-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Zelensky se reúne com emissários dos EUA após acusar Washington de atrasar a entrega de mísseis
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, aguarda nesta terça-feira (20), em Oslo, a chegada de representantes dos Estados Unidos, após acusar o governo de Donald Trump de atrasar, de propósito, a entrega de mísseis interceptadores indispensáveis para repelir os ataques russos.
O primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, informou que Oslo sediará as conversas entre Zelensky e os emissários americanos Steve Witkoff e Jared Kushner, este último de forma remota. O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, também participará.
Segundo Jonas Gahr Støre, o objetivo da reunião "é colocar os esforços diplomáticos nos trilhos, de uma maneira mais construtiva".
As relações entre Kiev e Washington se deterioraram nas últimas semanas.
No início do mês, o presidente Donald Trump assinou um acordo com seu homólogo russo, Vladimir Putin, para o fornecimento de diesel ao mercado americano, visando aliviar o preço do combustível — uma questão delicada diante das eleições de meio de mandato de 3 de novembro nos Estados Unidos. A decisão irritou Kiev, que a interpreta como uma forma de recompensar o invasor.
Somam-se a isso, nos últimos dias, as acusações ucranianas de que os Estados Unidos estariam restringindo o fornecimento de recursos tecnológicos essenciais no campo de batalha, justamente em um momento de intensificação da campanha militar russa.
Na semana passada, Zelensky denunciou limitações no sistema de satélites Starshield, desenvolvido pela SpaceX, empresa de Elon Musk, e utilizado pelo exército ucraniano para coordenar sua defesa antiaérea.
Nesta segunda-feira, ele também afirmou que a Ucrânia não recebeu alertas antecipados sobre os últimos ataques russos com mísseis contra instalações de energia na capital.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, com quem Zelensky conversou nesta terça-feira, rebateu tais acusações e afirmou que "nada está sendo negado à Ucrânia de forma deliberada". Ele sugeriu, de maneira velada, que se trata de uma questão de gestão de estoques.
"Trata-se, simplesmente, de um equilíbrio entre nossas obrigações para com outros parceiros e nossas próprias (...) necessidades relacionadas às nossas instalações", disse Rubio.
Além disso, enfatizou que Trump está "frustrado" com as declarações de Zelensky. "Ele não gosta de ser culpado por coisas que não são verdadeiras, como a alegação de que, de alguma forma, ele teria ordenado a interrupção do fornecimento de informações de inteligência. Isso não é verdade".
Em sua conversa nesta terça-feira, Zelensky afirmou ter transmitido a Marco Rubio que os interceptadores de mísseis balísticos "são necessários para proteger vidas".
burs-jvb-avl/erl/aa
G.Stevens--AMWN