-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Irã adverte que seu Exército está 'em alerta máximo' e vê 'avanços' para negociar
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Marcha silenciosa na Dinamarca contra críticas de Trump à Otan no Afeganistão
-
Chefe da missão diplomática americana quer retomar relação com a Venezuela
-
Helicoide, símbolo da 'tortura' na Venezuela
-
Restauração de afresco em Roma gera polêmica por suposta semelhança com Meloni
-
Apagão deixa Kiev sem metrô e água
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam quase 90 mortos no Paquistão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 28 mortos
-
Comandante militar iraniano alerta EUA e Israel contra ataque
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam mais de 70 mortos no Paquistão
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Rybakina supera Sabalenka e é campeã do Aberto da Austrália
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que Epstein ofereceu ao ex-príncipe Andrew encontro com uma mulher russa
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Presidente da Venezuela anuncia anistia geral e fechamento de temida prisão política
-
Kast pede 'colaboração' a Bukele após visita à megaprisão de El Salvador
-
Tribunal da Espanha ordena que freiras desocupem convento
-
Senado dos EUA aprova projeto de lei que deve encurtar 'shutdown'
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Milhares de pessoas marcham em Minneapolis contra operações anti-imigração nos EUA
-
Lens vence Le Havre (1-0) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
-
Trump diz que Irã 'quer chegar a um acordo' para evitar ataque de EUA
-
Morreu Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de Mim'
-
Cubanos exaustos pela crise apostam no diálogo diante das ameaças de Trump
-
Número de mortos em catástrofe ferroviária na Espanha sobe para 46
-
Primeiros atletas se instalam na vila olímpica em Milão a uma semana dos Jogos de Inverno
-
Fela Kuti será primeiro africano a receber Grammy pelo conjunto da obra
-
Presidente eleito do Chile visita megaprisão de El Salvador para 'estudar' modelo
-
Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, vão começar uma semana depois do previsto
-
Inter Miami contrata atacante Germán Berterame, da seleção mexicana
-
Dinamarquesa Maersk vai operar portos no canal do Panamá
-
Morre Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de mim'
-
Espanhol Albert Riera é o novo técnico do Eintracht Frankfurt
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Fermín López renova com Barcelona até 2031
-
Voto de confiança: costarriquenhos guardam cédulas eleitorais em casa
-
Arsenal tenta afastar pressão em sua luta para conquistar a Premier League após 22 anos
-
Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Procuradora-geral dos EUA ordena detenção de jornalista que interrompeu missa em Minneapolis
-
Panamá negocia com dinamarquesa Maersk operação de portos do canal
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa EUA de 'asfixiar' sua economia
Governo espanhol cancela compra de munição israelense sob pressão da esquerda radical
O governo espanhol decidiu rescindir um contrato de compra de munição de uma empresa israelense, cedendo à pressão do partido de esquerda radical que divide o poder com os socialistas.
O cancelamento do contrato de compra de munição da empresa israelense IMI Systems por 6,8 milhões de euros (cerca de 43,8 milhões de reais) foi aplaudido por Yolanda Díaz, número três do governo e figura de destaque do Sumar, partido que governa ao lado dos socialistas de Pedro Sánchez.
A Espanha não pode fazer "negócios com um governo genocida (...) que está massacrando o povo palestino", disse Díaz aos repórteres e acrescentou que negociou com os ministros socialistas do Interior e da Defesa para suspender o contrato.
O Sumar sofreu um revés na terça-feira, quando o Conselho de Ministros aprovou, apesar da oposição da esquerda radical, um plano de 12 bilhões de dólares (68,2 bilhões de reais) para aumentar os gastos militares espanhóis para 2% do PIB, conforme exigido pela Otan.
Um novo golpe teria sido muito duro para o partido, especialmente devido à sua rivalidade com o Podemos, formação que antes governava com os socialistas, mas que hoje, fora do Executivo e reduzido a quatro deputados, quer se reposicionar como líder da esquerda radical.
O contrato com a IMI Systems "violava o direito internacional", disse Díaz, chamando a situação em Gaza, onde as operações militares israelenses continuam, de "genocídio".
"O compromisso com o povo palestino é absoluto e não há relativismo na defesa dos direitos humanos", acrescentou.
O governo de Sánchez, que fez do apoio incondicional à causa palestina um dos principais pilares de sua política externa, reconheceu oficialmente a Palestina como um Estado em maio, o que prejudicou suas já precárias relações com o governo israelense de Benjamin Netanyahu.
- "Quem vai pagar?" -
Na quarta-feira, fontes do Ministério do Interior disseram que o contrato com a empresa israelense ainda era válido, já que os serviços jurídicos do Estado desaconselharam sua anulação pois isso significaria pagar o dinheiro sem receber o material.
Nesta quinta-feira, fontes do governo, que confirmaram a anulação do contrato, disseram que o Ministério Público e os ministérios envolvidos "já estudam possíveis respostas e reivindicações judiciais".
Alberto Núñez Feijóo, líder do Partido Popular (PP, direita), o principal partido da oposição, criticou duramente o governo de esquerda.
"Quando um Estado faz um contrato com outro Estado, esse contrato deve ser honrado", disse Feijóo, referindo-se ao fato de a IMI Systems pertencer ao Estado israelense.
"Quanto vale a rescisão desse contrato? Quem vai pagar pela rescisão desse contrato?", perguntou.
No entanto, para os socialistas, o mais importante era acabar com a controvérsia com seu aliado de esquerda radical e restaurar uma aparência de estabilidade dentro do governo.
"Não há nenhuma crise no governo", afirmou Díaz antes mesmo da anulação do que ela mesma descreveu nas redes sociais como um "contrato da vergonha".
S.F.Warren--AMWN