-
Raheem Sterling chega a acordo com Chelsea para rescindir seu contrato
-
Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Donald Trump e sua polícia de imigração
-
Irã promete responder a qualquer ataque dos EUA, mas abre porta a diálogo nuclear
-
Douglas Luiz volta ao Aston Villa por empréstimo até o fim da temporada
-
Israel enterra corpo de último refém mantido em Gaza
-
Petro propõe a Noboa diálogo sobre crise entre Colômbia e Equador
-
Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre migração e tensão volta a escalar
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas e desafia pressão de Trump
-
Sarah Mullally é confirmada como primeira mulher líder da Igreja Anglicana
-
MP do Equador investiga se Venezuela financiou campanha da esquerda à Presidência
-
Irã adverte que 'vai responder como nunca' em caso de ataque dos EUA
-
LaLiga pagará torcedores que denunciarem transmissões ilegais de jogos do Campeonato Espanhol
-
Violência do narcotráfico vira o 'pão de cada dia' na Costa Rica
-
Uma das últimas sobreviventes do Holocausto alerta para ressurgimento do antissemitismo
-
Rubio espera restabelecer relações com a Venezuela 'em breve' e traça futuro cautelosamente otimista
-
Putin e presidente da Síria trocam elogios em reunião sobre bases militares russas
-
Lula critica divisão da América Latina sobre a Venezuela
-
Mundo não está preparado para o aumento do calor extremo, dizem cientistas
-
Lucas Paquetá volta ao Flamengo em transferência recorde no futebol sul-americano
-
Elie Saab celebra noites douradas em Paris e IA invade desfile de alta-costura
-
Trump acusa prefeito de Minneapolis de 'brincar com fogo' sobre imigração
-
Com US$ 13,11 bilhões em transferências, futebol bateu mais um recorde em 2025
-
Suécia planeja proibir celulares em escolas de níveis fundamental e médio
-
Amazon corta 16 mil empregos como parte de estratégia para investir em IA
-
Hamas diz estar disposto a transferir o governo de Gaza
-
Venezuela almeja retorno da bonança com impulso dos EUA
-
Trump adverte Irã que 'tempo se esgota' para negociações nucleares
-
'Quadribol', o esporte de Harry Potter que conquistou a Uganda
-
Brasil defende açaí da Amazônia contra 'biopirataria'
-
Japão ainda está longe de alcançar a paridade de gênero nas eleições legislativas
-
Captura de Maduro é um cenário de pesadelo para Kim Jong Un, diz ex-diplomata da Coreia do Norte
-
Sinner e Djokovic vão à semifinal do Aberto da Austrália; Swiatek é eliminada
-
Patrulha de trenós Sirius: a elite que vigia os confins inóspitos do Ártico na Groenlândia
-
Reino Unido quer permitir que sites rejeitem a IA do Google
-
Irã descarta negociações com EUA se ameaças não cessarem
-
Quantos microplásticos há no corpo? Pesquisadores tentam pôr fim ao debate
-
Israel enterra o último refém em Gaza
-
Influencer americano IShowSpeed mostra 'outra' África durante turnê
-
Sinner derrota Shelton com tranquilidade e avança às semis do Aberto da Austrália
-
UE considera proibir o acesso de menores às redes sociais
-
Congressista democrata não se dobra após ser atacada com líquido em comício nos EUA
-
Petróleo brasileiro gera inveja e debate na Guiana Francesa
-
Primeiro-ministro britânico visita a China para defender associação 'pragmática'
-
Otan deve se tornar mais europeia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Ex-primeira-dama da Coreia do Sul condenada a 20 meses de prisão por recebir subornos
-
Djokovic avança às semifinais do Aberto da Austrália após desistência de Musetti
-
Rybakina vence Swiatek e enfrentará Pegula nas semifinais do Aberto da Austrália
-
Rybakina vence Swiatek e vai às semifinais do Aberto da Austrália
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 12 pessoas e atingem trem de passageiros
-
Trump alerta para 'coisas ruins' se republicanos perderem eleições de meio de mandato
Ouro ultrapassa marca histórica de US$ 5.000 em meio à incerteza sobre Trump
O ouro ultrapassou a marca de US$ 5.000 (R$ 26.436) por onça pela primeira vez na história, em meio à crescente incerteza e turbulência global causadas pelas políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O preço do ouro atingiu US$ 5.111,07 (R$ 27.023) por onça na segunda-feira, enquanto outro metal considerado um ativo de refúgio, a prata, chegou a US$ 109 (R$ 576) por onça.
O valor do ouro subiu recentemente devido à turbulência em torno das ambições de Trump na Groenlândia e sua pressão sobre o Federal Reserve (banco central americano), embora nos últimos dois anos o metal precioso tenha se fortalecido devido a fatores como a fraqueza do dólar e a alta inflação global.
Em janeiro de 2024, o ouro era negociado pouco acima de US$ 2.000 por onça (cerca de R$ 9.000, na cotação da época).
O preço desse metal também subiu devido às guerras na Ucrânia e em Gaza, assim como à intervenção de Washington na Venezuela.
"Nos últimos dias, a ação sobre o preço do ouro tem sido um comportamento típico de um ativo de refúgio", comentou Fawad Razaqzada, analista de mercado da Forex.com.
"A demanda subjacente por proteção ainda existe. A confiança no dólar e nos títulos parece um pouco instável", acrescentou.
Enquanto isso, o dólar americano se desvalorizou nesta segunda-feira em meio a especulações de que as autoridades americanas se juntariam às suas contrapartes japonesas no apoio ao iene após uma recente desvalorização.
Informações de que o Federal Reserve de Nova York havia consultado operadores sobre a taxa de câmbio do iene desencadearam uma valorização da moeda japonesa, que atingiu 153,89 por dólar, seu nível mais alto desde novembro.
A perspectiva de que as autoridades tomem ações no mercado financeiro levou a uma queda do dólar americano em relação ao euro, à libra esterlina, ao won sul-coreano e ao dólar de Singapura.
P.Martin--AMWN