-
ALEX BODI A NĚMECKÝ KONCERN INVESTUJÍ DO 166 BYTŮ V HALLE
-
ALEX BODI OCH TYSK KONCERN INVESTERAR I 166 LÄGENHETER I HALLE
-
Ο ΑΛΕΞ ΜΠΟΝΤΙ ΚΑΙ ΓΕΡΜΑΝΙΚΟΣ ΟΜΙΛΟΣ ΕΠΕΝΔΥΟΥΝ ΣΕ 166 ΔΙΑΜΕΡΙΣΜΑΤΑ ΣΤΟ ΧΑΛΕ
-
Mulher condenada à pena de morte sobrevive à injeção letal e é hospitalizada
-
ALEX BODI I NIEMIECKI KONCERN INWESTUJĄ W 166 MIESZKAŃ W HALLE
-
ALEX BODI ȘI UN GRUP GERMAN INVESTESC ÎN 166 DE APARTAMENTE DIN HALLE
-
एलेक्स बोडी और जर्मन समूह हाले के 166 फ्लैटों में कर रहे हैं निवेश
-
أليكس بودي ومجموعة ألمانية يستثمران في 166 شقة في هاله
-
アレックス・ボディとドイツ企業グループ、ハレの住宅166戸に投資
-
Ted Sarandos reconhece que Netflix não cresce no ritmo desejado
-
Primeira execução de uma mulher em 200 anos falha no Tennessee e estado suspende aplicação da pena de morte
-
알렉스 보디와 독일 기업 그룹, 할레 주택 166세대에 투자
-
Bolívia prende procurador-geral acusado de vínculos com o narcotráfico
-
亞歷克斯・博迪與德國企業集團投資哈雷166戶住宅
-
АЛЕКС БОДІ ТА НІМЕЦЬКИЙ КОНЦЕРН ІНВЕСТУЮТЬ У 166 КВАРТИР У ГАЛЛЕ
-
ALEX BODI E GRUPO ALEMÃO INVESTEM EM 166 APARTAMENTOS EM HALLE
-
Exportações sul-coreanas disparam graças a demanda de chips de IA
-
Novo chatbot do governo dos EUA contradiz Trump e depois recua
-
Venezuelano baleado pelo ICE permanece detido por acusações criminais nos EUA
-
Suprema Corte dos EUA autoriza 1ª execução de uma mulher no Tennessee em 200 anos
-
Pânico, ira e lágrimas: o difícil retorno de Evan Gershkovich após passar por uma prisão russa
-
Comissão do governo recomenda reativação de mina polêmica no Panamá
-
Justiça americana ratifica acordo de compra da Warner pela Paramount
-
Israel denuncia 'tentativa de atentado' para enfraquecer relação com Emirados
-
Google restringe acesso a novo modelo de IA por preocupações de segurança
-
Cristiano Ronaldo se aborrece e deixa concentração de Portugal
-
Universidade de Buenos Aires homenageará Messi com doutorado Honoris Causa
-
Piloto da Flydubai tentou derrubar avião com destino a Israel, afirma Netanyahu
-
Órgão de controle descarta crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
EUA pressiona por medidas contra superprodução com foco na China em reunião do G20
-
Agência de proteção ao consumidor dos EUA investiga gigantes da IA
-
Confronto entre guerrilha colombiana ELN e forças venezuelanas deixam um morto
-
Shows de Kanye West são cancelados na Rússia
-
Órgão de controle não vê crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
Brasil e EUA têm reunião comercial com crise tarifária como pano de fundo
-
Gritos e sangue: passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
Comissão governamental recomenda reativar polêmica mina de cobre no Panamá
-
Piloto do voo da flydubai rumo a Israel "tentou derrubar o avião", diz Netanyahu
-
América Latina abre passagem na Semana da Moda de Paris
-
Federação Suíça de Futebol retira apoio a Infantino
-
Ativistas lançam armário de pílulas abortivas na Polônia
-
Justiça suspende execução de mulher no Tennessee pouco antes da injeção letal
-
Ministros do Comércio do G20 se reúnem sob a sombra do 'tarifaço' de Trump
-
Justiça brasileira ordena que Discord proteja menores após suicídio de adolescente
-
Como uma 'montanha-russa': passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
EUA revisa em alta crescimento no 2º trimestre e inflação segue estável
-
El Niño esvazia as redes dos pescadores latino-americanos
-
Burnham levanta possibilidade de retorno do Reino Unido à UE
-
Manchester City enfrenta futuro incerto por infrações financeiras
-
EUA revisa para cima PIB do segundo trimestre, inflação segue estável
EUA defende hegemonia na natação olímpica com a Austrália como grande rival
Katie Ledecky e Caeleb Dressel são os protagonistas na luta dos Estados Unidos para manter sua supremacia na piscina olímpica nos Jogos de Paris-2024, onde a Austrália é sua principal ameaça e o escândalo de doping chinês como um tenso pano de fundo.
O poderoso 'Team USA', que tem um histórico de domínio neste esporte, terminou na liderança dos Jogos de Tóquio em 2021 com um total de 30 medalhas, 11 delas de ouro, à frente da Austrália (total de 20 e 9 de ouro).
Os Estados Unidos estão no topo do quadro de medalhas desde a última derrota, em Seul-1988, mas a Austrália os surpreendeu ao conquistar mais títulos no Mundial de 2023.
As duas potências vão agora travar a grande disputa durante os nove dias de natação em La Défense Arena, em Nanterre (arredores de Paris), sede da equipe de rugby Racing 92 e o maior ginásio coberto da Europa, que foi montado para receber cerca de 15 mil pessoas espectadores.
- Ledecky contra Titmus e McIntosh -
Com o gigante Michael Phelps aposentado, Katie Ledecky é a figura mais emblemática presente em Paris com suas sete medalhas de ouro e ainda é a mulher a ser batida nos 800 e 1.500 metros livre.
Aos 27 anos, a americana tem idade para chegar à próxima edição dos Jogos Olímpicos em casa, em Los Angeles-2028, mas primeiro terá a chance de se firmar em Paris como a nadadora olímpica de maior sucesso, caso supere as oito medalhas de ouro da compatriota Jenny Thompson.
Sua aura de imbatibilidade, porém, já começou a ruir há alguns anos nos 400 m livre.
Essa prova, destaque do primeiro dia de sábado, trará um dos duelos mais esperados destes Jogos, em três bandas, entre Ledecky e seus jovens rivais Ariarne Titmus e Summer McIntosh.
A australiana Titmus, que destronou Ledecky em uma eletrizante final de Tóquio-2020, aparece como um ligeiro favoritismo, já que também detém o recorde mundial.
As duas terão que ficar atentas à canadense McIntosh, que já surpreendeu o mundo esportivo ao quebrar o recorde desta prova em 2023, quando tinha apenas 16 anos.
- Marchand, a esperança local -
O foco também estará em Léon Marchand, um dos heróis que a França aguarda nos Jogos de Paris.
O nadador de Toulouse, cinco vezes campeão mundial, quer brilhar nos 200m medley, 200m borboleta e 400m medley, distância em que em 2023 quebrou o recorde mundial de Michael Phelps, que durou 15 anos.
Os 100 m livre, considerada a principal prova desta modalidade, promete fortes emoções com o embate entre duas joias emergentes de 19 anos: David Popovici e Pan Zhanle.
O romeno Popovici, bicampeão mundial em 2022 em Budapeste, quebrou o recorde mundial do brasileiro César Cielo naquele ano, mas em fevereiro passado viu Pan Zhanle baixar o tempo para 46,80s.
Todos sonham com um protagonismo como o conquistado em Tóquio pelo americano Caeleb Dressel, dono de cinco ouros naquela edição.
Mais tarde, lutando contra o pesado rótulo de "novo Michael Phelps", Dressel deixou o futuro de sua carreira em aberto em diversas ocasiões para proteger sua saúde mental.
Aos 27 anos, ele está de volta a Paris para defender as medalhas de ouro nos 50m livre e nos 100m borboleta, embora não tenha conseguido a vaga para nos 100m livre.
- A sombra do doping -
Outro veterano das piscinas, Adam Peaty, quer ser o primeiro a vencer a mesma prova em três Jogos consecutivos, também desde Phelps.
O britânico buscará esse feito nos 100m peito, onde quem o aguarda é o chinês Qin Haiyang, que venceu as três provas dessa modalidade no Mundial de 2023.
Qin é um dos nomes de maior destaque no grupo de 23 nadadores chineses que testaram positivo em 2021 para trimetazidina (TMZ), uma substância proibida, numa polêmica que só veio à luz este ano e que paira sobre o evento parisiense.
Estes atletas, alguns dos quais conquistaram medalhas meses depois em Tóquio, não foram sancionados pela Agência Mundial Antidopagem (WADA), que aceitou as explicações chinesas de que os resultados foram produto de contaminação alimentar durante uma concentração.
Onze desses nadadores estarão presentes em Paris, onde nomes como Dressel e Ledecky alertaram que não confiam na idoneidade da competição.
F.Dubois--AMWN