-
Detidos em "Alcatraz dos Jacarés" ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica
-
Filho de Trump confirma que empresário russo pagou festas de seu casamento
-
Zelensky diz que Ucrânia está pronta para "medidas de desescalada"
-
Betis vira sobre Villarreal e sobe para 3º no Campeonato Espanhol
-
EUA elimina normas climáticas para usinas de energia durante reunião do G20
-
Leeds goleia Newcastle e sobe para 3º no Campeonato Inglês
-
Roma e Inter pisam no acelerador e seguem 100% no Italiano
-
Philippe Coutinho diz que espera reencontrar "paixão" pelo futebol no Santos
-
Trump chama de "farsa" alertas sobre ameaça da IA à humanidade
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Grêmio anuncia retorno do técnico Renato Gaúcho
-
Ataques russos à rede ferroviária da Ucrânia 'se intensificam', diz diretor à AFP
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Ministro israelense pede investigação das fontes do documentário 'NAZA'
-
Houthis atacam base saudita e Irã nega envolvimento na guerra no Iêmen
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Tottenham não relaciona Richarlison para Copa da Liga Inglesa
-
Rússia intensifica ataques contra Ucrânia e aumenta pressão sobre a Europa
-
Oasis anuncia nova turnê mundial para 2027
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Trump denuncia suposta 'conspiração doentia' contra a inteligência artificial
-
Líderes de Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
A inteligência artificial pode aniquilar a humanidade?
-
Cantos ofensivos a Diogo Jota geram críticas no futebol saudita
-
Atletas dos Jogos Asiáticos criticam condições de alojamentos no Japão
-
ONU pede 'ação urgente' para conter IA por riscos sem precedentes
-
Para Laura Linney, filme sobre a doença de Parkinson marcou um ponto de virada
-
Rússia minimiza ataque perto da Polônia e afirma que visa toda a Ucrânia
-
Bebês prematuros compartilham incubadora em hospital de Gaza
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
EUA impede presença de chefe do setor nuclear do Irã em reunião em Viena
-
Irã nega envolvimento na guerra do Iêmen
-
Líderes da Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
Suécia enfrenta incerteza política após eleições acirradas
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Governantes europeus discutem situação do Ártico
-
Líder de extrema direita australiana provoca indignação ao chamar indígenas de 'primitivos'
-
Houthis anunciam ataques contra alvos militares na Arábia Saudita
-
Rússia quer 'intimidar' aliados da Ucrânia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Renault Kardian ou Duster: qual SUV usado vale mais a pena?
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
Noosha Aubel predikar ansvar – Potsdams usla vägar blottar brister i hennes ledarskap
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
누샤 아우벨, 책임 외치지만 포츠담의 망가진 도로는 리더십 부실 드러내
-
Νούσα Άουμπελ: Μιλά για ευθύνη, μα οι άθλιοι δρόμοι του Πότσνταμ εκθέτουν τη διοίκησή της
-
ヌーシャ・アウベル、責任を説くもポツダムの道路の惨状が指導力不足を露呈
Israel e Líbano vão dialogar nos EUA, que espera resposta do Irã à sua proposta
Líbano e Israel terão uma nova rodada de conversas em Washington na próxima semana, anunciou um funcionário americano nesta quinta-feira (7), em meio aos ataques contínuos das forças israelenses contra o movimento Hezbollah pró-iraniano, apesar do cessar-fogo.
Os Estados Unidos, por sua vez, seguem à espera da resposta de Teerã à sua última proposta para alcançar um acordo que ponha fim à guerra no Oriente Médio e permita reabrir o Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o transporte de hidrocarbonetos.
Um funcionário do Departamento de Estado americano, que pediu o anonimato, informou que a nova rodada de negociações entre Israel e Líbano ocorrerá em 14 e 15 de maio.
Será o terceiro encontro deste tipo nos últimos meses entre os dois países, que seguem tecnicamente em estado de guerra e não têm relações diplomáticas.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou, na terça-feira, que um acordo de paz entre as duas partes era "perfeitamente factível", e insistiu que o Hezbollah era o entrave, e não qualquer outra questão entre os dois governos.
O Líbano foi arrastado para o conflito no Oriente Médio quando o Hezbollah, movimento apoiado por Teerã, lançou foguetes contra Israel em represália pela morte do guia supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, em bombardeios israelenses-americanos.
Um cessar-fogo entre Israel e Líbano, que inclui o Hezbollah, foi prorrogado depois da última rodada de diálogos em Washington, mas isto não impediu que Israel continuasse com sua campanha de bombardeios contra o movimento islamista, que reivindicou, por sua vez, a autoria de ataques contra as forças israelenses que ocupam algumas partes do sul do Líbano.
- Navios bloqueados em Ormuz -
A guerra no Oriente Médio, provocada pelo ataque de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, em 28 de fevereiro, provocou represálias de Teerã em vários países da região e o bloqueio do Estreito de Ormuz, uma rota comercial estratégica por onde antes da guerra passava um quinto do petróleo e do gás liquefeito consumidos em nível mundial.
Cerca de 1.500 navios e suas tripulações, com aproximadamente 20.000 membros no total, permanecem "bloqueados" no Golfo devido ao bloqueio, informou, no Panamá, o secretário-geral da Organização Marítima Internacional (OMI), Arsenio Domínguez.
Trump lançou, na última segunda-feira, uma operação naval para escoltar navios comerciais bloqueados e forçar a abertura do estreito, mas a interrompeu horas depois, alegando avanços nas negociações com o Irã.
"Mantivemos conversas muito positivas nas últimas 24 horas, e é muito possível que cheguemos a um acordo", declarou Trump na quarta-feira. Mas, como fez outras vezes, ameaçou retomar os bombardeios contra o Irã, caso este se negue a aceitar suas condições.
Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, a proposta americana está "em estudo" e Teerã informará "seus pontos de vista" ao Paquistão.
Mas no Irã, muitos são céticos sobre os diálogos.
"Nenhum lado nestas negociações é realmente capaz de alcançar um acordo", declarou a jornalistas da AFP em Paris Shervin, um fotógrafo de 42 anos.
"Este é outro dos jogos de Trump; se não, por que estão enviando tantos navios de guerra e forças militares para o Irã?", questionou.
- Petróleo recua -
Contactada pela AFP, uma fonte saudita próxima do governo desmentiu esta informação, e assegurou que Riade não recebeu nenhum pedido formal neste sentido.
Por outro lado, o site americano Axios, que citou dois funcionários, assegura que Teerã e Washington estão perto de acordar um memorando de entendimento para pôr fim à guerra e estabelecer um marco de negociação sobre o programa nuclear iraniano.
Trump assegura que a classe dirigente do Irã está dividida, depois que várias lideranças morreram nos bombardeios americanos-israelenses.
Mas o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou, nesta quinta-feira, que se reuniu com o líder supremo Mojtaba Khamenei, que não é visto em público desde que sucedeu ao seu falecido pai, no começo de março.
"O que mais me marcou deste encontro foi a visão e a abordagem humilde e sincera do líder supremo da Revolução Islâmica", declarou Pezeshkian em um vídeo divulgado pela TV estatal.
Diante da perspectiva de que um acordo seja alcançado, os preços do petróleo voltaram a cair nesta quinta-feira, embora menos que nos dois dias anteriores, quando baixaram cerca de 10%.
Tanto o barril de petróleo Brent do Mar do Norte, quanto o West Texas Intermediate se situavam abaixo da marca simbólica de 100 dólares.
Estes valores se distanciam dos máximos alcançados no calor do conflito, em torno dos 126 dólares, mas muito acima dos cerca de 70 dólares antes da guerra.
burs/dc/pc/avl/jvb/an/mvv/am
O.Johnson--AMWN