-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Ormuz, que Trump teria rejeitado
-
Depois da Meta, TikTok aceita limitar tempo de uso dos adolescentes
-
Chega ao fim 2º ciclo de diálogos entre governo interino e oposição na Venezuela
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Estreito de Ormuz em sete dias
-
Mulher que afirmou ter sido estuprada por Jay-Z diz que fez 'acusações falsas'
-
Mbappé sofre lesão no joelho e deixará concentração da França
-
Chapecoense retorna ao local da tragédia aérea dez anos depois
-
Itália perde em casa para Bélgica (2-0) no retorno de Mancini
-
Suprema Corte concede a Trump uso de banco de dados para verificar registros eleitorais
-
França vence Turquia (1-0) na estreia de Zidane
-
Sindicato de jogadores da NFL se preocupa com estado do gramado do Maracanã
-
Dificuldades e "muitas expectativas" no berço da indústria petrolífera da Venezuela
-
Tribunal de apelações dos EUA mantém veto do Pentágono à Anthropic
-
Combates se intensificam no norte da Etiópia
-
Foto de encontro com Xi publicada por Trump parece ter sido retocada com IA
-
Trump e Xi se despedem com poucos resultados, mas com novos encontros previstos
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam sete mortos em Kiev
-
Brasil encerra competição em San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Manchester City é considerado culpado de 114 infrações financeiras, diz The Athletic
-
Rússia reavalia posição sobre negociações de paz após ataques ucranianos, diz Putin
-
"Minha melhor oportunidade", diz Harry Kane sobre disputa da Bola de Ouro
-
Musiala e Havertz são cortados da seleção da Alemanha por lesão
-
México quer aumentar importações dos EUA para reduzir déficit e agradar Trump
-
Justiça dos EUA confirma legalidade do veto do Pentágono à Anthropic
-
ONU eleva para 214 número de empresas ligadas a assentamentos israelenses
-
Colômbia rompe relações diplomáticas com Irã
-
El Niño 'pode implicar em perda sociocultural', diz chef Alex Atala
-
Leão XIV é aclamado em Paris após alertar sobre os riscos da IA
-
El Niño força grandes chefs a adaptarem suas receitas
Futuro chefe de Governo da Alemanha defende aumento dos gastos de Defesa
O futuro chefe de Governo da Alemanha, Friedrich Merz, defendeu nesta quinta-feira (13) no Parlamento seus planos para aumentar de maneira expressiva os gastos em Defesa e infraestrutura, no momento em que a mudança da política dos Estados Unidos obriga a Europa a assumir uma responsabilidade maior por sua segurança.
Merz comprometeu-se a promover seus planos com o apoio de seu bloco de centro-direita, CDU/CSU, e do partido social-democrata SPD, que estão em negociações para formar uma coalizão de governo após as eleições de fevereiro.
A crise na relação entre Europa e Estados Unidos durante o governo do presidente Donald Trump gerou apelos para que a Alemanha aumente os gastos militares, enquanto o investimento em infraestrutura é considerado uma forma de retirar o país da estagnação econômica.
A Alemanha tem que agir "para aumentar consideravelmente suas capacidades de Defesa e fazer isso de maneira rápida", disse o líder conservador, ao defender seu programa de investimentos.
"Qualquer atraso adicional seria uma irresponsabilidade", acrescentou.
Em um tom dramático, o vencedor das eleições legislativas de 23 de fevereiro alertou os deputados que "diante da situação alarmante da segurança na Europa e dos crescentes desafios econômicos em nossos países, as decisões de longo alcance não podem ser adiadas".
O plano de Merz prevê excluir o gasto militar das normas fiscais do país quando superar 1% do PIB, além de criar um fundo de 500 bilhões de euros em 10 anos para investir em infraestruturas.
A medida implica uma mudança no chamado "freio da dívida", consagrado na Constituição para limitar o endividamento do governo, o que exige a aprovação de dois terços do Parlamento.
- Calendário apertado -
Os planos de Merz foram elogiados pelos aliados da Alemanha no exterior, mas o líder conservador enfrenta uma grande pressão para aprovar rapidamente os novos gastos.
A aliança CDU/CSU e SPD quer votar a mudança antes da posse do novo Bundestag em 25 de março, no qual o partido de extrema direita da Alternativa para a Alemanha e o partido de extrema esquerda Die Linke poderão bloquear os planos orçamentários.
O Bundestag organizará duas sessões especiais para que os deputados possam debater os planos, nesta quinta-feira e na terça-feira, quando a proposta será votada.
Mas as intenções de Merz se complicaram depois que os Verdes, cujos votos são necessários para alcançar os dois terços, ameaçaram votar contra os planos se não incluírem mais proteções climáticas.
Caso não consiga a aprovação de seus planos, os observadores temem o enfraquecimento de Merz, que poderia enfrentar a mesma paralisia que afetou a coalizão do atual chefe de Governo, Olaf Scholz, cujo colapso em novembro provocou as eleições antecipadas de fevereiro.
A pressão sobre o líder conservador aumentou nas últimas semanas com a aproximação de Trump da Rússia.
Apesar das dificuldades, os analistas apontam que o futuro governo terá opções para aumentar os gastos se o atual Legislativo não votar os planos na próxima semana.
Quando Merz assumir o cargo de chanceler, possivelmente no final de abril, poderá suspender o bloqueio da dívida ao invocar uma emergência, como fez o governo anterior durante a pandemia, embora esta seja uma medida temporária.
O.Karlsson--AMWN