-
Equipes de emergência procuram sobreviventes após terremoto que deixou 13 mortos no Japão
-
'Muito provavelmente vou me aposentar' ao final da temporada, avisa Neuer
-
Cristina Kirchner leva seu caso ao Comitê de DH da ONU
-
Cuba abre setores de sua economia à iniciativa privada
-
Exército israelense ataca mesquita em Gaza que 'armazenava armas' do Hamas
-
OpenAI afirma que seu agente de IA invadiu outras plataformas
-
O sonho cubano do secretário de Estado americano, Marco Rubio
-
Milhares voltam para casa na Espanha; França encara nova onda de calor
-
DJ francês Kavinsky, autor de 'Nightcall', morre aos 50 anos
-
França ordena expulsão de comentarista russa de televisão
-
Como uma foto da AFP se tornou símbolo do verão de incêndios na Europa
-
Guerra no Oriente Médio se propaga com ataques americanos e sauditas no Iraque
-
Fifa é duramente criticada por projeto de investimento privado
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram por 'cumplicidade com terrorismo'
-
Após incêndios, milhares de pessoas retornam para casa na Espanha e na França
-
Câmeras com IA detectam tentativas de suicídio em pontes de Seul
-
Equipes de emergência procuram sobrevivientes após terremoto que deixou 13 mortos no Japão
-
Ex-primeira-ministra destituída de Bangladesh promete retornar ao país apesar de condenação à morte
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra o CEO do Telegram por 'cumplicidade com terrorismo'
-
Zelensky afirma que iniciativa na guerra com a Rússia 'não está nas mãos' de Putin
-
Estados Unidos interceptam mísseis iranianos e anunciam novos ataques no Oriente Médio
-
Japão reporta 13 mortos após terremoto e buscas em shopping continuam
-
Maior universidade do México investiga suspeita de fraude com IA em vestibular
-
Irã faz novos ataques após reunião entre EUA e Israel
-
Warriors renovam com Draymond Green após tentativa frustrada de contratar LeBron
-
Jodar vence Fils em Washington; Cruz Hewitt conquista 1ª vitória no circuito profissional
-
Fifa quer vender ações da Copa do Mundo para investidores privados
-
EUA busca flexibilizar proteção ambiental para promover indústria espacial
-
Desabamento de shopping após terremoto no Japão deixa ao menos 2 mortos
-
Trump e Netanyahu aparam arestas em primeiro encontro desde começo da guerra
-
Keiko Fujimori assume presidência do Peru e anuncia que militares liderarão combate ao crime
-
Ativistas no Rio exigem acesso a medicamentos genéricos contra o HIV
-
Zidane, uma lenda do futebol que sabe gerir estrelas
-
Real Madrid registra receita recorde de € 1,2 bilhão
-
Manifestantes pedem eleições na Venezuela antes de diálogo entre governo e oposição
-
Keiko Fujimori toma posse como presidente no Peru com desafio de enfrentar onda de criminalidade
-
Garimpo ilegal com mercúrio polui floresta entre Suriname e Guiana francesa
-
Zelensky elogia reunião com Trump para alcançar mais apoio bélico contra Rússia
-
Zidane realiza 'um sonho' e assume comando da seleção francesa
-
Cucurella cumpre promessa e tatua rosto do técnico da Espanha
-
Real Madrid negocia com RB Leipzig contratação de Diomandé
-
Rodri inicia 'breve período de reabilitação' após cirurgia nas costas
-
Zelensky se reúne com Trump em busca de mais apoio contra a Rússia
-
Ex-funcionária acusa Petro de maus-tratos após denunciar corrupção na Colômbia
-
Roberto Mancini é o novo técnico da seleção italiana
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
Brasil condena caso de racismo no Mundial Sub-20
O Brasil tem uma nova causa no Mundial Sub-20: técnico e jogadores da Seleção se uniram em apoio ao zagueiro Robert Renan, alvo de insultos racistas durante o torneio, disputado na Argentina.
O jogador e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) denunciaram na última quarta-feira (31 de maio) ataques após o jogo contra a Tunísia, no qual ele foi expulso.
Quando deixava o gramado, o zagueiro fez o número cinco com a mão, em referência ao pentacampeonato mundial do Brasil, enquanto era vaiado pelos torcedores argentinos no estádio Diego Armando Maradona, em La Plata.
Depois, segundo provas apresentadas por ele mesmo, o brasileiro foi chamado no Instagram de "negro", "cabeça de macaco" e ameaçado de morte.
"Uma situação muito desagradável", disse à AFP o técnico da Seleção, Ramon Menezes, que neste sábado (3) tentará levar a equipe às quartas de final, em duelo contra Israel.
Há duas semanas, o atacante brasileiro Vinícius Júnior, do Real Madrid, foi alvo de insultos racistas durante jogo contra o Valencia pelo Campeonato Espanhol, episódio que causou indignação ao redor do mundo e foi condenado pela ONU, o governo do Brasil e atletas de todas as modalidades.
"Somos totalmente contra o racismo que estamos vendo e tudo o que está acontecendo. Na Espanha, não são todos os espanhóis que são racistas, mas está acontecendo com frequência lá", acrescentou Ramon.
Segundo o treinador, Robert Renan está "triste" com os comentários nas redes sociais.
- "Não acaba" -
Depois dos insultos no jogo contra a Tunísia, a CBF enviou um protesto à Fifa e prometeu apresentar as provas das ofensas à justiça.
O jogador não se pronunciou à imprensa desde então e recebe o apoio de seus companheiros.
"Não sei. Acho que isso não vai terminar porque não fazem nada, né? Então não sei o que está acontecendo", declarou à AFP o atacante Sávio.
Sávio diz que não entende por que os brasileiros, que "estão sempre sorrindo" e "alegres", são alvo frequente de ofensas deste tipo.
"Está acontecendo com Vinícius Júnior e não acaba. Então é melhor esquecer isso e focar aqui no Mundial", acrescentou o atacante, que também é negro.
Depois dos insultos na Espanha, Vini se tornou um ícone mundial contra o racismo.
Ramon Menezes e os integrantes da comissão técnica da Seleção Sub-20 vestiram na semana passada camisas com a frase "Com racismo não tem jogo".
O meia Marlon Gomes propôs ações reais para expulsar os racistas dos estádios e que as autoridades tenham pulso firme.
"Nós jogadores podemos ajudar assim, fazendo manifestações (...) não só para o Vinícius Júnior ou para o Robert [Renan], mas todas as pessoas que sofrem racismo no mundo", concluiu Marlon.
A.Rodriguezv--AMWN