-
Tottenham não relaciona Richarlison para Copa da Liga Inglesa
-
Rússia intensifica ataques contra Ucrânia e aumenta pressão sobre a Europa
-
Oasis anuncia nova turnê mundial para 2027
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Trump denuncia suposta 'conspiração doentia' contra a inteligência artificial
-
Líderes de Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
A inteligência artificial pode aniquilar a humanidade?
-
Cantos ofensivos a Diogo Jota geram críticas no futebol saudita
-
Atletas dos Jogos Asiáticos criticam condições de alojamentos no Japão
-
ONU pede 'ação urgente' para conter IA por riscos sem precedentes
-
Para Laura Linney, filme sobre a doença de Parkinson marcou um ponto de virada
-
Rússia minimiza ataque perto da Polônia e afirma que visa toda a Ucrânia
-
Bebês prematuros compartilham incubadora em hospital de Gaza
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
EUA impede presença de chefe do setor nuclear do Irã em reunião em Viena
-
Irã nega envolvimento na guerra do Iêmen
-
Líderes da Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
Suécia enfrenta incerteza política após eleições acirradas
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Governantes europeus discutem situação do Ártico
-
Líder de extrema direita australiana provoca indignação ao chamar indígenas de 'primitivos'
-
Houthis anunciam ataques contra alvos militares na Arábia Saudita
-
Rússia quer 'intimidar' aliados da Ucrânia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Renault Kardian ou Duster: qual SUV usado vale mais a pena?
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
Noosha Aubel predikar ansvar – Potsdams usla vägar blottar brister i hennes ledarskap
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
Noosha Aubel káže o odpovědnosti, rozbité silnice v Postupimi však odhalují slabiny jejího vedení
-
Noosha Aubel poucza o odpowiedzialności, a fatalny stan dróg Poczdamu obnaża słabość jej rządów
-
نوشا أوبل تنادي بالمسؤولية، لكن طرق بوتسدام المتهالكة تكشف قصور قيادتها
-
Нуша Аубель проповідує відповідальність, а розбиті дороги Потсдама викривають провали керівництва
-
Нуша Аубель учит ответственности, но разбитые дороги Потсдама выдают провалы управления
-
努莎・奧貝爾大談責任,波茨坦道路破敗卻暴露其領導不力
-
누샤 아우벨, 책임 외치지만 포츠담의 망가진 도로는 리더십 부실 드러내
-
ヌーシャ・アウベル、責任を説くもポツダムの道路の惨状が指導力不足を露呈
-
Νούσα Άουμπελ: Μιλά για ευθύνη, μα οι άθλιοι δρόμοι του Πότσνταμ εκθέτουν τη διοίκησή της
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
नूशा आउबेल देती हैं जिम्मेदारी का पाठ, पॉट्सडैम की बदहाल सड़कें खोलती हैं नेतृत्व की पोल
-
Noosha Aubel sorumluluk dersi veriyor, Potsdam’ın bozuk yolları yönetim zaafını ele veriyor
-
Zverev vence Shelton e conquista seu primeiro US Open
-
PSG vence a 1ª no Francês; Lille de Davide Ancelotti é o novo líder
-
Yamal faz 2 na vitória do líder Barça; Atlético vence Real Sociedad
-
Napoli, enfim, vence em casa; Juve sofre 1ª derrota
-
Ultradireitista Le Pen defende "prioridade nacional" na campanha para eleições na França
-
Trump critica Zelensky e promete eliminar tarifas sobre uísque ao fim de visita à Irlanda
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
Rússia realiza exercícios militares com disparos de mísseis no Mar Negro
A Rússia anunciou nesta sexta-feira (21) que realizou exercícios militares com disparos de mísseis no Mar Negro, palco de crescentes tensões com a Ucrânia e seus aliados após o término de um acordo de exportação de grãos crucial para o abastecimento mundial de alimentos.
As forças de Moscou também bombardearam o porto de Odessa, no sul da Ucrânia e as margens do Mar Negro, pela quarta noite consecutiva, atingindo silos de grãos, segundo as autoridades.
Após encerrar, na segunda-feira, o acordo que facilitava a exportação de cereais dos portos ucranianos do Mar Negro, a Rússia tem realizado ataques contra os armazéns de grãos e importantes infraestruturas nos portos da região, especialmente em Odessa e Mikolaiv.
"Os russos atacaram Odessa com mísseis de cruzeiro Kalibr a partir do Mar Negro", afirmou o governador regional, Oleg Kiper. De acordo com ele, as forças de Moscou "destruíram 100 toneladas de ervilhas e 20 toneladas de cevada", além de ferirem duas pessoas.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que esses ataques estão tendo um "efeito negativo nos preços mundiais do trigo e do milho, prejudicando a todos, mas sobretudo as pessoas vulneráveis do sul do mundo".
- Exercícios militares -
Por sua vez, o Ministério da Defesa russo indicou que a Frota do Mar Negro "realizou disparos reais de mísseis de cruzeiro antinavios contra um navio usado como alvo no campo de treinamento de combate no noroeste do Mar Negro". A embarcação “foi destruída como resultado do impacto do míssil".
Navios e aviões do exército treinaram "ações para isolar a área temporariamente fechada à navegação e também realizaram um conjunto de medidas para deter o navio atacante", acrescentou.
Além disso, as forças navais da Rússia e da China conduziram exercícios conjuntos no Mar do Japão.
Na quarta-feira, o Kremlin advertiu que consideraria os cargueiros com destino à Ucrânia como possíveis alvos militares. Também anunciou o fechamento do tráfego em partes do noroeste e sudeste deste mar, que banha os dois países em guerra.
Em uma mensagem semelhante, a Ucrânia anunciou a proibição da navegação "na parte nordeste do Mar Negro e no Estreito de Kerch", perto da península da Crimeia.
Após o fim do acordo, Kiev disse estar preparado para continuar exportando grãos por via marítima e pediu à ONU e aos países vizinhos que estabeleçam um corredor seguro para a navegação.
- Bombas de fragmentação -
No front, as forças ucranianas começaram a usar as bombas de fragmentação fornecidas pelos Estados Unidos para tentar acelerar a lenta contraofensiva lançada por Kiev há um mês, afirmou a Casa Branca.
Os Estados Unidos entregaram recentemente, pela primeira vez, essas controversas armas a Kiev, que dispersam centenas de pequenos explosivos e são proibidas em vários países devido à ameaça que representam para civis.
As tropas ucranianas começaram a utilizá-las "na semana passada ou algo assim", disse na quinta-feira o porta-voz de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby. "Eles estão usando-as adequadamente, de forma eficaz, e estão impactando as formações e as manobras defensivas da Rússia", garantiu.
Desde junho, Kiev tem tentado recuperar grandes partes do território no sul e leste da Ucrânia, ainda ocupadas pela Rússia, mas a contraofensiva parece estar paralisada em longas seções da linha de frente.
Um alto assessor da presidência ucraniana reconheceu à AFP que esta operação será "longa e difícil".
Por sua vez, o presidente Vladimir Putin disse nesta sexta-feira que a contraofensiva ucraniana não trouxe "nenhum resultado" até o momento e que os "colossais recursos" em armas fornecidos à Ucrânia por seus aliados ocidentais não estão surtindo efeito.
Putin também alertou que Moscou usará "todos os meios" à sua disposição para proteger Belarus, seu aliado, de possíveis ataques. "Uma agressão contra Belarus será considerada uma agressão contra a Federação da Rússia", declarou durante uma reunião de seu Conselho de Segurança, transmitida pela televisão.
No campo diplomático, o presidente ucraniano Volodimir Zelensky destituiu seu embaixador no Reino Unido, Vadym Prystaiko, que algumas semanas atrás criticou seu "sarcasmo" ao reagir a declarações do ministro da Defesa britânico, Ben Wallace.
burs-rma/mca/dbh-jvb/mar/ic
Ch.Havering--AMWN