-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
João Pedro é cortado da Seleção por lesão; Martinelli, do Fluminense, é convocado
-
Desabamento de prédio em Gaza deixa 21 mortos, incluindo 12 crianças
-
EUA premia colaboração antidrogas da Venezuela e incentiva esforços de Colômbia e Bolívia
-
Presidente da LaLiga critica atitude de Vini Jr e Mbappé com camisa em apoio a Ceuta
-
Indicados às principais categorias do Grammy Latino
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
Chefe da ONU pede 'coordenação global' sobre os riscos da IA
-
Israel ameaça 'terminar o trabalho' em Gaza e expulsar palestinos
-
Modelo de Bukele também seduz o Brasil com vistas às eleições presidenciais
-
Alta dos combustíveis provoca protestos em todo o mundo
-
OMS vê 'sinais promissores' no combate ao ebola na RDC
-
Presidente do Egito rejeita deslocamento da população palestina de Gaza
-
Em 'Resident Evil', Zach Cregger leva o espírito dos videogames ao cinema
-
Seleção Brasileira feminina jogará amistosos contra Argentina e Japão
-
Anitta concorre a Álbum do Ano no Grammy Latino
-
UE propõe proibir redes sociais aos menores de 13 anos
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Vilarejo inglês vota pela independência em protesto contra centro para imigrantes
-
Greta Thunberg critica Ed Sheeran por controvérsia sobre comentários pró-palestinos
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
Anistia Internacional acusa Irã de 'crimes contra a humanidade' durante protestos de 2022
-
Líder da UE propõe status de 'membro associado' para o Canadá
-
Líbano quer acordo com Israel e desarmar o Hezbollah sem confronto, diz presidente
-
Desabamento de edifício em Gaza deixa 20 mortos e dezenas de desaparecidos
-
Papa faz alerta contra a dependência dos algoritmos
-
UE propõe proibição das redes sociais aos menores de 13 anos
-
Três mortos em acidente de helicóptero de notícias em Los Angeles
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Arábia Saudita acusa houthis de ataque contra Meca
-
EUA prepara pacote de armas bilionário para Israel (imprensa)
-
Assassinatos de ativistas ambientais dobraram em 2025 no Brasil (Global Witness)
-
Fluminense perde para Platense (2-1), mas avança à semifinal da Libertadores
-
Artistas abandonam turnê de Ed Sheeran em apoio a rapper pró-Palestina
-
Técnico da Venezuela deixa Soteldo e Savarino fora de amistosos na Ásia
-
Real Madrid vence Elche com gol salvador de Espí
-
Salvadorenhos denunciam perda de direitos sob governo Bukele
-
Presidente da Finlândia afirma à AFP que Trump "fez bem à Otan"
-
Democratas acusam diretor do FBI de intimidar jornalistas
-
Liverpool elimina Tottenham na Copa da Liga Inglesa; Arsenal também avança
-
Riade e Cairo exigem livre navegação no Mar Vermelho ante bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Messi se despedirá da Argentina em amistoso em outubro, em Buenos Aires
-
México autoriza entrada de militares dos EUA para treinamento
-
Trump anuncia fechamento do Kennedy Center após juiz vetar rebatizá-lo com seu nome
-
Promotores não pedirão pena de morte para filho do cineasta Rob Reiner
-
Lens demite técnico Dino Toppmöller após seis jogos
-
Guerra com Irã custou US$ 38 bi aos EUA, diz Escritório do Orçamento do Congresso
-
Alex Saab, ex-aliado de Maduro, se declara culpado de lavagem de dinheiro nos EUA
-
James Rodríguez anuncia aposentadoria da seleção da Colômbia
Biden estreita laços com seus aliados antes da visita de Xi aos EUA
Ansioso para demonstrar a liderança global dos Estados Unidos, o presidente Joe Biden será anfitrião de outra grande cúpula, na qual receberá não apenas aliados, mas também o seu homólogo chinês, Xi Jinping.
Biden receberá em San Francisco, na costa oeste, os outros 20 países-membros do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC), concebido há três décadas, quando a abordagem americana era de que um intercâmbio comercial robusto aproximaria ainda mais as economias do Pacífico.
Essa visão agora faz parte do passado.
O governo Biden pressiona a APEC para um pacto econômico limitado e, nos últimos meses, intensificou as sanções contra a China, vista como o principal desafio à primazia global dos EUA.
Mas ambas as nações dizem ter esperança de alcançar maior estabilidade e, com as eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2024 e a improbabilidade de uma visita a Washington, a cúpula da APEC surge como uma oportunidade única para Xi reunir-se com Biden em solo americano.
Ambos os líderes deverão reunir-se na quarta-feira (a primeira vez desde novembro do ano passado, na cúpula do G20 em Bali) para discutir alguns temas latentes, como Taiwan, que dentro de dois meses realizará eleições nas quais Washington teme a interferência de Pequim, que reivindica a soberania desta ilha democrática autogovernada.
- Tensões latino-americanas -
Para outros líderes presentes em San Francisco, a APEC corre o risco de ser "um prato secundário" à margem de Biden e Xi, mas também é provável que fiquem aliviados com esta reunião, disse Jude Blanchette, especialista em China do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.
"Inclusive os países da região, que estão extraordinariamente preocupados com a crescente agressividade da China, continuam tendo profundas inter-relações econômicas com a China e, na margem, prefeririam enormemente uma relação estável entre os EUA e a China a uma relação instável", afirmou.
Do lado latino-americano, depois de idas e vindas sobre sua participação, em parte pelo confronto diplomático que mantém com o governo peruano, o mexicano Andrés Manuel López Obrador confirmou sua presença e é esperado quinta-feira em San Francisco.
López Obrador recusou-se a reconhecer como presidente do Peru Dina Boluarte, sucessora de Pedro Castillo, que foi preso em dezembro passado depois de anunciar que dissolveria o Parlamento e governaria por decreto quando estava prestes a enfrentar um julgamento de impeachment.
Apesar das tensões, Boluarte deve chegar na terça-feira a San Francisco, onde também é esperado o presidente chileno, Gabriel Boric.
De última hora, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, cujo país pretende ser incorporado ao fórum, foi convidado como observador.
"Agora nos reuniremos com os EUA, a China e outros países da América e da Ásia na Califórnia para inscrever a Colômbia nas economias do Pacífico, a região econômica mais importante do mundo", escreveu Petro neste domingo na rede social X.
Nenhum dos governos divulgou a sua agenda em San Francisco, onde chegam duas semanas depois de participarem na Aliança para a Prosperidade Econômica nas Américas (APEP), organizada por Washington em uma tentativa de fortalecer as alianças comerciais na região.
Quem não é esperado na reunião é o presidente russo, Vladimir Putin, alvo de um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI). Moscou será representada pelo vice-primeiro-ministro, Alexei Overchuk, o russo de mais alto escalão recebido pelos Estados Unidos desde a invasão da Ucrânia.
A.Mahlangu--AMWN