republicano acredita que a China quer negociar, mas as declarações do Ministério das Finanças chinês indicam mais um afastamento.
"Como, com este nível de tarifas, os produtos americanos exportados à China não são mais viáveis no mercado", se Washington continuar aumentando as taxas, "a China vai ignorar", alertou.
Na quarta-feira, o republicano recuou em sua ofensiva protecionista ao pausar temporariamente por 90 dias as tarifas alfandegárias para dezenas de parceiros comerciais, com exceção da China, país sobre o qual deixou em vigor outras sobretaxas e um mínimo universal de 10%.
As tarifas aduaneiras sobre Pequim foram elevadas para até 145%, 125% além das pré-existentes de 20%.
O anúncio do presidente dos Estados Unidos desencadeou euforia nos mercados financeiros, e Wall Street encerrou o dia com uma de suas melhores sessões na bolsa.
Naquele dia, Trump escreveu bem cedo em suas redes sociais que "é um bom momento para comprar". Ele fez isso horas antes de anunciar a suspensão.
Essa mensagem levou vários senadores democratas, nesta sexta-feira, a solicitarem à SEC, o órgão regulador do mercado de valores americano, que inicie uma investigação.
Eles querem que seja apurado se "os anúncios tarifários enriqueceram familiares e amigos da administração" às custas dos americanos, por terem tido "conhecimento prévio da pausa tarifária", o que configuraria uso de informação privilegiada.
- Fogo cruzado -
Os europeus seguem sob fogo cruzado: sob pressão para negociar com os Estados Unidos e forçados a chegar a um acordo com a China.
Durante uma reunião com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, em Pequim nesta sexta, o presidente chinês, Xi Jinping, pediu à União Europeia que "se mantivesse unida" contra a guerra comercial de Trump.
Sánchez pediu uma "retificação" do déficit comercial com a China, mas sem "obstaculizar o potencial de crescimento das relações" com Pequim.
O presidente francês, Emmanuel Macron, alertou nesta sexta-feira que a pausa era "frágil" e pediu aos europeus que fossem "fortes".
A UE suspendeu as contramedidas previstas e o Comissário Europeu de Comércio, Maros Sefcovic, viajará para Washington na segunda-feira.
Nesta batalha das grandes potências, a ONU alertou sobre as possíveis consequências para países pobres como Lesoto, Camboja, Madagascar e Mianmar.
São "os mais vulneráveis" e "menos equipados a se adaptar", afirma Pamela Coke-Hamilton, diretora-executiva do Centro de Comércio Internacional, uma entidade conjunta das Nações Unidas e da Organização Mundial do Comércio (OMC).
burs-nr-lem/meb/pc/fp/jc/aa/dd/mvv/yr/am
P.Mathewson--AMWN