-
Astro da NBA James Harden é preso em Houston por porte ilegal de arma
-
Trump afirma que acordo com Irã será assinado no domingo e Ormuz permanecerá aberto
-
Curaçao estreia na Copa do Mundo desafiando dois gigantes: Alemanha e Neuer
-
Roubo de material de treino da Inglaterra em Kansas City está sob investigação oficial
-
Serena Williams disputará as duplas com Karolina Muchova no Aberto de Berlim
-
Remoção do nome de Trump da fachada do Kennedy Center é concluída
-
Reis da Suécia celebram bodas de ouro
-
George Russell faz a pole do GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Luka Modric, o rosto eterno da Croácia
-
Anthropic suspende acesso à sua IA mais poderosa por ordem do governo dos EUA
-
Harry Kane, artilheiro e capitão insubstituível da Inglaterra
-
Governo de Gana protesta contra visto canadense negado a Thomas Partey
-
Paquistão afirma que Irã e EUA estão próximos de acordo de paz
-
Russell lidera treinos livres no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Brasil entra em campo na Copa do Mundo em meio a dúvidas
-
Acordo de paz EUA-Irã provavelmente será finalizado em 24 horas, diz Paquistão
-
Juiz nega recurso para impedir retirada do nome 'Trump' do Kennedy Center
-
Argentino Martín Anselmi é o novo técnico do Elche
-
Polícia dos EUA investiga roubo de material de treino da Inglaterra
-
Pulisic descarta lesão grave após ser substituído na vitória sobre o Paraguai
-
EUA estreia na Copa do Mundo com goleada (4-1) sobre o Paraguai
-
Chefe da gangue venezuelana Tren de Aragua morre em ataque dos EUA
-
Mboko ficará de fora de Wimbledon, mas espera voltar a jogar duplas com Serena
-
Fifa renomeia estádios da Copa do Mundo para ocultar marcas comerciais de terceiros
-
Pressão sobre chefe de gabinete argentino aumenta após dinheiro não declarado
-
Irã e EUA preveem acordo de paz iminente
-
Cadáver é encontrado em frente ao estádio onde a seleção iraniana treina no México
-
França treina diante de 400 torcedores a quatro dias da estreia na Copa
-
McTominay está 'pronto' para estreia da Escócia na Copa contra o Haiti, garante técnico
-
Canadá vive estreia histórica como anfitrião de uma Copa do Mundo
-
Ancelotti avisa que Brasil pode competir "com qualquer seleção do mundo"
-
Canadá estreia na Copa do Mundo em casa com empate (1-1) contra Bósnia
-
Rua em Haia se cobre de laranja para torcer pela 'Oranje' na Copa
-
Nova Jersey homenageia Bruce Springsteen com museu
-
'Ninguém tem medo', diz técnico do Marrocos antes da estreia na Copa contra o Brasil
-
Copa do Mundo de 2026 luta para despertar entusiasmo nos EUA
-
Pouco aproveitado no Atlético de Madrid, Almada é cotado para ser titular da Argentina
-
'Talvez a Itália se classifique' com 64 seleções na Copa do Mundo, brinca Infantino
-
Canadá nega visto ao jogador ganês Thomas Partey, acusado de estupro na Inglaterra
-
Norris é o mais rápido na segunda sessão de treinos livres do GP de Barcelona-Catalunha
-
Barcelona abre ação judicial contra Florentino Pérez por 'calúnia'
-
UE proibirá companhias aéreas de cobrar de pais para sentarem ao lado dos filhos
-
Medalha de Pelé da Copa de 1958 será leiloada na Inglaterra
-
Seleção da Inglaterra deve se sentir 'amada' na Copa do Mundo, diz Bellingham
-
Tenistas comemoram aumento da premiação de Wimbledon
-
Cidades e minas fantasmas na Venezuela após operação militar contra máfias
-
Jogadores com dupla nacionalidade: um trunfo para o Marrocos
-
Programa-chave de espionagem dos EUA expira em meio à Copa do Mundo
-
Irã afirma que acordo com EUA 'nunca esteve tão próximo'
-
Superfã de Messi e da Argentina vira atração na Indonésia
O que a China espera da visita de Trump?
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem prevista uma visita à China nos dias 14 e 15 de maio, quando se reunirá com seu par Xi Jinping, após ter adiado uma cúpula anterior devido à guerra no Irã.
A seguir, os objetivos que Pequim poderia estar esperando alcançar:
- O que a China quer? -
Além das cortesias diplomáticas e a portas fechadas, Pequim buscará conquistas pequenas e concretas, segundo analistas, mas se manterá "realista e pragmática" dada a natureza imprevisível de Trump.
A China deseja uma retomada geral das relações, mas sabe que isso é pouco provável, afirmou Benjamin Ho, da Escola de Estudos Internacionais S. Rajaratnam, de Singapura.
Pequim e Washington haviam se envolvido no ano passado em uma guerra comercial, na qual as tarifas americanas sobre muitos produtos chineses chegaram a exorbitantes 145%.
A escalada de represálias esfriou depois que Trump e Xi concordaram, em outubro, com uma trégua de um ano, e os especialistas afirmam que o objetivo básico de Pequim para a próxima reunião será prorrogar esse acordo.
"O que a China precisa é que Trump cumpra sua promessa de se comprometer, com pelo menos alguns resultados concretos discutidos no mais alto nível", considerou Yue Su, da Economist Intelligence Unit (EIU).
Pequim ficará satisfeita com resultados "específicos", como reduções tarifárias limitadas que justifiquem uma retirada moderada de suas próprias tarifas ou restrições à exportação, observou.
- O que acontece com a guerra do Irã? -
O tema do Irã será "difícil de evitar" na reunião entre Trump e Xi, segundo os especialistas, mas "esta não é uma área na qual a China esteja ansiosa para se envolver profundamente".
"Os Estados Unidos já estão aumentando a pressão sobre a China antes da cúpula ao mirar seus laços econômicos com Teerã", explicou Lizzi Lee, do Asia Society Policy Institute.
Trump advertiu no mês passado que imporia uma tarifa de 50% sobre produtos chineses caso o país fornecesse assistência militar a Teerã.
Pequim é um parceiro próximo da república islâmica e classificou como ilegais os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel que desencadearam a guerra em 28 de fevereiro, mas também criticou os ataques iranianos contra os países do Golfo e pediu a reabertura do Estreito de Ormuz.
No entanto, a China não aceitará a pressão dos Estados Unidos para que tome medidas contra o Irã ou a Rússia, sobre os quais "pode ter alguma influência, mas não um controle decisivo", apontou Su, da EIU.
A guerra com o Irã acrescentaria "outra camada de pressão mútua", sustentou Lee, embora o verdadeiro terreno de negociação continue sendo o comércio e o investimento.
- Quais são as cartas de negociação da China? -
Uma das principais cartas de negociação da China são suas terras raras, metais cruciais em todas as indústrias, de smartphones a carros elétricos.
O domínio da China nesse setor, desde as reservas naturais e a mineração até o processamento e a inovação, é resultado de um esforço de décadas.
Continua sendo a ferramenta mais poderosa da China caso sejam necessárias concessões significativas por parte dos Estados Unidos, disse Su.
Trump demonstrou que "se importa muito" com as terras raras, acrescentou Joe Mazur, analista de geopolítica da consultoria Trivium China, sediada em Pequim.
"Acho que isso é algo para o qual os Estados Unidos realmente não têm resposta", disse.
Mazur acredita que a China "vai preparar (...) vitórias rápidas" antes da visita, o que poderia incluir a compra de mais produtos agrícolas americanos ou aviões da Boeing.
A China, disse ele, poderia esperar "que isso coloque Trump e sua equipe em um estado de espírito positivo quando depois discutirem temas mais complexos e espinhosos".
- Como Pequim se preparou? -
A China se protegeu contra a instabilidade gerada por Trump por meio da diversificação do comércio em direção ao sudeste asiático e ao Sul Global, além do fortalecimento dos laços regionais, afirmou Lee, da Asia Society.
Pequim também aperfeiçoou seu conjunto de ferramentas legais e regulatórias, disse ela, e "tem um manual de estratégias potencialmente mais amplo", como se viu no recente bloqueio da aquisição pela gigante de tecnologia Meta da empresa de IA Manus.
No entanto, muitas dessas medidas, incluindo a diversificação das importações de energia, o impulso rumo à eletrificação e à autossuficiência tecnológica, são anteriores ao segundo mandato de Trump, observou Mazur.
- A China se sente segura? -
Pequim irá às conversas com "confiança cautelosa", disse Lee.
Ela acredita que agora pode absorver melhor a pressão e se sente mais confortável jogando "no longo prazo" do que Trump, que enfrenta a pressão das eleições legislativas de meio de mandato, apontou.
Também está prevista uma viagem a Pequim do presidente russo, Vladimir Putin. Seu ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, disse que ela ocorrerá no primeiro semestre.
Uma visita consecutiva enviaria a mensagem de que "só porque ele (Xi) teve uma boa reunião com Trump, não significa que o apoio chinês à Rússia vá desaparecer", disse Mazur à AFP.
"Essa relação é sólida como uma rocha", considerou.
Y.Aukaiv--AMWN