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อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
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एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
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Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
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Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
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Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
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Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
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أليكس بودي والبروفيسور الدكتور ديتر لازيك يوقعان عقدًا بشأن منتجي «ألفا ويل» و«بودي إنيرجي درينك»
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알렉스 보디와 디터 라지크 교수가 ALPHA WHEY 및 BODI 에너지드링크에 관한 계약을 체결했습니다.
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亞歷克斯·博迪(Alex Bodi)與迪特爾·拉齊克(Dieter Lazik)教授簽署關於 ALPHA WHEY 及 BODI 能量飲料的合約
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Alex Bodi și prof. dr. Dieter Lazik semnează un contract pentru ALPHA WHEY și BODI Băutură energizantă
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Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
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Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
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Outro membro da oposição liderada por María Corina Machado na Venezuela foi preso pouco depois da libertação de 18 pessoas detidas durante os protestos que eclodiram após as questionadas eleições de 28 de julho, informaram nesta quarta-feira (11) ONGs e opositores.
Jesús Armas, que integrou a equipe de campanha da oposição, foi "retirado abruptamente" por agentes policiais de um café na noite de terça-feira e "colocado à força em uma caminhonete prateada sem placas", relatou à imprensa Sairam Rivas, sua companheira e ativista de direitos humanos.
"Não sabemos absolutamente nada sobre o paradeiro de Jesús, e por isso denunciamos que estamos diante de mais um desaparecimento forçado", continuou Rivas, que foi ao Ministério Público buscar informações. "Fazemos um apelo pela liberdade plena e imediata de Jesús".
A prisão de Armas coincidiu com a libertação de 12 adolescentes e seis adultos detidos nas manifestações que ocorreram horas após a proclamação de Nicolás Maduro para um terceiro mandato de seis anos, segundo informou a ONG Foro Penal, que defende "presos políticos".
Os protestos resultaram em 28 mortos, quase 200 feridos e mais de 2.400 detidos, incluindo adolescentes, acusados de "terrorismo" e levados para prisões de segurança máxima.
Essas libertações fazem parte de um processo de revisão de casos iniciado no mês passado pelo procurador-geral Tarek William Saab com 225 medidas de liberdade. O Foro Penal, entretanto, contabilizou apenas 169 na época.
Na terça-feira, Saab reuniu-se com familiares dos detidos que, na segunda-feira, exigiram maior "celeridade" na revisão dos casos.
Estudantes da Universidade Central da Venezuela (UCV), a principal do país, organizaram nesta quarta-feira a coleta de produtos de higiene pessoal para seus colegas presos. Jesús Armas é professor na escola de Estudos Políticos da universidade.
"Falta um, nosso professor Jesús Armas", lia-se em um quadro. "Libertação já!"
"Exigimos respostas sobre a libertação e as condições do nosso professor", declarou o líder estudantil Israel Rodríguez. "O apelo é pela consciência, empatia e solidariedade com cada um dos presos políticos".
A oposição também afirma que mais de 150 líderes opositores foram presos desde o dia 28 de julho. Eles reivindicam a vitória de Edmundo González Urrutia, atualmente no exílio. María Corina Machado encontra-se na clandestinidade.
De acordo com o Foro Penal, existem 1.905 "presos políticos" na Venezuela.
H.E.Young--AMWN