-
Famílias de vítimas no Irã denunciam extorsão de autoridades
-
Sabalenka derrota Svitolina e retorna à final do Aberto da Austrália
-
Samsung registra lucro trimestral recorde graças à demanda por chips de IA
-
Preço do ouro se aproxima de 5.600 dólares após ameaças de Trump contra o Irã
-
Starmer e Xi defendem aproximação entre Reino Unido e China diante das turbulências mundiais
-
Nasa prevê lançamento de missão para troca de astronautas da ISS em 11/2
-
Steven Adams, pivô do Houston Rockets, vai perder restante da temporada da NBA
-
Agentes dispersam protesto por detenção de imigrante de 5 anos nos EUA
-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
-
Quando os goleiros se vestem de artilheiros
-
FBI realiza buscas em centro eleitoral no estado da Geórgia
-
Com gol de goleiro nos acréscimos, Benfica avança e manda Real Madrid para repescagem da Champions
-
Copom mantém taxa Selic em 15%, mas prevê 'flexibilização'
-
SpaceX quer fazer IPO em data que coincida com alinhamento planetário e aniversário de Musk
-
Rubio espera restabelecer laços com a Venezuela e traça futuro levemente otimista
-
Atual campeão PSG e Real Madrid terão que disputar repescagem da Champions
-
Napoli, Olympique, Athletic Bilbao, PSV e Ajax são eliminados da Champions
-
Arsenal termina fase de liga da Champions com 100% de aproveitamento; Bayern passa em 2º
-
'Ninguém tem fé' na presidente interina, diz líder opositora venezuelana nos EUA
-
McLaren vai à pista e Mercedes acumula voltas em mais um dia de testes da F1
-
Raheem Sterling chega a acordo com Chelsea para rescindir seu contrato
-
Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Donald Trump e sua polícia de imigração
-
Irã promete responder a qualquer ataque dos EUA, mas abre porta a diálogo nuclear
-
Douglas Luiz volta ao Aston Villa por empréstimo até o fim da temporada
-
Israel enterra corpo de último refém mantido em Gaza
-
Petro propõe a Noboa diálogo sobre crise entre Colômbia e Equador
-
Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre migração e tensão volta a escalar
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas e desafia pressão de Trump
-
Sarah Mullally é confirmada como primeira mulher líder da Igreja Anglicana
-
MP do Equador investiga se Venezuela financiou campanha da esquerda à Presidência
-
Irã adverte que 'vai responder como nunca' em caso de ataque dos EUA
-
LaLiga pagará torcedores que denunciarem transmissões ilegais de jogos do Campeonato Espanhol
-
Violência do narcotráfico vira o 'pão de cada dia' na Costa Rica
-
Uma das últimas sobreviventes do Holocausto alerta para ressurgimento do antissemitismo
-
Rubio espera restabelecer relações com a Venezuela 'em breve' e traça futuro cautelosamente otimista
-
Putin e presidente da Síria trocam elogios em reunião sobre bases militares russas
-
Lula critica divisão da América Latina sobre a Venezuela
-
Mundo não está preparado para o aumento do calor extremo, dizem cientistas
-
Lucas Paquetá volta ao Flamengo em transferência recorde no futebol sul-americano
-
Elie Saab celebra noites douradas em Paris e IA invade desfile de alta-costura
-
Trump acusa prefeito de Minneapolis de 'brincar com fogo' sobre imigração
-
Com US$ 13,11 bilhões em transferências, futebol bateu mais um recorde em 2025
-
Suécia planeja proibir celulares em escolas de níveis fundamental e médio
-
Amazon corta 16 mil empregos como parte de estratégia para investir em IA
-
Hamas diz estar disposto a transferir o governo de Gaza
-
Venezuela almeja retorno da bonança com impulso dos EUA
-
Trump adverte Irã que 'tempo se esgota' para negociações nucleares
-
'Quadribol', o esporte de Harry Potter que conquistou a Uganda
-
Brasil defende açaí da Amazônia contra 'biopirataria'
-
Japão ainda está longe de alcançar a paridade de gênero nas eleições legislativas
EUA cancelará voos a partir de 6ª feira por fechamento do governo
O governo dos Estados Unidos solicitará às companhias aéreas que comecem a cancelar voos a partir de sexta-feira por falta de controladores aéreos, uma consequência do fechamento do governo mais longo da história.
Nesta quarta-feira (5), os Estados Unidos entraram no 36º dia de paralisação, um recorde que o presidente Donald Trump atribuiu aos democratas "kamikazes".
O chamado "shutdown" superou a marca anterior, de 2019, durante o primeiro mandato do presidente republicano na Casa Branca.
"Haverá uma redução de 10% da capacidade em 40 aeroportos", incluindo os mais movimentados do país, disse o secretário de Transportes, Sean Duffy, em entrevista coletiva.
"Estamos com falta de 2 mil controladores aéreos", por isso é necessário "reduzir a pressão", explicou.
"Acho que esses caras são kamikazes. Eles vão derrubar o país se precisarem", afirmou Trump, em alusão à resistência dos democratas para interromper a paralisação.
Nas últimas seis semanas, a paralisação orçamentária por falta de acordo entre os dois partidos no Congresso deixou cerca de 1,4 milhão de funcionários públicos sem salário.
Os servidores que exercem funções "essenciais", como controladores de tráfego aéreo ou forças de segurança, foram obrigados a continuar trabalhando sem pagamento.
"Hoje o sistema é extremamente seguro e continuará sendo amanhã. E, se a pressão continuar aumentando mesmo depois de tomarmos essas medidas, voltaremos e adotaremos medidas adicionais" explicou à imprensa Bryan Bedford, chefe da Agência Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês), o órgão que regula o setor.
Com "35 anos de carreira no setor aéreo", Bedford diz não se lembrar de uma redução desta magnitude.
"É uma situação muito incomum. Nossos controladores não recebem pagamento há um mês. Estamos ansiosos para voltar a trabalhar normalmente", explicou.
Em média, 44 mil voos são supervisionados por dia pela FAA, segundo o site da agência.
- Exigências -
O governo está parcialmente paralisado desde que o Congresso não conseguiu aprovar um projeto de lei para manter o financiamento dos departamentos e agências federais após 1º de outubro, a data de início do novo ano fiscal.
Os republicanos, que contam com maiorias muito estreitas em ambas as câmaras, queriam que cinco senadores democratas apoiassem sua resolução legislativa para manter o financiamento até o final de novembro, enquanto o Congresso discutia as questões orçamentárias.
Mas o Partido Democrata, que observa com preocupação como Trump utiliza todo o poder a seu alcance para impor sua agenda, permanece unido.
Sua exigência é que todo o tema da reforma de saúde republicana seja interrompido imediatamente e discutido de novo do zero — o que significaria desmantelar boa parte da gigantesca lei que Trump conseguiu aprovar há menos de seis meses.
- Sinais -
Embora os líderes de ambos os lados tenham demonstrado pouco interesse em chegar a um compromisso, houve sinais de negociação entre os moderados.
Um grupo bipartidário de quatro membros centristas da Câmara dos Representantes apresentou, na segunda-feira, uma proposta de compromisso para reduzir os custos do seguro de saúde.
Os democratas acreditam que os milhões de americanos que veem os custos dispararem ao se inscreverem em programas de seguro médico para o próximo ano pressionarão os republicanos a buscarem um acordo.
Nesta quarta, Trump pediu explicitamente aos republicanos que usem a "arma nuclear" legislativa: eliminar a barreira mínima de 60 votos no Senado para contornar a oposição democrata.
"Republicanos, acabem com o obstrucionismo! Voltem a aprovar leis e reformas eleitorais!", clamou em sua plataforma Truth Social.
Acabar com o obstrucionismo é uma faca de dois gumes: o limite de 60 votos no Senado foi estabelecido justamente pelos democratas em 2013 para impedir o obstrucionismo dos republicanos.
Se o Congresso voltasse a eliminá-lo, os democratas poderiam ser tentados, no futuro, a usá-lo, por exemplo, para tentar fazer com que Porto Rico ou o distrito federal da capital Washington adquiram o status de estado da União.
F.Dubois--AMWN