-
Curaçao espera "complicar a vida" da Alemanha na estreia na Copa do Mundo
-
Jalen Brunson (Knicks) é eleito MVP das Finais da NBA
-
New York Knicks vence Spurs na final e conquista seu 1º título da NBA após 53 anos
-
Escócia sofre mas vence Haiti (1-0) e lidera Grupo C, do Brasil
-
Neuer será titular no gol da Alemanha contra Curaçao, diz técnico Julian Nagelsmann
-
Com estreia do Brasil, Copa do Mundo invade Nova York enlouquecida pelos Knicks
-
"Não se ganha a Copa do Mundo no primeiro jogo", diz Ancelotti
-
Com Memphis, seleção holandesa estreia na Copa contra Japão sem capitão
-
'Não tem muito o que falar, é trabalhar', diz Vini Jr. após empate do Brasil com Marrocos
-
Candidatos presidenciais na Colômbia encerram campanhas com comícios no fim de semana
-
Brasil empata com Marrocos (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo de 2026
-
Vitinha destaca 'qualidade' de Portugal, mas descarta favoritismo na Copa
-
Equador pode gerar 'perigo a qualquer momento', alerta técnico da Costa do Marfim
-
Catar arranca empate nos acréscimos com Suíça (1-1) na Copa do Mundo
-
Argentina faz primeiro treino com zagueiro Marcos Senesi
-
Calor extremo põe à prova preparativos da França para Copa do Mundo
-
Uruguai aposta na 'intensidade' para estreia na Copa contra a Arábia Saudita
-
Kane destaca 'excelente preparação' da Inglaterra para estreia na Copa contra a Croácia
-
Presidente da FIA quer carros mais leves e menos caros na F1
-
De Minaur avança à final do ATP 250 de 's-Hertogenbosch; Medvedev cai nas semis
-
Raducanu lutará pelo título em casa contra Vekic na final do torneio de Queen's
-
Shelton e Fritz farão final 100% americana em Stuttgart
-
Astro da NBA James Harden é preso em Houston por porte ilegal de arma
-
Trump afirma que acordo com Irã será assinado no domingo e Ormuz permanecerá aberto
-
Curaçao estreia na Copa do Mundo desafiando dois gigantes: Alemanha e Neuer
-
Roubo de material de treino da Inglaterra em Kansas City está sob investigação oficial
-
Serena Williams disputará as duplas com Karolina Muchova no Aberto de Berlim
-
Remoção do nome de Trump da fachada do Kennedy Center é concluída
-
Reis da Suécia celebram bodas de ouro
-
George Russell faz a pole do GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Luka Modric, o rosto eterno da Croácia
-
Anthropic suspende acesso à sua IA mais poderosa por ordem do governo dos EUA
-
Harry Kane, artilheiro e capitão insubstituível da Inglaterra
-
Governo de Gana protesta contra visto canadense negado a Thomas Partey
-
Paquistão afirma que Irã e EUA estão próximos de acordo de paz
-
Russell lidera treinos livres no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Brasil entra em campo na Copa do Mundo em meio a dúvidas
-
Acordo de paz EUA-Irã provavelmente será finalizado em 24 horas, diz Paquistão
-
Juiz nega recurso para impedir retirada do nome 'Trump' do Kennedy Center
-
Argentino Martín Anselmi é o novo técnico do Elche
-
Polícia dos EUA investiga roubo de material de treino da Inglaterra
-
Pulisic descarta lesão grave após ser substituído na vitória sobre o Paraguai
-
EUA estreia na Copa do Mundo com goleada (4-1) sobre o Paraguai
-
Chefe da gangue venezuelana Tren de Aragua morre em ataque dos EUA
-
Mboko ficará de fora de Wimbledon, mas espera voltar a jogar duplas com Serena
-
Fifa renomeia estádios da Copa do Mundo para ocultar marcas comerciais de terceiros
-
Pressão sobre chefe de gabinete argentino aumenta após dinheiro não declarado
-
Irã e EUA preveem acordo de paz iminente
-
Cadáver é encontrado em frente ao estádio onde a seleção iraniana treina no México
-
França treina diante de 400 torcedores a quatro dias da estreia na Copa
O cobiçado espaço no seleto clube de patrocinadores da Fifa
Fazer parte do seleto clube dos grandes patrocinadores da Fifa equivale a conquistar o título mundial para uma equipe: há os habituais, difíceis de desalojar, os rejeitados cujo lugar é rapidamente ocupado e, para a Copa do Mundo de 2026, os recém-chegados, chamados a conquistar os mercados do futuro.
As Copas do Mundo se sucedem e, ano após ano, voltam os mesmos nomes. Adidas, fornecedora histórica das bolas desde 1970, e Coca-Cola, refrigerante oficial da competição desde 1978, fazem parte intrínseca do evento.
Outros se juntaram a elas, como o grupo automobilístico sul-coreano Hyundai-Kia em 1999, aproveitando a Copa do Mundo de 2002 na Coreia do Sul e no Japão, ou a especialista americana em pagamentos Visa em 2007.
Os contratos de ciclo longo — geralmente de quatro anos — assinados pela Fifa "são os que funcionam melhor e também os mais rentáveis para as marcas", explica à AFP Aurélie Dyèvre, diretora-geral da consultoria Sporsora.
"Os estudos mostram que são necessários entre 3 e 5 ou 8 anos para que isso seja eficaz. Caso contrário, nunca conseguirão fazer esquecer o patrocinador anterior", acrescenta Michel Desbordes, professor da Universidade de Lausanne.
Mas o preço da entrada não está ao alcance de qualquer um: entre 100 e 150 milhões de dólares (entre 500 e 750 milhões de reais) em média por quatro anos, segundo os números fornecidos pela Sporsora com base em dados obtidos da Fifa.
- "Como um casamento" -
No total, está previsto que as receitas de marketing da organização alcancem 4,6 bilhões de dólares (R$ 23 bilhões) no período 2027-2030, um aumento de 61% em relação ao ciclo 2023-2026, segundo o último relatório anual.
Esses valores se justificam pela exclusividade setorial: uma única bebida, um único fornecedor de equipamentos, um único cartão de pagamento, etc. "Essa enorme visibilidade proporcionada por um evento assim e o preço que custa, não temos vontade de compartilhá-la", confidencia à AFP Jérôme de San Fulgencio, responsável por marca e estratégia da Hyundai França.
A fabricante, parceira da Uefa durante a Eurocopa de 2016 na França, havia registrado no país "seus melhores pedidos já alcançados em junho e julho", destaca um porta-voz do grupo. "Devemos ver o mesmo também nos Estados Unidos".
Após várias décadas de patrocínios custosos, eles ainda continuam rentáveis para essas marcas cuja notoriedade já está bem consolidada?
"O patrocínio é como um casamento. Quanto mais tempo dura, mais difícil é sair dele", brinca Michel Desbordes.
"Em algumas empresas, a dimensão de prestígio conta em nível interno, comercial e político, mas a colaboração deve responder a objetivos empresariais concretos e a Fifa demonstrou sua capacidade de gerar crescimento", destaca à AFP Ricardo Forte, ex-responsável por patrocínios globais na Visa e na Coca-Cola.
- IA e torcedores -
Sair também significa deixar espaço para um concorrente, e as saídas raramente são voluntárias, respondendo mais a batalhas comerciais ou à conjuntura geopolítica.
A Mastercard foi afastada em favor da Visa em 2007, ao fim de um litígio que custou 90 milhões de dólares (R$ 450 milhões) à Fifa.
A companhia Qatar Airways, por sua vez, substituiu a Emirates Airlines desde 2017, visando a Copa do Mundo de 2022 no Catar.
A invasão da Ucrânia em 2022 deixou de fora a gigante petrolífera russa Gazprom, imediatamente substituída pela companhia nacional QatarEnergy, que por sua vez foi trocada pela saudita Aramco em 2024, em preparação para a Copa do Mundo de 2034 prevista para a Arábia Saudita.
No entanto, ainda é possível conquistar um lugar à mesa da Fifa sem empurrar um convidado para fora, como demonstram a chegada em 2024 do grupo chinês de informática Lenovo como parceiro tecnológico e, mais recentemente, da desconhecida ADI Predict Street, novo ator nas plataformas de previsão, pertencente aos Emirados Árabes Unidos.
A primeira colocará à disposição das 48 seleções mundialistas um assistente de IA para elaborar análises táticas a partir de centenas de milhões de dados. A segunda oferecerá aos torcedores uma plataforma de prognósticos em tempo real.
Esses novos contratos "já não se inserem apenas no patrocínio clássico, mas refletem as prioridades futuras da Fifa, como a IA e as novas formas de interação com os torcedores", conclui Ricardo Forte.
M.Fischer--AMWN