-
EUA concede vistos para delegação do Irã participar da Assembleia Geral da ONU
-
Klopp estreia como técnico da Alemanha com lista dupla de 44 jogadores
-
Como está a disputa tarifária entre EUA e China antes da cúpula Trump-Xi?
-
Macron busca apoio internacional para mobilizar Exército libanês e desarmar Hezbollah
-
França propõe grande ajuste fiscal para melhorar finanças públicas
-
Charles III alerta executivos de tecnologia sobre 'perigos existenciais' da IA
-
É possível 'desligar' uma inteligência artificial?
-
Pescadores franceses bloqueiam portos devido aos preços da gasolina
-
Trump receberá Xi com grande pompa, mas poucas expectativas
-
Foto da AFP mostra Trump examinando imagem de aparente demolição do Kennedy Center
-
Mbappé é criticado por direita e extrema direita em episódio com camisa de Ceuta
-
Onda de feminicídios acende alerta na África do Sul
-
Novos ataques no Iêmen e na Arábia Saudita deixam ao menos cinco mortos
-
Esquerda conquista vitória apertada em eleições na Suécia
-
O que mudaria na UE com a nova lei sobre crianças e redes sociais?
-
Documento asteca histórico retorna ao México emprestado pela França
-
Presidente da Turquia concorrerá a novo mandato apesar de limite constitucional
-
Carney ignora ameaças de Trump e celebra 'nova aliança' do Canadá com a UE
-
Novo teste para o governo alemão após vitória da extrema direita nas eleições regionais
-
Esquerda conquista vitória apertada nas eleições da Suécia
-
Reforma da 'lei transgênero' na Índia deixa muitos em um limbo
-
Dois quadros de Monet, nunca antes exibidos ao público, serão leiloados em Paris
-
Ucrania prevê gasto recorde em defesa para 2027
-
Fiji declara crise nacional por HIV
-
Austrália vai reduzir imigração para solucionar crise da habitação
-
Peter Max, grande nome da arte psicodélica, morre aos 88 anos
-
Congresso dos EUA aprova novas sanções contra Rússia e seus aliados
-
Com 100º gol de Messi, Inter Miami vence Cruz Azul e conquista sua primeira Campeones Cup
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes (1-0)
-
OpenAI promete comunicar sistematicamente 'desalinhamentos' de IA
-
Palmeiras bate LDU nos pênaltis e vai à semifinal da Libertadores contra o Fluminense
-
Fed contraria Trump e aumenta juros para conter inflação
-
Líder da UE quer Canadá como primeiro 'membro associado' do bloco
-
Congresso dos EUA aprova novo pacote de sanções contra Rússia
-
Benfica derruba Milan em duelo de gigantes na estreia da Liga Europa
-
Justiça argentina ordena interrupção de operações petroleiras nas Malvinas
-
Com hat-trick de Raphinha, Barcelona atropela Racing no Espanhol; Atlético goleia Osasuna
-
United desperdiça vantagem de dois gols e é eliminado da Copa da Liga pelo Brighton
-
Botafogo anuncia Tite como novo técnico
-
Líder da UE quer ver o Canadá como primeiro "membro associado" do bloco
-
Houthis do Iêmen relatam ataques de Riade, que os acusa de atacar Meca
-
Fed eleva juros para conter inflação, contrariando Trump
-
Mbappé mostra solidariedade a Ceuta e diz que não queria priorizar sofrimentos
-
Nadal voltará às quadras para comemorar aniversário de sua academia de tênis
-
ONU denuncia concentração de poderes na Nicarágua
-
Ex-presidente José Sarney deixa hospital após ser internado com pneumonia
-
Empresas de petróleo e mineração dos EUA vão operar na Venezuela com apoio de Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
FIA divulga calendário da temporada 2027 da F1; São Paulo terá corrida sprint
Rússia dispara cerca de 160 mísseis e drones e provoca 30 mortes na Ucrânia
A Rússia lançou mais de 150 mísseis e drones contra várias cidades da Ucrânia nesta sexta-feira (29), causando pelo menos 30 mortos e mais de 160 feridos, em um dos ataques aéreos mais significativos em "muito tempo".
A Polônia, país que faz parte da Otan, denunciou que um míssil russo entrou e saiu do seu espaço aéreo em direção ao território ucraniano.
"Não víamos tanto vermelho em nossas telas há muito tempo", admitiu Yuri Ignat, porta-voz da Força Aérea ucraniana, que afirmou ser "o maior ataque com mísseis" com exceção dos ocorridos nos primeiros dias após o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022.
De acordo com o último balanço de vítimas divulgado pelas autoridades ucranianas, pelo menos 30 pessoas morreram e mais de 160 ficaram feridas.
Segundo o Estado-Maior ucraniano, a Rússia disparou cerca de 160 artefatos, incluindo mísseis de cruzeiro e drones Shahed. A defesa antiaérea conseguiu interceptar 88 mísseis e 27 drones.
"A Rússia utilizou todo tipo de armas de seu arsenal", afirmou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, na rede social X (antigo Twitter).
"O Ministério da Defesa russo se limitou a comunicar que 'tinham alcançado todos os seus objetivos' e indicou que houve 'um bombardeio de grande escala' entre 23 e 29 de dezembro contra infraestruturas militares, depósitos de munições e bases de soldados ucranianos e mercenários estrangeiros."
- "A horrível realidade" -
O ataque ocorreu três dias depois de Moscou reconhecer que o navio 'Novocherkassk' foi danificado na terça-feira devido a um bombardeio ucraniano em Feodosia, na anexada península da Crimeia.
Esta semana também foi marcada pelo anúncio do Exército ucraniano de uma retirada para os subúrbios de Marinka, uma localidade no leste do país que o Exército russo afirma ter conquistado.
O Reino Unido anunciou nesta sexta-feira que enviará cerca de 200 mísseis antiaéreos para a ex-república soviética para reforçar sua capacidade de defesa.
A entrega dos mísseis "envia uma mensagem inequívoca de que, diante da brutalidade russa, o Reino Unido continua absolutamente comprometido em apoiar a Ucrânia", disse o ministro britânico da Defesa, Grant Shapps, em comunicado.
Os Estados Unidos também anunciaram na quarta-feira o envio de 250 milhões de dólares (1,2 bilhão de reais) em ajuda militar para a Ucrânia, o último pacote de apoio disponível para o governo sem a aprovação do Congresso.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, exigiu nesta sexta-feira que o Congresso supere divisões e "aja sem mais demora" para aprovar o envio de ajuda.
"Estamos fazendo tudo o que podemos para reforçar nosso escudo aéreo, mas o mundo deve ver que precisamos de mais ajuda e meios para deter este terror", afirmou Andrii Yermak, chefe da administração presidencial ucraniana, no Telegram.
Zelensky visitou Avdivka nesta sexta-feira, uma cidade na frente oriental que tem sofrido repetidos ataques das forças russas nos últimos meses.
Ele afirmou que é 'uma das áreas mais difíceis na linha de frente'
- Maternidade atingida -
Durante a madrugada de quinta para sexta-feira, os prefeitos de Lviv (oeste) e Kharkiv (nordeste) relataram bombardeios noturnos contra suas cidades.
Os jornalistas da AFP também ouviram fortes explosões no início da manhã em Kiev. Em um bairro do norte da capital ucraniana, um hangar de 3.000 m2 pegou fogo, e houve "muitos feridos", segundo o chefe da administração militar da capital, Sergei Popko.
De acordo com o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, sete pessoas "estão atualmente internadas em um hospital", e uma estação de metro usada como abrigo antiaéreo foi danificada.
Os bombardeios também afetaram as localidades de Dnipro (leste) e Odessa (sul), segundo as autoridades locais.
O Ministério da Saúde indicou que uma maternidade "foi muito danificada" em Dnipro, onde o prefeito relatou mortos e feridos.
Em Odessa, um prédio pegou fogo após ser atingido pelos restos de um drone abatido.
As autoridades locais indicaram que houve um morto e três feridos em Lviv, uma cidade situada a cerca de 70 km de fronteira com a Polônia, muito distante do "front" e onde os ataques têm sido muito raros nos últimos meses.
Polônia garantiu ter detectado um objeto voador "que chegou da fronteira com a Ucrânia" na cidade polonesa de Zamosc, no leste do país-membro da Otan.
Iniciada em junho, a contraofensiva ucraniana fracassou, e o Exército de Kiev não fez avanços territoriais ao longo de 2023, quando não houve mudanças significativas na frente de batalha.
Em uma entrevista ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung, o general alemão Christian Freuding, que supervisiona o apoio à Ucrânia por parte de seu país, reconheceu que a Rússia demonstrou "uma capacidade de resistência" maior do que a prevista pelos países ocidentais no início da guerra, em fevereiro de 2022.
A.Malone--AMWN