-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
-
Quando os goleiros se vestem de artilheiros
-
FBI realiza buscas em centro eleitoral no estado da Geórgia
-
Com gol de goleiro nos acréscimos, Benfica avança e manda Real Madrid para repescagem da Champions
-
Copom mantém taxa Selic em 15%, mas prevê 'flexibilização'
-
SpaceX quer fazer IPO em data que coincida com alinhamento planetário e aniversário de Musk
-
Rubio espera restabelecer laços com a Venezuela e traça futuro levemente otimista
-
Atual campeão PSG e Real Madrid terão que disputar repescagem da Champions
-
Napoli, Olympique, Athletic Bilbao, PSV e Ajax são eliminados da Champions
-
Arsenal termina fase de liga da Champions com 100% de aproveitamento; Bayern passa em 2º
-
'Ninguém tem fé' na presidente interina, diz líder opositora venezuelana nos EUA
-
McLaren vai à pista e Mercedes acumula voltas em mais um dia de testes da F1
-
Raheem Sterling chega a acordo com Chelsea para rescindir seu contrato
-
Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Donald Trump e sua polícia de imigração
-
Irã promete responder a qualquer ataque dos EUA, mas abre porta a diálogo nuclear
-
Douglas Luiz volta ao Aston Villa por empréstimo até o fim da temporada
-
Israel enterra corpo de último refém mantido em Gaza
-
Petro propõe a Noboa diálogo sobre crise entre Colômbia e Equador
-
Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre migração e tensão volta a escalar
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas e desafia pressão de Trump
-
Sarah Mullally é confirmada como primeira mulher líder da Igreja Anglicana
-
MP do Equador investiga se Venezuela financiou campanha da esquerda à Presidência
-
Irã adverte que 'vai responder como nunca' em caso de ataque dos EUA
-
LaLiga pagará torcedores que denunciarem transmissões ilegais de jogos do Campeonato Espanhol
-
Violência do narcotráfico vira o 'pão de cada dia' na Costa Rica
-
Uma das últimas sobreviventes do Holocausto alerta para ressurgimento do antissemitismo
-
Rubio espera restabelecer relações com a Venezuela 'em breve' e traça futuro cautelosamente otimista
-
Putin e presidente da Síria trocam elogios em reunião sobre bases militares russas
-
Lula critica divisão da América Latina sobre a Venezuela
-
Mundo não está preparado para o aumento do calor extremo, dizem cientistas
-
Lucas Paquetá volta ao Flamengo em transferência recorde no futebol sul-americano
-
Elie Saab celebra noites douradas em Paris e IA invade desfile de alta-costura
-
Trump acusa prefeito de Minneapolis de 'brincar com fogo' sobre imigração
-
Com US$ 13,11 bilhões em transferências, futebol bateu mais um recorde em 2025
-
Suécia planeja proibir celulares em escolas de níveis fundamental e médio
-
Amazon corta 16 mil empregos como parte de estratégia para investir em IA
-
Hamas diz estar disposto a transferir o governo de Gaza
-
Venezuela almeja retorno da bonança com impulso dos EUA
-
Trump adverte Irã que 'tempo se esgota' para negociações nucleares
-
'Quadribol', o esporte de Harry Potter que conquistou a Uganda
-
Brasil defende açaí da Amazônia contra 'biopirataria'
-
Japão ainda está longe de alcançar a paridade de gênero nas eleições legislativas
-
Captura de Maduro é um cenário de pesadelo para Kim Jong Un, diz ex-diplomata da Coreia do Norte
-
Sinner e Djokovic vão à semifinal do Aberto da Austrália; Swiatek é eliminada
-
Patrulha de trenós Sirius: a elite que vigia os confins inóspitos do Ártico na Groenlândia
-
Reino Unido quer permitir que sites rejeitem a IA do Google
-
Irã descarta negociações com EUA se ameaças não cessarem
-
Quantos microplásticos há no corpo? Pesquisadores tentam pôr fim ao debate
-
Israel enterra o último refém em Gaza
-
Influencer americano IShowSpeed mostra 'outra' África durante turnê
Copom mantém taxa Selic em 15%, mas prevê 'flexibilização'
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB) manteve, nesta quarta-feira (28), a taxa de juros de referência Selic em 15%, pela quinta vez consecutiva, na tentativa de conter a inflação, mas antecipou uma "flexibilização" a partir de março.
A decisão do Copom deve-se a um "ambiente externo ainda [...] incerto", segundo um comunicado do Banco Central, que cita os "reflexos nas condições financeiras globais" da política econômica dos Estados Unidos, onde o Federal Reserve (Fed, banco central) manteve sua taxa básica de juros inalterada nesta quarta-feira.
"Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica", acrescentou o Comitê de Política Monetária.
A taxa Selic está em seu nível mais alto desde julho de 2006, contrariando os desejos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que pede reiteradamente, desde que voltou ao poder em 2023, uma redução dos juros para estimular a economia.
As expectativas de inflação para 2026 e 2027 estão "acima da meta" de 3%, segundo o BCB, ao destacar que "segue acompanhando os impactos do contexto geopolítico na inflação brasileira".
Contudo, o Banco Central prevê a possibilidade de uma "flexibilização da política monetária" a partir da próxima reunião do Copom em março.
Em 2025, a principal economia da América Latina esteve condicionada por fortes tensões comerciais com os Estados Unidos.
O presidente americano, Donald Trump, impôs em agosto tarifas de até 50% sobre os produtos brasileiros. Após uma aproximação do governo Lula, Washington anunciou isenções para vários setores, incluindo o café e a carne bovina, dos quais o Brasil é o maior produtor e exportador mundial.
- 'Absurdo' -
Alguns operadores do mercado esperavam uma redução da Selic em janeiro, após a desaceleração da inflação em 2025, que fechou em 4,26%, dentro da margem de tolerância estabelecida pelas autoridades monetárias.
Lula, que não esconde sua intenção de concorrer a um quarto mandato nas eleições de outubro, comemorou o alívio inflacionário.
Mas a decisão de manter o nível da taxa básica de juros está em linha com o antecipado por analistas no último boletim Focus do Banco Central.
O BCB elevou a Selic por sete vezes consecutivas entre setembro de 2024 e junho de 2025, e a deixou inalterada em julho, setembro, novembro e dezembro do ano passado.
A inflação pode cair para 4,00% em 2026, segundo as estimativas das instituições financeiras consultadas pelo Focus.
Lula tem criticado repetidamente o Banco Central por manter juros elevados, com o argumento de que prejudicam o crescimento econômico do país.
Uma redução da Selic facilita a concessão de crédito, o que dá impulso ao consumo e aos investimentos.
A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, classificou, nesta quarta, de "um absurdo" a manutenção da taxa em 15%, segundo declarações difundidas pela imprensa brasileira antes do anúncio da decisão do Copom.
Y.Aukaiv--AMWN