-
Presidente alemão pede fim da guerra no Oriente Médio para evitar consequências 'desastrosas'
-
Antonelli vê vitória no GP da China como 'ponto de partida' para ter sucesso na F1
-
Trump anuncia que sua chefe de gabinete, Susie Wiles, tem câncer de mama
-
HRW denuncia 'desaparecimento forçado' em El Salvador de imigrantes deportados pelos EUA
-
Risco de estagflação nos EUA é 'bastante alto', diz à AFP Stiglitz, Nobel de Economia
-
Arteta aposta no jovem Dowman: 'Está pronto para jogar regularmente'
-
Rotas alternativas ao Estreito de Ormuz são insuficientes para atender à demanda
-
Prefeitos dos EUA se opõem a centros de dados, enquanto cresce reação contra IA
-
Chelsea é multado em 10 milhões de libras por irregularidades financeiras
-
Rei da Espanha admite que houve 'muito abuso' na conquista da América
-
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
-
Sean Penn, vencedor do Oscar, está em Kiev
-
'Não tenho um plano específico, é só tentar', diz Guardiola antes de duelo com Real Madrid
-
Começa na França julgamento de apelação de Sarkozy por suposto financiamento líbio
-
Espanha substitui Finalíssima por amistoso contra Sérvia
-
Vídeos falsos sobre guerra no Oriente Médio se multiplicam no X apesar dos alertas
-
Bombardeios russos deixam três mortos na Ucrânia; explosões em Kiev
-
Rosalía inicia na França a turnê internacional de 'Lux'
-
Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
-
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
-
Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio
-
Cinco momentos importantes da 98ª edição do Oscar
-
'Uma Batalha Após a Outra' é o grande vencedor do Oscar
-
'Valor Sentimental', da Noruega, ganha Oscar de Melhor Filme Internacional
-
'Uma Batalha Após a Outra' leva o Oscar de Melhor Filme
-
Oscar: últimas novidades
-
México bate recorde mundial de maior aula de futebol
-
Sinner vence Medvedev e conquista seu 1º título de Masters 1000 de Indian Wells
-
Milan perde para Lazio (1-0) e deixa líder Inter escapar; Como vence Roma
-
Extrema direita avança nas eleições municipais na França; esquerda lidera em Paris
-
Richarlison marca no fim e Tottenham arranca empate contra Liverpool; United vence Villa
-
Stuttgart vence Leipzig (1-0) e segue na luta por vaga na Champions
-
Sabalenka vence Rybakina de virada e conquista seu 1º título de Indian Wells
-
Bayern de Munique fica sem goleiros após lesão de Ulreich
-
Extrema-direita avança no sul da França nas eleições municipais
-
Verstappen volta a criticar versão de 2026 da F1: "é uma piada"
-
Djokovic desiste do Masters 1000 de Miami devido a lesão no ombro
-
Lyon empata com Le Havre (0-0) e chega a seu 4º jogo seguido sem vencer na Ligue 1
-
Com 3 de Raphinha, Barça vence Sevilla (5-2) e volta a abrir 4 pontos na liderança
-
Irã adverte que guerra se ampliará se outros países intervirem
-
Franceses votam em eleições municipais a um ano das presidenciais
-
Mbappé volta aos treinos do Real Madrid antes da visita ao Manchester City
-
Com 2 gols brasileiros, United vence Aston Villa (3-1) e se consolida em 3º no Inglês
-
Bolsonaro tem melhora da função renal, mas segue sem previsão de alta
-
Equador inicia 15 dias de operações antidrogas com apoio dos EUA
-
Chanceler do Irã 'não vê nenhuma razão' para negociar' com EUA
-
Forças israelenses matam duas crianças e seus pais na Cisjordânia
-
Zelensky denuncia 'chantagem' europeia para reabrir oleoduto que transporta petróleo russo
-
Uefa anuncia cancelamento da Finalíssima entre Argentina e Espanha
-
Irã adverte que se outros países intervierem a guerra se ampliará
Primeiro-ministro francês tenta convencer oposição a evitar censura
O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, anunciou nesta sexta-feira (3) que não usará um procedimento criticado para aprovar o orçamento de 2026 sem votação no Parlamento, na tentativa de evitar sua censura pela oposição.
Lecornu, de 39 anos, renunciou ao uso do artigo 49.3, que permite ao governo aprovar uma lei sem votação no Parlamento. Para reverter a decisão, os deputados precisam aprovar uma moção de censura, o que também derrubaria o Executivo.
Desde a reeleição do presidente Emmanuel Macron, em 2022, e da perda de sua maioria absoluta, seus governos têm usado esse artigo para aprovar orçamentos e até mesmo a impopular reforma da previdência de 2023.
"Estamos no momento mais parlamentar da Quinta República" francesa, disse o primeiro-ministro de centro-direita antes de se reunir com líderes da oposição.
Seu anúncio simbólico não convenceu a oposição de esquerda, principalmente porque existem outros mecanismos legais para impor um orçamento contra a vontade da maioria dos legisladores.
"Não acreditamos em você", disse o líder de esquerda Jean-Luc Mélenchon, cujo partido A França Insubmissa (LFI) já anunciou que apresentará uma moção de censura quando Lecornu, no cargo desde 9 de setembro, nomear seu governo.
As reuniões desta sexta-feira com grupos de oposição socialistas, ambientalistas, comunistas e de extrema direita para buscar apoio para sua proposta de orçamento de 2026 também não conseguiram convencê-los.
Seu plano continua "muito insuficiente e, em muitos aspectos, alarmante", alertou o líder socialista Olivier Faure, que pede uma maior justiça fiscal. A líder de extrema direita Marine Le Pen também observou que Lecornu foi "pouco claro".
Embora não tenha conseguido convencer, o compromisso com o debate parlamentar para elaborar o orçamento parece ter, por enquanto, evitado sua eventual queda, em meio à incerteza também devido ao alto nível da dívida pública (115,6% do PIB).
Em dezembro, o Parlamento derrubou o governo do primeiro-ministro conservador Michel Barnier e, em setembro, o do primeiro-ministro centrista Bayrou. Lecornu deve apresentar seu governo neste fim de semana, segundo diversas fontes.
burs-tjc/jvb/aa
G.Stevens--AMWN