-
Frente à 'lei da selva', Macron pede que mundo se mantenha 'firme junto à ONU'
-
Senador pede investigação de casamento de Trump Jr., financiado por oligarca russo
-
Irã endureceu condições apresentadas aos EUA para encerrar a guerra, diz Guarda Revolucionária
-
Tufão Dujuan deixa sete mortos e 58.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
Anthropic lança nova versão de Claude em meio a debate sobre a IA
-
Na ONU, Trump ameaça Irã e relembra América Latina do poderio militar dos EUA
-
Atriz Hayden Panettiere morreu por mistura de fentanil e outras substâncias, segundo autoridades
-
UE renova sanções contra Moscou, mas concorda em isentar dois oligarcas russos
-
Presidente da LaLiga responde a críticas do Real Madrid contra arbitragem
-
Cuba critica Trump após ele afirmar na ONU que a ilha 'cairá'
-
Trump rejeita regulamentação internacional da IA
-
Valverde sofre entorse no tornozelo e está fora dos amistosos do Uruguai
-
Flávio Bolsonaro cresce nas pesquisas, apesar de investigado no escândalo do Banco Master
-
Deserto do Atacama floresce após chuvas intensas provocadas pelo El Niño
-
Lula promete na ONU combater 'inimigos da democracia' a duas semanas das eleições
-
Irã endureceu condições para fim da guerra com EUA, diz porta-voz da Guarda Revolucionária
-
'Fui artilheiro nas grandes competições', diz Mbappé em 'campanha' pela Bola de Ouro
-
Houthis acusam Riade de ataques e são chamados de 'milícia terrorista' por rei saudita
-
Isack Hadjar voltará a correr no GP do Azerbaijão de F1
-
Gonzalo Plata, do Flamengo, é cortado da seleção do Equador por lesão
-
Gucci, Fendi e nova Moschino protagonizam a Semana de Moda de Milão
-
Furacão Polo atinge categoria máxima no Pacífico mexicano
-
Rodeo I, a prisão venezuelana 'para te deixar louco'
-
China e EUA buscam 'telefone vermelho' diante dos riscos da IA
-
Trump chega à Assembleia Geral da ONU atolado na guerra com o Irã
-
As acusações chocantes no livro do irmão da princesa Diana
-
Apesar da força militar, Arábia Saudita não consegue derrotar os houthis
-
UE prossegue sem acordo sobre retirada de dois oligarcas russos da lista de sanções
-
Ciclista afegã que se disfarçava de homem para treinar conquista medalha de prata nos Jogos Asiáticos
-
Chinesa de 6 anos estabelece recorde mundial na resolução de cubo mágico
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot são leiolados em Paris
-
Estêvão quer viver cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Furacão Polo atinge categoria 4 no Pacífico mexicano
-
Estêvão viverá cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Tufão Dujuan deixa quatro mortos e 45.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
UE não consegue acordo para suspender sanções contra oligarcas russos; negociações continuarão
-
Reino Unido vai apoiar Arábia Saudita contra houthis (imprensa)
-
Incêndio em joia do turismo colombiano é parcialmente controlado
-
"Ainda estou com a bala aqui dentro", relata imigrante detido pelo ICE nos EUA
-
EUA mobiliza aliados no Ártico
-
Venezuelano ferido pelo ICE no Texas está detido com bala no corpo, denuncia advogada
-
Filme argentino 'El Tren Fluvial' é uma viagem iniciática de dor e aventura
-
João Fonseca anuncia pausa após lesões
-
Paramount chega a acordo com estados dos EUA para megafusão com Warner Bros.
-
EUA anuncia que companhias aéreas iranianas deixarão de operar em dois dias
-
Menor viaja de Ceuta à Península Ibérica no compartimento inferior do ônibus do Valladolid
-
Argentina estima que visita do papa mobilizará sete milhões de fiéis
-
Segundo navio reporta impacto nas águas de Ormuz, diz agência britância
-
Principais emissoras de TV dos EUA suspendem cobertura conjunta de Trump em apoio à CNN
-
Partido alemão de extrema esquerda rejeita acusações de antissemitismo
Coreia do Norte anuncia fracasso de lançamento de satélite espião
A Coreia do Norte anunciou o fracasso de uma tentativa de colocar em órbita um satélite espião, depois de militares sul-coreanos terem alertado, nesta segunda-feira (27), para o lançamento de um projétil por Pyongyang e para "fragmentos" detectados no mar.
O míssil que transportava o satélite espião Malligyong-1-1 "explodiu no ar durante o primeiro voo", causando "falha no lançamento", afirmou a Administração Nacional de Tecnologia Aeroespacial em um comunicado.
A "causa do acidente foi a confiabilidade operacional do novo motor de oxigênio líquido e querosene", acrescentou o documento, divulgado pela mídia estatal.
A rede japonesa NHK transmitiu imagens do que parecia ser um projétil em chamas e afirmou que as gravou no nordeste da China, coincidindo com a tentativa de lançamento.
Pyongyang notificou o Japão, nesta segunda, de que planejava colocar outro satélite em órbita, após uma tentativa bem-sucedida em novembro e dois fracassos no ano passado. Várias resoluções das Nações Unidas proíbem a Coreia do Norte, que possui armas nucleares, de realizar testes com tecnologia balística.
"Nossos militares detectaram, por volta das 22h44 (10h44 no horário de Brasília) de segunda-feira, a trajetória do que se suspeita ser um satélite de reconhecimento militar vindo do Norte, lançado da área de Tongchang-ri, na província de Pyongan do Norte, em direção ao sul" , declarou o Estado-Maior Conjunto de Seul.
Mas dois minutos depois, foram detectados "muitos fragmentos do projétil" "em águas norte-coreanas" e tanto os Estados Unidos como a Coreia do Sul "estão analisando" se o projétil "teve um voo operacional", acrescentou.
O Japão confirmou o lançamento e o governo emitiu brevemente um alerta alertando os residentes no sul da província de Okinawa para se protegerem em abrigos.
A Coreia do Norte lançou com sucesso seu primeiro satélite espião em novembro, um fato que desencadeou uma onda de condenações. Na ocasião, os Estados Unidos consideraram que o lançamento foi uma "violação flagrante" das sanções da ONU.
- Cúpula tripartite -
A última tentativa ocorreu poucas horas depois de Coreia do Sul, China e Japão exigirem a desnuclearização da Coreia do Norte, em sua primeira cúpula tripartite desde 2019.
O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, denunciou que outro lançamento de satélite prejudicaria a "paz e estabilidade regional e global" e instou Pyongyang a desistir da ideia.
Soldados sul-coreanos realizaram treinamento de ataque aéreo nesta segunda-feira para demonstrar a "forte capacidade e vontade" dos militares, depois que a Coreia do Norte notificou o Japão sobre seus planos de lançar um satélite em 4 de junho.
Especialistas dizem que os satélites espiões poderiam melhorar as capacidades de coleta de informações da Coreia do Norte, especialmente em relação à Coreia do Sul, e fornecer dados importantes em qualquer conflito militar.
Seul afirma que Pyongyang recebeu ajuda técnica da Rússia para o seu lançamento em novembro, em troca do envio de armas a Moscou para a ofensiva na Ucrânia.
O líder norte-coreano, Kim Jong Un, reuniu-se em setembro com o presidente russo, Vladimir Putin, que ofereceu ajuda para construir satélites.
Um grupo de engenheiros russos chegou à Coreia do Norte para ajudar o país a se preparar para o lançamento, reportou no domingo a agência de notícias sul-coreana Yonhap, citando um funcionário do governo.
Seul informou na sexta-feira que as autoridades de inteligência sul-coreanas e norte-americanas estavam "monitorando e acompanhando de perto" os preparativos para outro lançamento.
A Coreia do Norte afirma que o satélite 'Malligyong-1', que pôs em órbita em novembro, opera com sucesso, mas a inteligência sul-coreana lançou dúvidas sobre esta afirmação.
O Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul coletou e analisou destroços de um dos lançamentos fracassados de Pyongyang no início do ano passado e descobriu que não tinham uso militar.
P.Santos--AMWN