-
Polícia antiterrorista britânica investiga incidente perto de base utilizada pelos EUA
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
-
Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
-
Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
-
Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
-
Justiça israelense adia projeto de assentamentos na Cisjordânia
-
أليكس بودي والبروفيسور الدكتور ديتر لازيك يوقعان عقدًا بشأن منتجي «ألفا ويل» و«بودي إنيرجي درينك»
-
アレックス・ボディ氏とディーター・ラジク教授が「ALPHA WHEY」および「BODI エナジードリンク」に関する契約を締結
-
알렉스 보디와 디터 라지크 교수가 ALPHA WHEY 및 BODI 에너지드링크에 관한 계약을 체결했습니다.
-
亞歷克斯·博迪(Alex Bodi)與迪特爾·拉齊克(Dieter Lazik)教授簽署關於 ALPHA WHEY 及 BODI 能量飲料的合約
-
Alex Bodi și prof. dr. Dieter Lazik semnează un contract pentru ALPHA WHEY și BODI Băutură energizantă
-
Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
-
Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
-
Alex Bodi e o Prof. Dr. Dieter Lazik assinam contrato para a ALPHA WHEY e a BODI Bebida energética
-
Suíços rejeitam referendo para reforçar neutralidade do país
-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Ormuz, que Trump teria rejeitado
-
Depois da Meta, TikTok aceita limitar tempo de uso dos adolescentes
-
Chega ao fim 2º ciclo de diálogos entre governo interino e oposição na Venezuela
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Estreito de Ormuz em sete dias
-
Mulher que afirmou ter sido estuprada por Jay-Z diz que fez 'acusações falsas'
-
Mbappé sofre lesão no joelho e deixará concentração da França
-
Chapecoense retorna ao local da tragédia aérea dez anos depois
-
Itália perde em casa para Bélgica (2-0) no retorno de Mancini
-
Suprema Corte concede a Trump uso de banco de dados para verificar registros eleitorais
-
França vence Turquia (1-0) na estreia de Zidane
-
Sindicato de jogadores da NFL se preocupa com estado do gramado do Maracanã
-
Dificuldades e "muitas expectativas" no berço da indústria petrolífera da Venezuela
Zelensky pede paz 'este ano' no terceiro aniversário da invasão russa
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, pediu nesta segunda-feira (24) uma "paz real e duradoura" para este ano, na presença de vários líderes estrangeiros aliados que viajaram a Kiev para reafirmar seu apoio à Ucrânia no terceiro aniversário da invasão russa.
A Rússia disse que está disposta a negociar a guerra, mas só pararia de lutar quando um acordo de paz "fosse conveniente" para ela, e acusou a Europa de querer continuar com as hostilidades.
"Este ano deve ser o começo de uma paz real e duradoura. Putin não nos dará paz, nem em troca de algo. Devemos ganhar a paz por meio da força, sabedoria e unidade", disse Zelensky.
Para marcar o aniversário do conflito e reafirmar seu apoio, vários líderes estrangeiros viajaram para Kiev nesta segunda-feira, incluindo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez.
Von der Leyen alertou que, apesar de ter iniciado negociações com os Estados Unidos sobre como acabar com o conflito, o objetivo do presidente russo, Vladimir Putin, "continua sendo a capitulação da Ucrânia".
Esta é a "crise mais central e transcendental para o futuro da Europa", declarou ela na cúpula, onde anunciou uma nova ajuda de 3,5 bilhões de euros (US$ 3,66 bilhões ou R$ 20,8 bilhões) para a Ucrânia.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, disse por videoconferência que apoia firmemente "a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia" e enfatizou que ambos os lados devem ser representados "de forma justa" nas negociações.
- Acordo que "convenha" à Rússia -
Enquanto os líderes dos países aliados da Ucrânia se reuniam para expressar seu apoio e aplaudir a resistência de Kiev, destacou-se a notória ausência dos Estados Unidos.
O presidente americano, Donald Trump, se alinhou com a postura da Rússia, culpando a Ucrânia pelo início do conflito em 24 de fevereiro de 2022, e iniciou negociações com Moscou sem a participação ucraniana ou europeia.
Trump também insiste em recuperar o montante de ajuda fornecida a Kiev desde o início do conflito por meio do acesso aos recursos minerais ucranianos.
Kiev disse nesta segunda-feira que estava nas "fases finais" para chegar a um acordo com Washington.
A Rússia, por sua vez, não esconde sua satisfação desde que Trump quebrou o isolamento ocidental de Putin e abriu negociações bilaterais.
"Cessaremos as hostilidades somente quando essas negociações produzirem um resultado firme e sustentável que convenha à Federação Russa", declarou o ministro das Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov, que está de visita na Turquia.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse que "os europeus continuam no caminho das sanções, no caminho da convicção sobre a necessidade de continuar a guerra", em resposta a um novo pacote de sanções imposto por Bruxelas.
- "Nada a perder" -
A inflexão dos EUA após três anos de apoio militar ininterrupto surpreendeu muitos ucranianos, que temem que seu país seja forçado a aceitar concessões territoriais em troca de um cessar-fogo.
Em um movimento repleto de indiretas, Washington propôs um projeto de resolução à Assembleia Geral da ONU que não menciona a integridade territorial da Ucrânia.
Se o presidente ucraniano concordar em entregar as regiões que atualmente ocupa à Rússia, "os rapazes que agora estão lutando por nossa terra (...) não ouvirão Zelensky e continuaremos pressionando", alerta Oleksander, comandante de uma unidade de assalto da 93ª brigada.
Muitos homens já perderam "suas casas, suas famílias, seus filhos" e não têm "mais nada a perder", diz o militar ucraniano.
A China, um importante apoio político de Moscou que nunca condenou a invasão da Ucrânia, respaldou nesta segunda-feira os "esforços positivos" da Rússia para "acalmar" a crise, em um telefonema entre o presidente Xi Jinping e Putin, de acordo com a imprensa estatal chinesa.
Na frente de batalha, um incêndio foi registrado na refinaria de petróleo de Ryazan, uma das maiores da Rússia, ao sul de Moscou, após um ataque de drones ucranianos, segundo as autoridades.
O.Norris--AMWN