-
Obra sobre os Círios da Arrábida reúne música, memória e património religioso
-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
Os deputados britânicos rejeitaram, nesta sexta-feira (11), após quatro horas de debates carregados de emoção, um projeto de lei destinado a legalizar a morte assistida na Inglaterra e no País de Gales.
Um total de 286 deputados votaram contra o texto e 270 a favor.
O projeto previa permitir o acesso à assistência médica para morrer a determinados pacientes com uma expectativa de vida inferior a seis meses.
O pedido de um paciente teria que ser validado por dois médicos e por um comitê de especialistas, e a pessoa em questão teria que ser capaz de administrar a substância letal em si mesma.
Com essa rejeição, o Reino Unido se distancia de países como Bélgica, Suíça, Uruguai e Canadá, que aprovaram o direito à morte assistida.
O primeiro-ministro, Andy Burnham, que chegou a Downing Street em julho, havia indicado que não participaria da votação para não "influenciar o debate".
Em junho de 2025, a proposta, que havia suscitado intensos debates no país e no Parlamento, foi aprovada pelos deputados em uma votação apertada.
No entanto, em abril, teve que ser abandonada após um longo bloqueio na Câmara dos Lordes, a câmara alta não eleita do Parlamento.
O texto foi apresentado novamente em meados de junho por uma deputada trabalhista.
Para seus partidários, a legalização da assistência médica para morrer permite que adultos em fase terminal possam pôr fim à sua vida com dignidade, enquanto seus detratores consideram que isso poderia exercer pressão sobre as pessoas com deficiência e pessoas idosas.
Durante o debate desta sexta-feira, a deputada trabalhista Janet Daby explicou que havia mudado de opinião após as votações anteriores. Ela disse ter tido "pesadelos sobre a morte e o fato de morrer", após votar a favor do projeto de lei.
Lauren Edwards, deputada trabalhista que impulsionou o projeto de lei, criticou o Parlamento por ter "deixado passar a sua oportunidade" e afirmou que a legislação atual é "simplesmente cruel demais e injusta para mantê-la como está".
Segundo uma pesquisa da YouGov de 7 de setembro, 41% dos britânicos são a favor da legalização e 28% são contra.
M.Fischer--AMWN