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Panamá registra protesto contra prisão de sindicalistas
Milhares de pessoas marcharam nesta sexta-feira (23) no Panamá em protesto contra a prisão de dois sindicalistas que promoveram manifestações contra o governo de direita de José Raúl Mulino.
Dois dirigentes do sindicato da construção Suntracs, o principal do país, estão presos acusados de lavagem de dinheiro, enquanto o líder desta organização de esquerda, Saúl Méndez, pediu asilo na embaixada da Bolívia para evitar ser detido.
Os sindicalistas negam as acusações e dizem que se trata de perseguição política do governo de Mulino.
Nesta sexta-feira, os manifestantes marcharam de forma pacífica pela avenida costeira da capital rumo à sede do governo, portando bandeiras panamenhas e vigiados pela polícia.
"Nossos dirigentes foram brutalmente reprimidos pelo governo porque ele não tolera que levantemos nossa voz em protesto contra toda esta política neoliberal", disse à AFP o sindicalista Héctor Hurtado.
Genaro López, histórico dirigente do Suntracs, foi preso nesta quinta-feira, depois da detenção, na semana passada, de outro membro dessa associação, Jaime Caballero. Na quarta-feira, Méndez se refugiou na embaixada da Bolívia.
O Ministério Público realizou diligências em locais do Suntracs com policiais encapuzados e emitiu mandados de prisão contra outros dirigentes do sindicato, mas não divulgou seus nomes.
"Há perseguição política no país, temos companheiros presos que estão sendo processados sem provas suficientes", afirmou à AFP Ronaldo Ortiz, dirigente da organização popular Frenadeso.
Mulino enfrenta há quase um mês uma greve dos trabalhadores da construção e do setor bananeiro, bem como protestos em várias cidades. Também houve paralisações de professores de escolas públicas.
Os sindicatos protestam contra uma reforma recente da Seguridade Social e outras medidas de Mulino, entre elas um acordo com Washington que permite o envio de tropas americanas ao país para ajudar a defender o Canal do Panamá.
O presidente se recusa a dialogar com o Suntracs, o qual classifica de "máfia". Além disso, assegura que as prisões foram ordenadas pelo Ministério Público, e não o governo.
"Eu não investigo ninguém nem mando prender ninguém", indicou o dirigente na quinta-feira.
No entanto, a professora Damaris Frutos, de 59 anos, disse à AFP na marcha que as autoridades "intimidam nossos dirigentes com o objetivo de enfraquecer as associações".
G.Stevens--AMWN