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Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
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تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
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SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
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SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
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亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
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Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
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Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
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Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
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Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
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CAS anunciará decisão sobre final da Copa Africana de Nações em novembro
Quase um ano após a final da Copa Africana de Nações (CAN) de 2025, a Corte Arbitral do Esporte (CAS) informou nesta segunda-feira (19) que anunciará sua decisão sobre o recurso do Senegal contra a vitória do Marrocos "no final de novembro".
No dia 8 de outubro, a mais alta instância esportiva dirimiu, a portas fechadas, um litígio inédito, visto que nenhuma seleção jamais havia perdido dessa maneira um título conquistado no campo.
"Os árbitros da CAS decidiram proferir uma decisão completa que inclua os fundamentos jurídicos, conhecida como Laudo da CAS. Esse processo levará várias semanas, e espera-se que o Laudo da CAS seja proferido no final de novembro de 2026", informou a corte.
No dia 18 de janeiro, em Rabat, o Senegal venceu o Marrocos por 1 a 0 na prorrogação em um jogo que terminou cercado de polêmica.
Ao protestarem contra um pênalti marcado a favor da seleção marroquina nos acréscimos do segundo tempo, que acabou sendo desperdiçado por Brahim Díaz, vários jogadores senegaleses deixaram o campo e só retornaram 15 minutos depois.
A Federação Marroquina denunciou a situação. Em decorrência disso, o júri de apelação da Confederação Africana de Futebol (CAF) determinou, no dia 17 de março, a derrota do Senegal por desistência, com um placar de 3 a 0.
A CAF se baseou em dois artigos do regulamento do torneio que proíbem "abandonar o campo de jogo antes do final regulamentar da partida sem a autorização do árbitro".
Em resposta, a Federação Senegalesa recorreu na CAS, denunciando "o assalto administrativo mais grosseiro da história" do futebol.
Ch.Kahalev--AMWN