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Comissários de bordo da Air Canada encerram greve após chegar a princípio de acordo
A greve dos comissários de bordo da Air Canada "terminou", anunciou nesta terça-feira (19) o sindicato do pessoal de voo, mencionando "um princípio de acordo" após uma noite de negociações com a companhia aérea, que confirmou a retomada progressiva de suas operações.
Cerca de 10.000 comissários de bordo haviam deixado seus postos após a meia-noite de sábado, o que provocou cancelamentos que afetaram cerca de meio milhão de pessoas.
O sindicato desafiou uma ordem de um tribunal regulador para retornar ao trabalho no domingo, o que obrigou a Air Canada a recuar em seus planos de restabelecer parcialmente o serviço.
No entanto, após retomar as conversas na noite de segunda-feira, o sindicato afirmou ter alcançado um possível acordo com a companhia aérea, que submeteria à consideração de seus membros.
"A greve terminou. Temos um acordo preliminar que apresentaremos a vocês", declarou a seção da Air Canada do Sindicato Canadense da Função Pública (Cupe) no Facebook nesta terça-feira.
"Somos obrigados a informar aos nossos filiados que devemos colaborar plenamente com a retomada das operações", acrescentou o texto.
A Air Canada destacou em outro comunicado que "reiniciará gradualmente suas operações" após alcançar um "acordo mediado" com o Cupe.
A companhia indicou que os primeiros voos estavam programados para a noite desta terça-feira, mas alertou que o serviço completo poderia não ser restabelecido antes de sete a dez dias.
"Reiniciar uma grande companhia aérea como a Air Canada é uma tarefa complexa. O restabelecimento total pode levar uma semana ou mais, por isso pedimos paciência e compreensão aos nossos clientes nos próximos dias", declarou o presidente da Air Canada, Michael Rousseau.
Nem o sindicato nem a companhia aérea forneceram detalhes imediatos sobre o acordo proposto.
- Viagens interrompidas -
A Air Canada, que voa diretamente para 180 destinos nacionais e internacionais, disse que a greve causou cancelamentos de voos que afetaram cerca de 500.000 pessoas.
Durante o fim de semana, a ministra federal do Trabalho, Patty Hajdu, invocou uma disposição legal para interromper a greve e forçar as partes a chegarem a um acordo vinculativo.
Após a ordem da ministra, o Conselho de Relações Industriais do Canadá (CIRB, na sigla em inglês) ordenou que os trabalhadores retornassem aos seus postos no domingo.
No entanto, o sindicato disse que não cumpriria a ordem, o que obrigou a companhia aérea a recuar em seus planos de restaurar parcialmente o serviço aéreo.
Na terça-feira, a companhia aérea informou aos seus clientes que previa que as interrupções continuariam "pois as aeronaves e as tripulações estão fora de posição" e pediu aos passageiros que fossem ao aeroporto apenas se seu voo estivesse marcado como operacional.
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, disse a repórteres na segunda-feira que era "decepcionante" que oito meses de negociações entre a companhia aérea e o sindicato não tivessem resultado em um acordo.
A.Mahlangu--AMWN