-
Embaixador de Israel nos EUA afirma que seu filho luta pela vida
-
Isolado e na defensiva, Netanyahu discursa na Assembleia da ONU
-
Grécia volta a instar Reino Unido a devolver frisos do Partenon
-
Governo talibã afegão afirma que ataques do Paquistão mataram 4 civis
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Stefan Haupt συμφωνούν σε συνεργασία για μια θρυλική συλλογή έργων τέχνης στη Ρουμανία
-
Rebeldes do norte da Etiópia anunciam 'guerra total' contra o governo
-
Juiz ordena que a Casa Branca restabeleça acesso a canais e site vetados por Trump
-
Coreia do Norte manterá armas nucleares 'para sempre', promete chanceler
-
Alex Bodi och prof. dr Stefan Haupt ingår samarbetsavtal om en legendarisk konstsamling i Rumänien
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. स्टीफन हॉप्ट रोमानिया में एक पौराणिक कला संग्रह पर सहयोग करने के लिए सहमत हुए
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. สเตฟาน ฮาปท์ ตกลงร่วมมือกันในการจัดตั้งคอลเลกชันศิลปะอันเป็นตำนานในโรมาเนีย
-
Alex Bodi ve Prof. Dr. Stefan Haupt, Romanya’daki efsanevi sanat koleksiyonu için işbirliği anlaşması imzaladı
-
Alex Bodi a prof. dr. Stefan Haupt se dohodli na spolupráci na legendární umělecké sbírce v Rumunsku
-
Alex Bodi i prof. dr Stefan Haupt uzgodnili współpracę w sprawie legendarnej kolekcji dzieł sztuki w Rumunii
-
알렉스 보디와 슈테판 하우프트 교수, 루마니아의 전설적인 미술품 컬렉션을 위한 협력 합의
-
Ataques russos deixam dois mortos na capital da Ucrânia
-
'Medo de sair': violência assusta moradores de cidade turística na Colômbia
-
Anthropic apresenta descobertas biológicas impulsionadas por IA
-
Premier da Austrália afirma que OpenAI hackeou site do governo
-
Delcy afirma na ONU que haverá eleições na Venezuela
-
Presidente chinês chega a Washington para uma aguardada cúpula com Trump
-
Presidente do Irã afirma a Trump que seu país não se 'ajoelhará'
-
Executivos pedem na ONU cautela no desenvolvimento da IA
-
Juiz examina proibição de Trump a veículos de comunicação na Casa Branca
-
Panamá pede à ONU apoio para projeto vital para Canal
-
Kimi Antonelli chega ao GP do Azerbaijão de F1 de olho no título, mas com pés no chão
-
Ataques russos deixam sete mortos na Ucrânia; Zelensky promete atacar no inverno
-
Parlamento venezuelano apoia presença de presidente interina na ONU
-
CEO da OpenAI pede na ONU 'cuidado extremo' com a IA
-
Grande Mesquita de Paris dedicará sermão de sexta-feira à visita do papa
-
Zelensky acusa Rússia de recrutar soldados de 47 nacionalidades
-
Rio de Janeiro bate recorde de chuvas em setembro
-
Verstappen descarta participar das 24 Horas de Le Mans em 2027
-
Houthis ameaçam atacar interesses americanos se EUA apoiar Arábia Saudita
-
Manchester United registra novo déficit, apesar de receita recorde
-
Estudo alerta que El Niño pode causar 451 mil mortes adicionais no mundo até fevereiro
-
Pilotos da F1 questionam decisão da FIA de reduzir duração das corridas em 2027
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão por agressão sexual
-
Cristiano Ronaldo diz que não pensa em aposentadoria da seleção portuguesa
-
Comércios fechados em cidade turística da Colômbia após violência do narcotráfico
-
Meia dinamarquês Christian Eriksen rescinde com o Wolfsburg
-
Presidente do Irã adverte Trump que seu país jamais se 'ajoelhará'
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão após repetição de julgamento por agressão sexual
-
Almada e Foyth são cortados da seleção argentina por lesão
-
Milei diz que ONU é 'organização inútil' que alimenta 'casta de parasitas'
-
Alonso diz que carros híbridos estão acabando com pilotagem clássica da F1
-
Internacional anuncia Eduardo Baptista como novo técnico
-
Trump e Rodríguez conversaram sobre reestruturação da dívida venezuelana, afirma Rubio
-
Presidente do Irã alerta Trump na ONU que seu país não 'se ajoelhará'
-
Pela primeira vez, OSCE não foi convidada a observar as eleições nos EUA
Oposição venezuelana pede mobilização após ameaças de Maduro
"Vamos nos mobilizar": a oposição venezuelana convoca a população para sair às ruas e reivindicar a vitória nas contestadas eleições presidenciais, em meio a detenções em massa e ameaças de prisão para seus principais líderes.
A autoridade eleitoral ainda não apresentou os detalhes dos resultados de domingo, segundo os quais Nicolás Maduro foi reeleito com 51% dos votos, à medida que cresce a pressão internacional por uma apuração transparente.
A oposição, liderada por María Corina Machado, publicou em um site cópias das atas de votação que afirma provar a vitória de Edmundo González Urrutia com ampla maioria, o que o chavismo classificou como uma farsa.
Maduro, por sua vez, pediu ao Supremo Tribunal que se pronunciasse sobre as eleições e também afirmou ter evidências de sua vitória.
"Oferecemos ao regime que aceitasse democraticamente sua derrota e avançasse em uma negociação para garantir uma transição pacífica; no entanto, optaram pelo caminho da repressão, da violência e da mentira", escreveu Machado na rede social X. "Agora nos cabe a todos fazer valer a verdade que todos conhecemos. Vamos nos mobilizar. Conseguiremos."
Após a proclamação da vitória de Maduro na segunda-feira, eclodiram protestos em Caracas e em outras cidades, com 11 civis mortos, segundo ONGs de direitos humanos, e mais de 1.000 prisões.
"Vocês têm as mãos manchadas de sangue", disse Maduro na quarta-feira em uma coletiva de imprensa, referindo-se a González Urrutia e Machado. "Deveriam estar atrás das grades", destacou.
- "Não é sustentável" -
Brasil assumiu nesta quinta a custódia da embaixada argentina em Caracas, cujos diplomatas tiveram que deixar o país, mas onde permanecem sob proteção seis colaboradores de Machado.
"Houve muita pressão na sede diplomática", disse aos jornalistas Pedro Urruchurtu, um dos refugiados. "Não cometemos nenhum crime e estamos protegidos porque estão nos perseguindo."
Nos últimos dias, a eletricidade foi cortada na representação argentina, segundo denúncias de opositores.
"À força, com pancadas, isso não é sustentável", afirmou à imprensa Magalli Meda, braço direito de Machado e que também está refugiada na embaixada argentina, sobre a situação política da Venezuela.
- Medo de delações -
Caracas retomou parcialmente sua normalidade. Os comércios começam a abrir e o transporte público volta a funcionar após dias de grande incerteza devido aos protestos que transformaram a capital em uma espécie de cidade fantasma.
"A vida está se normalizando, já há bastante gente na rua", indicou à AFP Reinaldo García, de 55 anos, no gigantesco bairro de Petare.
No entanto, o ambiente em geral é de temor. Em um edifício de um bairro de classe média, os vizinhos fazem sinais para se calar quando o assunto das eleições surge: temem ser delatados e presos.
Maduro ordenou um destacamento de segurança para evitar o que considerou um golpe de Estado por parte da oposição "fascista". O presidente até criou uma seção dentro de um aplicativo de programas sociais para denunciar "os criminosos que ameaçaram o povo" para "ir atrás deles, para que haja justiça".
As Forças Armadas, por sua vez, têm demonstrado sua posição de "absoluta lealdade e apoio incondicional" a Maduro, "legitimamente reeleito".
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, informou que um militar morreu, 77 funcionários ficaram feridos e mais de mil pessoas foram detidas nos protestos.
- "Conversas constantes" -
A reeleição de Maduro acendeu alertas no mundo, com apelos por maior transparência na apresentação dos resultados e o temor de que se repita uma nova onda migratória, aumentando a diáspora de 7,5 milhões de pessoas que, segundo a ONU, saíram do país desde 2014 para fugir da crise.
"Está claro que Edmundo González Urrutia derrotou Nicolás Maduro por milhões de votos (...). O CNE de Maduro precisa de tempo para preparar resultados falsificados", disse o chefe da diplomacia dos EUA para o Hemisfério Ocidental, Brian Nichols.
Os presidentes Andrés Manuel López Obrador (México), Gustavo Petro (Colômbia) e Luiz Inácio Lula da Silva, todos de esquerda e próximos a Maduro, devem conversar por telefone nesta quinta-feira, segundo informou o mandatário mexicano.
"É provável que hoje falemos por telefone com o presidente Lula e com o presidente Petro (...) Vamos conversar sobre as posturas que existem no caso da Venezuela", afirmou López Obrador pela manhã.
Na quarta-feira, o ministério das Relações Exteriores da vizinha Colômbia anunciou em um comunicado "contatos permanentes com os governos de Brasil e México para criar as condições necessárias" em busca de "um acordo de convivência" na Venezuela.
"O presidente Petro é um homem honrado, sério, o escuto muito, estou em diálogo com ele", disse Maduro, depois de seu colega colombiano também pedir um "escrutínio transparente".
O.Norris--AMWN