-
Justiça ordena prisão de Morales por protestos que paralisaram a Bolívia
-
Agressor de Salman Rushdie é condenado nos EUA por 'ato de terrorismo'
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Ancelotti foca no meio-campo no processo de reconstrução da Seleção Brasileira
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha e na França, sob novo alerta de calor
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Messi retorna aos treinos do Inter Miami
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre vários setores à iniciativa privada
-
De Miñaur vence Tsitsipas em Washington e vai enfrentar Cruz Hewitt
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Mancini sonha em dar à Itália 'um grande troféu, ou até mesmo dois'
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Fifa abre processo contra Paredes, Molina, Almada, Ayala e Gavi por incidentes na final da Copa
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha; França enfrenta ameaça de calor
-
Príncipe Harry e outros demandantes podem ter que pagar indenização ao Daily Mail
-
Europa deve responder à proposta da Fifa para a Copa, diz especialista em geopolítica do esporte
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre economia à iniciativa privada
-
BTS se recusa a participar do Grammy após criação de categoria para o pop asiático
-
Ataque de agente de IA descontrolado atingiu outras plataformas, diz OpenAI
-
Pai de Amy Winehouse indenizará amigas da filha por disputa sobre objetos da cantora
-
Trump adverte que vai atingir Irã "com força" após ataques contra bases dos EUA
-
Neymar reafirma que seu momento na Seleção Brasileira 'já foi'
-
Ex-encarregado do combate à covid, Anthony Fauci se nega a depor no Senado dos EUA
-
STF questiona uso de 'deepfake' de Jair Bolsonaro em campanha presidencial de Flávio
-
Equipes de emergência procuram sobreviventes após terremoto que deixou 13 mortos no Japão
-
'Muito provavelmente vou me aposentar' ao final da temporada, avisa Neuer
-
Cristina Kirchner leva seu caso ao Comitê de DH da ONU
-
Cuba abre setores de sua economia à iniciativa privada
-
Exército israelense ataca mesquita em Gaza que 'armazenava armas' do Hamas
-
OpenAI afirma que seu agente de IA invadiu outras plataformas
-
O sonho cubano do secretário de Estado americano, Marco Rubio
-
Milhares voltam para casa na Espanha; França encara nova onda de calor
-
DJ francês Kavinsky, autor de 'Nightcall', morre aos 50 anos
-
França ordena expulsão de comentarista russa de televisão
-
Como uma foto da AFP se tornou símbolo do verão de incêndios na Europa
-
Guerra no Oriente Médio se propaga com ataques americanos e sauditas no Iraque
-
Fifa é duramente criticada por projeto de investimento privado
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram por 'cumplicidade com terrorismo'
-
Após incêndios, milhares de pessoas retornam para casa na Espanha e na França
-
Câmeras com IA detectam tentativas de suicídio em pontes de Seul
-
Equipes de emergência procuram sobrevivientes após terremoto que deixou 13 mortos no Japão
-
Ex-primeira-ministra destituída de Bangladesh promete retornar ao país apesar de condenação à morte
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra o CEO do Telegram por 'cumplicidade com terrorismo'
-
Zelensky afirma que iniciativa na guerra com a Rússia 'não está nas mãos' de Putin
-
Estados Unidos interceptam mísseis iranianos e anunciam novos ataques no Oriente Médio
-
Japão reporta 13 mortos após terremoto e buscas em shopping continuam
-
Maior universidade do México investiga suspeita de fraude com IA em vestibular
-
Irã faz novos ataques após reunião entre EUA e Israel
Zelensky denuncia 'chantagem' europeia para reabrir oleoduto que transporta petróleo russo
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, acusou seus aliados europeus de fazerem "chantagem" com Kiev sobre o oleoduto Druzhba, que transporta petróleo russo.
Zelensky afirmou que os europeus o pressionam para reparar este oleoduto, ao vincular o conserto ao empréstimo europeu de 90 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 473 bilhões, na cotação atual), bloqueado por Bucareste, e que serve principalmente para comprar armas para a Ucrânia.
O oleoduto, danificado, segundo Kiev, por um ataque russo em janeiro no oeste da Ucrânia, se tornou motivo de disputa entre este país e a vizinha Hungria.
"Estão me obrigando a restabelecer Druzhba", disse Zelensky no sábado a um grupo de jornalistas, entre eles alguns da AFP, em declarações embargadas até este domingo.
"Eu disse aos nossos amigos na Europa que isto se chama chantagem", acrescentou.
"No que isto se diferencia de suspender as sanções contra os russos?", perguntou.
O presidente ucraniano fez alusão à decisão americana de aliviar as sanções sobre as vendas de petróleo russo devido à crise petrolífera desencadeada pela guerra no Irã.
A Ucrânia afirma que a reparação do oleoduto poderia demorar até seis semanas, o que revolta a Hungria e a Eslováquia, que dependem dele.
- Assessores russos na Hungria? -
A Comissão Europeia propôs enviar uma missão para inspecionar o oleoduto.
Zelensky garante ter falado sobre o tema com o presidente francês, Emmanuel Macron, durante sua viagem na sexta-feira a Paris.
"Se me derem como condição que a Ucrânia não receberá armas, então, me desculpem, estou impotente (...) Não posso deixar o exército sem armas", protestou.
Ele também acusou o governo húngaro de Viktor Orban, um dos poucos líderes europeus próximos do Kremlin, de propagar a aversão contra a Ucrânia e afirmou que "assessores de comunicação russos" estão na Hungria para ajudá-lo em sua campanha eleitoral para as eleições legislativas de abril.
Mas a Ucrânia está disposta a colaborar com qualquer líder húngaro que "não seja um aliado" do presidente russo, Vladimir Putin, afirmou Zelensky.
- Guerra no Oriente Médio -
O presidente ucraniano também falou sobre a guerra no Oriente Médio e disse esperar que não lhe custe perder o apoio americano, agora que Washington está centrado em atacar o Irã.
Washington foi o principal apoio de Kiev frente à Rússia até que Donald Trump voltou à Casa Branca, e cortou quase toda a ajuda à Ucrânia, além de pressionar o país a alcançar um acordo com Moscou.
Representantes americanos solicitam, no entanto, a ajuda de Kiev para contrabalançar os ataques de drones iranianos nos países do Golfo, segundo Zelensky.
Esta semana, a Ucrânia enviou especialistas a Catar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Jordânia para compartilhar sua experiência na luta contra os drones iranianos Shahed, que a Rússia usa contra Kiev há vários anos.
"Demostramos nossa vontade de apoiar os Estados Unidos e seus aliados no Oriente Médio", oferecendo-lhes a experiência ucraniana em drones, explicou, esclarecendo, porém, que os especialistas ucranianos não vão participar das operações militares no Golfo.
"Não estamos em guerra com o Irã (...) Por enquanto, trata-se unicamente de (compartilhar) experiência", disse.
Este ano, a Ucrânia vai receber da França um novo sistema de defesa SAMP/T e o testará contra mísseis balísticos russos como "alternativa" ao americano Patriot, anunciou Zelensky.
A Rússia lança mísseis balísticos sobre áreas residenciais e infraestruturas essenciais na Ucrânia desde que invadiu o país, em fevereiro de 2022.
Somente os sistemas Patriot conseguem interceptá-los, mas a Ucrânia carece deles - tanto de baterias quanto de mísseis — e teme que a crise no Oriente Médio agrave ainda mais a escassez.
D.Moore--AMWN